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PORTARIA No 222, DE 23 DE AGOSTO DE 2013 Instituir a Política de Segurança da Informação e Comunicações - POSIC no âmbito do ICMBio. (Processo nº 02070.000752/2013-03)

CAPÍTULO I

DO ESCOPO

Art. 1º Instituir a Política de Segurança da Informação e Comunicações - POSIC que tem por escopo a 

instituição de diretrizes estratégicas visando assegurar a integridade de dados, informações e documentos do ICMBio, contra ameaças e vulnerabilidades, de modo a preservar os seus ativos, inclusive 

sua imagem institucional.

Art. 2º A POSIC trata do uso e compartilhamento do conteúdo de dados, informações e documentos 

no âmbito do ICMBio, em todo o seu ciclo de duração - criação, manuseio, divulgação, armazenamento, transporte e descarte - visando a continuidade de seus processos vitais, em conformidade com a 

legislação vigente, normas pertinentes, requisitos regulamentares e contratuais, valores éticos e as 

melhores práticas de segurança da informação e comunicações.

Art. 3º Esta POSIC se aplica às unidades da estrutura regimental do ICMBio.


Ano de Publicação: 2013

DICIONÁRIO DE COMPETÊNCIAS DO INSTITUTO CHICO MENDES DE CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE

Mensagem ao Servidor

A Gestão por Competências é uma poderosa ferramenta de gestão que permite gerenciar as Lacunas de Competências da organização. Ela serve de subsídio para modernização das demais políticas e práticas de gestão de pessoas, visando potencializar a força de trabalho para o alcance dos objetivos estratégicos institucionais. No ano de 2018 o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade – ICMBio deu início a implantação do Programa de Gestão por Competências. O primeiro projeto a ser executado foi o Mapeamento das Competências, realizado em parceria com a Universidade Federal do Pará - UFPA.  No âmbito do ICMBio, a Gestão por Competências será utilizada para qualificar a capacitação – no sentido de maximizar o uso dos recursos em treinamento e desenvolvimento – e para modernizar as políticas de mobilidade, recrutamento e seleção. As Lacunas de Competências serão utilizadas para elaborar o Plano Anual de Capacitação – PAC, para a construção de Trilhas de Aprendizagem e para análise das solicitações para participação em eventos de capacitação. 

A mobilidade por competências visará alocar os servidores certos nos lugares certos, melhorando as políticas para remoção, por exemplo. O recrutamento e seleção por competências incluirá tanto a modalidade interna, com critérios e perfil profissional para ocupação dos cargos em comissão do Grupo-Direção e Assessoramento Superiores – DAS e Funções Comissionadas do Poder Executivo – FCPE, como a externa – concurso público focado em perfis profissionais 

O objetivo desse guia é orientar os servidores e gestores sobre os principais conceitos e novas diretrizes institucionais relacionadas a Gestão por Competências.

Thais Ferraresi Pereira

Coordenadora-Geral de Gestão de Pessoas

Ano de Publicação: 2019

Avaliação e monitoramento de políticas públicas de educação ambiental no Brasil: transição para sociedades sustentáveis [recurso eletrônico] - ANPPEA

Revisão: Tereza Moreira Diagramação: Ana Paula Zaguetto Esta publicação é fruto do processo participativo de construção da Plataforma Brasileira de Monitoramento e Avaliação de Políticas Públicas de Educação Ambiental para Sociedades Sustentáveis, realizado pela Secretaria Executiva da Articulação Nacional de Políticas Públicas de Educação Ambiental (ANPPEA) que é composta pelo Laboratório de Educação e Política Ambiental – Oca da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo (ESALQ/USP); Laboratório de Análises e Desenvolvimento de Indicadores de Sustentabilidade do Centro de Ciência do Sistema Terrestre do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (LADIS/CCST/INPE) e Fundo Brasileiro de Educação Ambiental (FunBEA).

Palavras-chave: 1. Avaliação ambiental 2. Educação ambiental - Brasil 3. Indicadores ambientais 4. Monitoramento ambiental 5. Políticas públicas 6. Sociedades sustentávei

Ano de Publicação: 2019

Pato Mergulhão - Embaixador das Águas Brasileiras - paper toy - dobradura

O pato-mergulhão (Mergus octosetaceus) é uma ave que mergulha para capturar a sua comida. Por isso ele precisa de águas bem limpinhas e transparentes para sobreviver. O problema é que a poluição e tantas mudanças nos rios causadas pelos humanos quase fizeram esse bichinho desaparecer! Hoje só restam menos de 250. O Instituto Chico Mendes e seus parceiros têm trabalhado muito, sempre com a esperança que o pato-mergulhão possa habitar as nossas águas outra vez. Todos devemos cuidar de nossas águas para ajudar o pato-mergulhão!

Ano de Publicação:

Colorindo o aprender Cerrado

CBC

O Centro Nacional de Avaliação da Biodiversidade e de Pesquisa e Conservação do Cerrado CBC foi criado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade com o objetivo de coordenar a avaliação do risco de extinção da biodiversidade e de produzir conhecimento científico para apoiar ações de conservação da biodiversidade do bioma Cerrado. Este bioma é um dos mais biodiversos e um dos que mais sofrem com a conversão de habitat e outras pressões humanas. Ele abriga diversas espécies da flora e da fauna ameaçadas de extinção.

Onde estamos

Parque Nacional de Brasília


Ano de Publicação: 2018

Acampando com crianças - Acampar é viver uma aventura, tendo apenas a natureza e uns aos outros.

Acampar para que?

A natureza tem o poder de tornar as crianças mais saudáveis e mais felizes. Durante décadas, meninos e meninas tiveram tempo, espaço e liberdade para subir em árvores, andar de bicicleta na vizinhança e desaparecer por uma tarde inteira explorando os limites do bairro e da cidade. Mas, ao longo das últimas gerações, a infância mudou para dentro de espaços fechados e controlados, fazendo com que muitas crianças cresçam acreditando que lá fora não acontece nada interessante e que toda a diversão está dentro de casa e nas telas de seus dispositivos.

Essa tendência mundial tem implicações profundas no desenvolvimento das crianças - e no futuro do nosso planeta, afinal se você cresce sem interesse e amor pelo mundo natural, o que vai te mobilizar a tentar conservá- lo no futuro? Estudos recentes apontam que o contato diário com a natureza, especialmente por meio do livre brincar, ajudam na promoção da saúde física, mental e no desenvolvimento de habilidades cognitivas, sociais, motoras e emocionais das crianças. Por isso, precisamos pensar com urgência em caminhos de desemparedamento da infância para que meninos e meninas possam crescer saudáveis e desenvolver um vínculo afetivo com o mundo natural.

Não há uma fórmula para isso, mas uma coisa é fato: precisa envolver todo mundo - responsáveis, educadores, escolas, cidades, poder público.


Esse guia tem como objetivo incentivar mais pessoas a experimentarem uma maneira pouco frequente de incluir natureza na vida das crianças no Brasil: acampar em áreas naturais protegidas. Acreditamos que acampar é uma vivência tão especial e intensa que é como se vivêssemos dois meses em dois dias. Muita coisa acontece conosco: aprendemos a reconhecer nossas possibilidades e limites, exercitando nossa autonomia e lidando com riscos.

Ano de Publicação: 2019

DA FORMAÇÃO DA CAVERNA À FORMAÇÃO DO EDUCADOR THE FORMATION OF THE CAVE TO THE TEACHER EDUCATION

Resumo

Utilizando assuntos tão pouco explorados em sala de aula, a espeleologia serviu como temática principal para esta pesquisa, contribuindo para uma reflexão mais ampla acerca da formação de educadores. O objetivo deste trabalho é demonstrar a importância de uma formação acadêmica que possibilite o professor valorizar as vivências de seus alunos para a aprendizagem de conceitos formadores, e não só científicos, bem como levantar dados específicos sobre concepções alternativas sobre os assuntos de espeleologia. Para tal, fez-se um levantamento bibliográfico de livros didáticos e também das concepções alternativas sobre o assunto, com estudantes de duas escolas estaduais de Belo Horizonte, MG e de licenciandos em Ciências Biológicas da UFMG. Através de um questionário, os estudantes caracterizaram uma caverna dentro de suas concepções pessoais. Todas as respostas foram, posteriormente, analisadas. Observou-se que a grande maioria dos estudantes utilizou o senso comum e o imaginário para resolver as questões propostas ou representar uma caverna. Já os universitários ignoraram tais estratégias, apoiando-se exclusivamente no conhecimento científico, muitas vezes errôneo.

Palavras-chave: Cavernas, Ensino de Ciências, Formação de educadores, Concepções alternativas, Imaginário.

Abstract

Speleology and speleobiology are subjects poorly explored in classrooms. These themes served as objectives for our research, providing a focus for the educator formation. The objective of this work is to demonstrate the importance of a good formation, alerting the teachers that the experience of the students for learning formative concepts is very important, sometimes more important than the scientific knowledge. For that purpose, we made a bibliographical survey of didactic books and a survey of alternative conceptions with students of two state schools and from the Biology course of the UFMG. Through a questionnaire, the students have characterized a cave with its particularities. All the responsehad been analyzed. It was observed that the majority of the students used their common sense and imaginary to answer the questions or represent a cave. However, the biology students had ignored such strategies, supporting themselves exclusively in the scientific knowledge, many times erroneous.

Keywords: Caves, Science education, Teachers formation, Alternative conceptions, Imaginary

Ano de Publicação: 2014

A comunicação efetiva/afetiva como ferramenta para formação de uma equipe colaborativa no Núcleo de Gestão Integrada ICMBio Brasília-Contagem. - TCC do curso PGR5

RESUMO

Este trabalho apresenta os resultados de uma atuação prática de facilitação interna para o desenvolvimento de um Plano Estratégico de Comunicação Efetiva/Afetiva a ser implementado no Núcleo de Gestão Integrada (NGI) ICMBio Brasília-Contagem para contribuir na formação de uma equipe colaborativa que gere resultados para a conservação da biodiversidade no Cerrado e agregue valores socioambientais para a sociedade. Foi realizado o Diagnóstico da Comunicação Interna do NGI ICMBio Brasília Contagem; planejado e executado a primeira fase do Planejamento Estratégico de Comunicação Interna; estabelecida metodologia para reunião no NGI e registradas as reflees sobre o papel do líder na efetividade/afetividade da Comunicação Interna e exercício da Liderança Relacional

Ano de Publicação: 2018

Jardim Botânico 1808 2008 -

Um passeio pelo Jardim Botânico pode ser muitos. A pessoa consigo mesma, abrigada das arestas e tensões do cotidiano; com amigos, com a família, sob o afeto das árvores. Pode ser uma caminhada para acordar o corpo sedentário, ver e ouvir crianças e passarinhos, nutrir-se da força majestosa da mata. Pode ser um tempo para emocionar-se, refletir, fora do ritmo e formalidades do meio urbano e das convenções profissionais e sociais. Para aprender, descobrir, observar, mostrar, embevecer-se, deixar-se envolver por um museu vivo, ser seu elo contemporâneo. Para sentir-se parte de uma história de 200 anos que diz tanto sobre o Brasil. Não é só refúgio, contemplação, cultura e conhecimento a dádiva do Jardim Botânico. Ele é um lugar, principalmente, de procurar respostas para nossos dilemas de hoje, por meio do despertar da sensibilidade para valores humanos, espirituais e ambientais e para prazeres e sensações profundos, não-consumistas e não-imediatistas. Nem sempre no nível do consciente ou das palavras, os sentidos captam uma educação sutil que fica plantada na alma como um jequitibá frondoso, cuja sombra e frutos aparecem, ao longo da vida, nas escolhas, no sentido do olhar, nas emoções individuais e coletivas, nas prioridades, na generosidade, no respeito às diferenças, na solidariedade, na negação da truculência, do egoísmo e do valetudo como leis de sobrevivência na sociedade. Este é também um jardim de mentes e, talvez, ao incluírem o Jardim Botânico entre suas 7 maravilhas, os cariocas estivessem de certa forma expressando a compreensão de que ele é um forte símbolo de algo que não querem destruir dentro de si mesmos, apesar das pressões, do medo, dos conflitos. Os 200 anos desse multi-jardim são inclusivos e plenos de diversidade biológica e humana. Creio que não devemos vê-los de maneira estanque, embora a linha temporal seja importante para entendermos sua progressiva adaptação aos desafios das diferentes épocas, sua construção institucional e social. Criado por d. João em 1808, como Jardim da Aclimação, para preservar as especiarias vindas das Índias Orientais, o foi também, ao lado dessa função utilitária, porque o então príncipe regente extasiou-se diante da natureza e quis protegê-la. Já estava aí presente o tema basilar recorrente da vida brasileira: como nos desenvolvermos sem destruir algo que é central em nossa identidade, ou seja, a privilegiada natureza presente no território onde nos constituímos como nação? Em nossos dias, com maior complexidade social, cultural e política, temos que lidar com esse imperativo de maturidade nacional, o ponto de inflexão que nos levará (ou não) ao crescimento com a qualidade ambiental que está posta como inalienável desde que, ao sabor da geopolítica de cinco séculos atrás, aqui começou uma história que herdamos e da qual somos os atuais construtores. O Jardim Botânico é um microcosmo das potencialidades virtuosas dessa história, um sinalizador de que um futuro melhor depende da integração entre desenvolvimento humano, espiritual, social e econômico, o que supõe bases culturais, educacionais, estrutura científica e tecnológica e uso inteligente dos recursos naturais. Desde sua criação, o maior objetivo do Jardim Botânico – uma autarquia ligada ao Ministério do Meio Ambiente – é a pesquisa para a conservação da biodiversidade e preservação do meio ambiente. Hoje, com acervo de valor incalculável, desenvolve ações de natureza científica, educacional, ambiental, cultural e social. Tombado como Monumento Nacional pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, definido pela Unesco como Reserva da Biosfera da Mata Atlântica, passou por grandes transformações no decorrer de dois séculos e afirmou-se como referência nacional e internacional em jardins botânicos. As diferentes administrações do passado, em conjunto com a participação consciente e ativa da sociedade civil do Rio de Janeiro, entregaram a esta gestão um acúmulo de realizações, de formas de interagir com a cidade. Nós estamos, portanto, agregando nossa contribuição por meio de uma política destinada a aprofundar essa interação e a expandir as atividades do Jardim Botânico de forma integrada e multidimensional. Programas e projetos de pesquisas científicas na Mata Atlântica, Zona Costeira, Conservação e Taxonomia integram a área científica. O projeto de informatização do Herbário tornou disponível na Internet seu acervo. A área de ensino consolidou-se na Escola Nacional de Botânica Tropical, instalada no Solar da Imperatriz, com a introdução dos cursos de mestrado e doutorado em Botânica Tropical, além dos cursos de extensão em gestão ambiental. Outro destaque é o acervo da Biblioteca Barbosa Rodrigues, uma das mais completas do País na área de Botânica. A pesquisa está presente ainda no Programa de Apoio Institucional de Desenvolvimento dos Jardins Botânicos Brasileiros e no Banco de DNA de Espécies da Flora Brasileira. Ainda em 2008, será implantado o Centro de Conservação da Flora, para ser referência nacional de dados sobre a flora brasileira, além de subsidiar o Ministério do Meio Ambiente na elaboração da Política Nacional de Biodiversidade e de acesso a recursos genéticos. Os visitantes ganharão, também, o Museu do Meio Ambiente. Interativo e sensorial, mostrará o meio ambiente como um processo dinâmico e retratará a relação do homem com a natureza. Na área social, são promovidos cursos de jardinagem e inclusão social para jovens oriundos de comunidades populares. Eles têm nas aléias, canteiros, recantos naturais e no Caminho da Mata Atlântica, uma fonte inesgotável de trabalho e aprendizado. E, nos últimos anos, o Jardim Botânico passou a desenvolver também atividades na área cultural com a inauguração do Espaço Tom Jobim – Cultura e Meio Ambiente. Como se vê, uma trajetória tão rica e tão cheia de possibilidades merece uma grande comemoração, ela mesma planejada de forma a refletir os valores que se deseja que o Jardim Botânico expresse. Para isso foi instalado, em setembro de 2007, o Conselho dos 200 anos do Jardim Botânico, grupo formado por autoridades, cientistas, empresários e artistas. Da junção de visões e abordagens, surgiu a programação agora aberta ao Rio de Janeiro, ao Brasil e a quem mais queira compartilhar esse momento que é memória, futuro, ação e encantamento. O mesmo encantamento que Einstein manifestou ao andar por essas trilhas em 1925 e que esperamos possa continuar a iluminar e inspirar os sonhos e vidas de crianças e adultos que por aqui passam. 

Senadora Marina Silva -  Ministra do Meio Ambiente - jan 2003 / maio 2008

Ano de Publicação: 2008

Roteiro: Diversidade e Evolução - Projeto TECENDO REDES POR UM PLANETA TERRA SAUDÁVEL

O tema Evolução e Diversidade foi escolhido para a SNCT para comemorar os 150 anos da Teoria da Evolução, proposta por Charles Darwin. O tema deste ano assume os vínculos indissociáveis da evolução da vida com a diversidade, entendida em suas múltiplas abordagens: biológica, ambiental, étnica e cultural. O projeto “Tecendo Redes por um Planeta Terra Saudável” nascido da parceria entre Instituições de Pesquisa e escolas da rede pública, busca refletir sobre as questões gerais da SNCT a partir da realidade local visando à transformação dessa realidade através de uma rede colaborativa. As perguntas que nos guiaram com essa temática foram: Como a reflexão sobre a realidade (local e global) contribui para problematizar a discussão sobre o tema “Evolução e diversidade”? Como este tema pode ajudar a construir conhecimentos e direcionar ações que possam contribuir para a transformação da nossa realidade local e global? Foi um desafio para os participantes do projeto, trabalharmos com conceitos difíceis de serem problematizados com os estudantes, principalmente das séries iniciais, e com grande risco de ser utilizado de forma incorreta e superficial, como o da evolução. Isso por outro lado estreitou os elos da rede ao nos fazer procurar coletivamente, através do estudo e do debate, o modo mais indicado de abordar aqueles conceitos e suas co-relações. 9 10Diversidade Evolução 11 Seguindo a metodologia delineada no projeto, um diagnóstico foi feito junto aos estudantes das escolas participantes perguntando o que eles entendiam por evolução, por diversidade, onde percebiam a diversidade e o que achavam necessário fazer para mantê-la. Os dados nos mostraram que se havia muita confusão quanto ao entendimento dos conceitos, por outro lado os estudantes entendiam o valor da vida e se mostravam dispostos a defendê-la, reivindicando a igualdade no direito à vida e respeito às diferenças. A equipe do Núcleo de Educação Ambiental do Jardim Botânico do Rio de Janeiro formulou junto aos professores das escolas do entorno este “Roteiro da Evolução e Diversidade” no arboreto a fim de alimentar essa reflexão para as visitas realizadas pelas escolas participantes durante a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia 2008. As questões nele apresentadas, representadas nos oito pontos do roteiro, buscam esclarecer os conceitos e as possibilidades que nos permitem entender nosso lugar e nosso tempo a partir de um cenário que começa num jardim, mas que devem caminhar por dentro das escolas. Este Caderno é parte do registro dessa atividade e não temos ilusão que encerram dúvidas e esgotam o debate, pretendemos que ele nos sirva como estímulo a continuar inquirindo, pesquisando, tentando responder nossos estudantes e junto a eles formular outras perguntas. Participantes do Projeto Tecendo Redes Por Um Planeta Terra Saudável: SME, Fundação Oswaldo Cruz, Museu de Astronomia e Ciências Afins, Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 1ª CRE, 2ª CRE, 4ª CRE, Colégio Pedro II. Escolas Participantes da 2ª CRE, E.M. Camilo Castelo Branco, E.M. Capistrano de Abreu, E.M. Julio de Castilhos, E.M. Luiz Delfino, E.M. Manoel Cícero, E.M.Oscar Tenório e E.M. Julia Kubtschek.

Ano de Publicação: 2009