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Descrição Autores


Noções Morfológicas e Taxonômicas para Identificação Botânica

Apresentação

A identificação botânica é um primeiro passo para a pesquisa com plantas, pois os dados gerados devem ser ligados a um nome científico e, para chegar a esse nome, os taxonomistas precisam analisar criteriosamente amostras da planta, compará-las com amostras previamente determinadas no acervo dos herbários e, finalmente, com a literatura especializada. Para que se obtenha sucesso na identificação dessas amostras, elas devem ser coletadas e tratadas de acordo com uma metodologia específica. As pessoas que estão coletando precisam ter noções gerais de morfologia para que possam fazer as devidas anotações em campo, que muito auxiliam no processo de identificação. É importante ainda ter conhecimento sobre os herbários e a história da classificação, para que possam compreender o papel desempenhado por eles no conhecimento da biodiversidade, e contribuir com o crescimento dos acervos botânicos existentes no Brasil. Este trabalho oferece informações básicas sobre taxonomia e morfologia, que auxiliarão aos interessados no processo de identificação botânica. 

Adriano Venturieri

Chefe-Geral Embrapa Amazônia Oriental

Ano de Publicação: 2014

MANUAL DE IDENTIFICAÇÃO DE MUDAS DE ESPÉCIES FLORESTAIS 2ª edição

O Programa de Reflorestamento da Cidade do Rio de Janeiro, desenvolvido pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente, ao longo dos seus 27 anos, passou por uma série de evoluções. Cada fase contribuiu para agregar conhecimentos práticos relativos à sua metodologia de trabalho, dentre os quais, a identificação das essências florestais com melhor desempenho, considerando a diversidade de ambientes em que o projeto atua. O objetivo deste manual é apresentar as espécies que obtiveram um maior destaque pela sua resposta nos processos de recuperação da cidade e é dirigido aos profissionais e executores de plantios florestais, especialmente em encostas com características semelhantes às que ocorrem no Rio de Janeiro. Trata-se de uma publicação contendo informações simplificadas, sendo bastante útil como um manual de campo, para rápida referência, tornando-o uma importante ferramenta de trabalho para os técnicos e trabalhadores das equipes de reflorestamento da Prefeitura. Uma peculiaridade deste material é o fato de ilustrar as espécies na forma de mudas, uma vez que muitas delas apresentam dimorfismo em sua fase jovem, dificultando a identificação. Nesta segunda edição foram acrescidas 15 fichas, totalizando 54 espécies florestais nativas da Mata Atlântica, ilustradas com as respectivas classificações, zonas de ocorrência, informações ecológicas, usos, fenologia e características morfológicas que auxiliam na classificação das mudas. 

Ano de Publicação:

Espécies Nativas da Flora Brasileira de Valor Econômico Atual ou Potencial - Plantas para o Futuro: Região Nordeste

Apresentação

O Brasil detém a maior riqueza de flora em âmbito mundial e de remanescentes de ecossistemas tropicais. Assim, observamos nas diferentes regiões a ocorrência de centenas de espécies da biodiversidade com alto valor ecológico, genético, social, econômico, científico, educacional, cultural e estético. Essa é uma enorme vantagem comparativa para o país, que precisa conhecer a flora nativa para promover sua utilização. Na medida em que valorizamos e utilizamos a nossa biodiversidade, aumentamos a preservação, ampliamos o número de espécies utilizadas, que vem se restringindo nos últimos anos, e contribuímos para a adaptação às mudanças do clima, com o emprego de plantas mais adaptadas às condições brasileiras. Hoje, a exploração sustentável do nosso patrimônio genético é limitada às áreas de ocorrência natural e envolve atividades complexas, desde a bioprospecção e pesquisa, até a indústria de transformação, produção, criação de mercados e comercialização. O Ministério do Meio Ambiente desenvolveu, para lidar com o tema, a Iniciativa Plantas para o Futuro, que visa à identificação de espécies nativas que possam ser utilizadas como opções para a agricultura familiar na diversificação do cultivo, ampliação das oportunidades de investimento pelo setor empresarial em produtos com a cara do Brasil, e para redução da vulnerabilidade do sistema alimentar. A partir de ampla parceria com instituições governamentais e não governamentais, com os setores acadêmico e empresarial, e movimentos sociais, a Iniciativa vem construindo estratégias que contribuem, também, para o resgate, valorização e proteção dos conhecimentos tradicionais, dos saberes e sabores da culinária tradicional e popular brasileira. A presente obra compõe a série de livros sobre as espécies nativas das cinco regiões geográficas brasileiras – já estão publicados os volumes sobre as regiões Sul e Centro- Oeste. Com 154 espécies descritas em dez diferentes grupos de uso, reúne os principais dados sobre a flora do Nordeste e seu potencial de uso, oferecendo um grande impulso ao aproveitamento e agregação de valor à biodiversidade da Região.

Edson Duarte

Ministro do Meio Ambiente

Ano de Publicação: 2018

CACTOS DO RIO GRANDE DO SUL

A Convenção da Diversidade Biológica (CDB), da qual o Brasil é um dos países signatários, prevê como um de seus pilares básicos a sustentabilidade de sistemas socioambientais. Para que isto ocorra, é fundamental o desenvolvimento de políticas e estratégias que envolvam distintos setores públicos e privados da sociedade. Neste contexto, o Projeto RS Biodiversidade (Conservação da biodiversidade como fator de contribuição ao desenvolvimento do Estado do Rio Grande do Sul) se justifica tendo em vista a constatação da necessidade de enfrentamento de situações identificadas no Rio Grande do Sul (RS), que a cada dia se tornam da maior gravidade, sob o ponto de vista de ameaças aos recursos naturais e de todas consequências destas, seja sob aspectos ambientais, sociais, culturais ou econômicos. O Projeto tem por objetivo principal promover a conservação e recuperação da biodiversidade, mediante o gerenciamento integrado dos ecossistemas e a criação de oportunidades para uso sustentável dos recursos naturais com vistas ao desenvolvimento regional, contribuindo, assim, para o fortalecimento das instituições envolvidas nestes temas. É objeto do acordo de doação nº TF 095979, entre o Estado do Rio Grande do Sul, o Banco Mundial (BIRD) e o Fundo Mundial de Meio Ambiente (GEF), firmado em 25 de outubro de 2010, com efetivo início em 23 de fevereiro de 2011 e conclusão prevista para 31 de março de 2016. A forma de desenvolvimento do Projeto RS Biodiversidade envolve distintas instituições como executoras, como a Fundação Estadual de Proteção Ambiental (FEPAM), Empresa de Assistência Técnica Rural (EMATER), Fundação Zoobotânica do Rio Grande do Sul (FZB-RS), The Nature Conservancy (TNC) e outras instituições como parceiras (por exemplo, a Fundação Estadual de Pesquisa Agropecuária (FEPAGRO) e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). A FZB-RS, como uma das executoras, vem desenvolvendo inúmeras ações. Dentre essas, destaca-se a questão relacionada com plantas ornamentais do bioma Pampa. No conjunto deste segmento se destacam os cactos, de grande diversidade de espécies, formas e cores e que, constantemente, vem sendo alvo de interesse seja de pesquisa quanto de utilização econômica. Faltam, entretanto, estratégias objetivas que permitam um uso sustentável deste grupo da flora e, neste sentido, a presente publicação busca fornecer dados claros e de fácil compreensão, o que fornecerá subsídios importantes para a construção de políticas setoriais que venham ao encontro da conservação da biodiversidade e do objetivo maior do Projeto RS Biodiversidade, que é a construção do desenvolvimento do Estado do Rio Grande do Sul com bases efetivas de apoios da sociedade em termos ambientais, culturais e econômicos. 

Projeto RS Biodiversidade

 LUIZA CHOMENKO Bióloga e Coordenadora do Projeto RS Biodiversidade, na Fundação Zoobotânica do Rio Grande do Sul

Ano de Publicação: 2016

BIOLOGIA DA POLINIZAÇÃO

Prefácio

A polinização é considerada um serviço ecossistêmico básico e que suporta os outros serviços ecossistêmicos disponibilizados pela natureza, como aumento da produção agrícola, do controle biológico e da  erosão do solo, ciclagem de nutrientes, conservação da vida selvagem etc. Nos últimos anos, as alterações antrópicas, ou seja, os impactos causados pelo homem na sua utilização dos recursos naturais, levaram ao decréscimo de populações de alguns polinizadores fundamentais para a produção de alimento no mundo. Como consequência, um alerta geral sobre a importância do tema surgiu nos cenários científico e econômico. O valor da polinização na agricultura mundial foi estabelecido em aproximadamente 10% do valor econômico dos produtos agrícolas. O assunto passou a ser abordado em muitos setores e foram feitas projeções econômicas de acordo com as externalidades de mercado e as ambientais. O valor da polinização biótica, entretanto, que compreende a polinização pelos animais (insetos como abelhas, mariposas, besouros, borboletas; pequenos vertebrados, destacando-se algumas aves e os morcegos), foi estabelecido para as poucas espécies que compõem a maior parte da alimentação humana comercializada. Mas a estimativa mais recente é de que a polinização por animais favorece cerca de 87,5% das espécies botânicas conhecidas (308.000 espécies aproximadamente), portanto o seu valor para a manutenção da biodiversidade é incalculável. Neste momento da vida do planeta, as interações entre plantas e polinizadores e o impacto na biodiversidade são de vital importância e focalizados, nesta década da biodiversidade, como prioridade. No Brasil, os pesquisadores Marlies Sazima e Ivan Sazima estabeleceram um grupo de estudos de polinização de nossas plantas nativas, na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), na década de 1980. Foi um trabalho pioneiro, bem estruturado, de alta qualidade e que trouxe frutos importantes, entre eles a formação de uma geração bem preparada de biólogos da polinização, que continuam multiplicando este conhecimento. A atividade acadêmica da Dra. Marlies Sazima, que é alvo desta homenagem ao completar seus 70 anos, se reflete na produção científica e na formação de excelentes pesquisadores, que ocupam posições de destaque em universidades e centros de pesquisa de todo o país e no exterior. Este livro, cuidadosamente preparado para esta ocasião, é o mais importante e atual sobre Biologia da Polinização publicado no Brasil, em português, e está entre os melhores da literatura internacional. Destaca-se a abordagem evolutiva, precisa e ao mesmo tempo simples. Os capítulos foram bem elaborados, utilizaram ampla literatura e nos trazem um panorama muito completo sobre o que é conhecido atualmente sobre a polinização. A leitura é muito agradável e permeada de dados históricos para a construção dos conceitos. As figuras apresentadas são de muita qualidade e ilustram muito bem o texto. Será certamente um clássico da literatura científica brasileira. Um livro com a síntese do conhecimento está entre as mais preciosas homenagens que alunos e colaboradores podem prestar a uma cientista. Ele reflete de maneira clara e objetiva a enorme contribuição acadêmica da Dra. Sazima, um exemplo a ser seguido. Sem dúvida, a sua utilização trará um grande avanço para o desenvolvimento da área no Brasil. Conheci Marlies e Ivan quando ainda éramos alunos do curso de Ciências Biológicas, no Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo (USP). Os estudos sobre polinização e os lindos slides apresentados por eles, além da precisão da informação, nos encantavam. Eu trabalhava com as abelhas e eles, com os sistemas de polinização. Comportamento animal era o nosso interesse comum. Mais tarde, a polinização e, mais diretamente, focalizar as abelhas como os polinizadores muito importantes para a biodiversidade brasileira fizeram parte da minha rotina de estudos e trabalho. Durante essa longa trajetória, foi sempre um prazer ler os trabalhos publicados, acompanhar a produção dos alunos e compreender a teia da construção do conhecimento, com flores, abelhas e outros animais. Este livro terá um lugar de destaque na nossa biblioteca e no dia a dia de pesquisadora e professora. Fiquei muito sensibilizada com essa importante contribuição e com a possibilidade de externar aqui o meu respeito e a minha consideração por todos os autores e, especialmente, por Marlies Sazima.

Vera Lucia Imperatriz-Fonseca

(Universidade de São Paulo)


Ano de Publicação: 2014

Guia de plantas visitadas por abelhas na caatinga

Guia de plantas visitadas por abelhas na caatinga O “Guia de plantas da caatinga visitadas por abelhas” insere-se nos objetivos do Projeto “De Olho na Água” como parte das ações integradas e participativas, fundamentadas em pesquisas científicas e na aplicação de técnicas ecossustentáveis. A longo prazo, o manejo de abelhas nativas tem um propósito maior além da geração de renda suplementar que a produção de mel pode proporcionar. O ganho maior é a conservação da flora nativa, que tem nesses polinizadores um dos vetores mais importantes para a manutenção da qualidade dos ecossistemas e, consequentemente, da qualidade de vida de todas as espécies.

Patrocinado pela Petrobras, através do Programa Petrobras Ambiental, o Projeto “De Olho na Água” apresenta esse Guia como o resultado da articulação entre o saber científico e a prática sustentável dos recursos naturais. Daí sua importância num momento crucial em que a humanidade discute em fóruns internacionals a necessidade de um novo paradigma na relação do homem com a natureza. A escolha de implementar este trabalho de plantas visitadas pelas abelhas no Projeto “De Olho na Água” , com a Fundação Brasil Cidadão, foi pelo excelente trabalho de conservação da natureza, em especial do manguezal, desenvolvido em Icapuí, a valorização local do capital natural e a formação de uma nova geração que vai fazer a diferença na gestão dos recursos naturais. Este Guia é útil para o reconhecimento destas plantas essenciais para as abelhas que estão na caatinga. Foi construído baseado em trabalhos de campo de teses de doutoramento e projetos de pesquisa desenvolvidos por pesquisadores da Universidade de São Paulo e da Universidade Federal Rural do Semi-Árido, com apoio das agências financiadoras de pesquisa CAPES e CNPq. O estudo identificou as plantas com flores da caatinga e a utilização destes recursos florais pelas abelhas. Temos árvores, arbustos, herbáceas e trepadeiras importantes para as abelhas da caatinga. Os ramos floridos foram coletados para identificação por especialistas e depositados no Herbário da Universidade Federal Rural do Semi-Árido. Desta forma, temos à disposição informações úteis para a população em geral, assim como para aqueles que se dedicam à jardinagem e paisagismo com plantas nativas da caatinga, pois falamos sobre as flores observadas, suas formas, tamanhos, cores e época de florescimento. As fotografias foram feitas especialmente para este guia. Uma aplicação importante deste conhecimento é o incentivo à construção de jardins para polinizadores, uma ação que já é implementada em várias partes do mundo, para conservar as abelhas. Esses jardins podem ter tamanhos variados e são utilizados em residências, escolas, ruas, praças e parques.


Ano de Publicação: 2012

Guia de zingiberales dos sítios PPBio na Amazônia Ocidental brasileira = Guide to the zingiberales of PPBio sites in brazilian western Amazonia

Prefácio 

É com imensa satisfação que recebo mais um produto resultante dos trabalhos efetuados pelo PPBio Amazônia, especialmente, por se tratar de um livro com informações relacionadas a um grupo de plantas que, apesar de bastante atrativo, é tradicionalmente negligenciado em levantamentos floriticos na região. Este guia, certamente, vem contribuir de forma significativa para o inicio da mudança desse quadro. Monocotiledoneas compreendem um importante componente das florestas amazônicas e, provavelmente, muitas de suas espécies ainda não são conhecidas para a região ou mesmo para a ciência. Considero que um conhecimento taxonômico adequado sobre as espécies apresentadas e a utilização de linguagem apropriada ao público a que se destina são algumas das mais importantes características de um bom guia de campo, e essas condições foram alcançadas pelos autores do presente trabalho. Eles se preocuparam com a correta identificação dos espécimes apresentados, efetuadas ou confirmadas por especialistas, sempre que possível, principalmente, por se tratar de um grupo de plantas ainda com muitos problemas taxonômicos. A presença de vários táxons determinados somente até o nível genérico, por exemplo, em nada diminui a qualidade do trabalho, apenas confirma, como os próprios autores apontam, nossa grande ignorância quanto à diversidade de plantas amazônicas, além da urgente necessidade de estudos taxonômicos e amostragens mais intensas que permitam que essas espécies sejam adequadamente levantadas, delimitadas e descritas. Os autores também utilizaram linguagem suficientemente simples, associada à apresentação de um conveniente glossário dos termos técnicos utilizados, sempre que necessário, permitindo, desta forma, seu alcance a um grande público, incluindo também usuários com conhecimento mais aprofundado de botânica. Agradeço, em nome de todos os futuros usuários deste guia, pela possibilidade oferecida de podermos identificar, ainda em campo, algumas das plantas mais belas e fascinantes da Flora amazônica – isso nos deixa com muita vontade de dar continuidade ao processo de levantar e conhecer ainda mais espécies da região - e parabenizo os autores pelo grande e exemplar esforço realizado em trabalhos de campo para amostragem e aquisição das imagens.

José Eduardo Lahoz S. Ribeiro

Professor de Sistemática Vegetal na Universidade Estadual de Londrina e autor da Flora da Reserva Ducke.

Ano de Publicação: 2011

Guia de marantáceas da Reserva Ducke e da Reserva Biológica do Uatumã = Guide to the Marantaceae of the Reserva Ducke and Reserva Biológica do Uatumã

Prefácio 

A Amazônia tem sido descrita por muitos superlativos: a maior área de floresta tropical, os maiores rios, a maior diversidade e, infelizmente a maior taxa de desmatamento. Do ponto de vista botânico, as comparações incluem também menos coletada e menos conhecida. A densidade média de coletas de plantas na Amazônia é mais ou menos um décimo do que seria necessário para conhecer a flora minimamente, e podem existir dezenas de milhares de espécies ainda não coletadas e não estudadas. Cada nova monografia botânica inclui descrições de novas espécies. Para Marantaceae, uma monografia recente de Monotagma quase dobrou o número de espécies conhecidas da região. Enquanto outras partes do mundo contam com guias de campo já há algumas gerações, a Amazônia brasileira tem ficado para trás neste aspecto, e os biólogos que trabalham aqui costumam ficar frustrados com a incapacidade de identificar as plantas diretamente no campo. A Amazônia precisa desesperadamente de muito mais coletas para permitir que sua biodiversidade surpreendente seja catalogada, e necessita desesperadamente de guias de campo para nos ajudar a identificar as espécies já conhecidas. Se queremos manejar sustentavelmente as espécies da Amazônia, então precisamos identificar o que estamos manejando. Se queremos saber como a floresta amazônica funciona, precisamos saber quais espécies estão presentes, onde ocorrem e como identificá-las. Se queremos saber quanto estamos danificando a Amazônia, precisamos saber algo das espécies que podem estar sendo extintas. Este esplêndido guia em suas mãos é um passo de primeira classe nesta direção, com lindas figuras, bem organizado e baseado em um competente trabalho de campo. É um excelente modelo para guias futuros, e se tempo, financiamento e a própria sobrevivência das ambientes da região permitirem, espero sinceramente que existam muitos outros semelhantes a este.

Dr. Mike Hopkins

Trabalha no Herbário INPA e coordenou,

juntamente com o Dr. Eduardo Ribeiro, a

produção da Flora da Reserva Ducke, a

primeira flora completa para uma área da

Amazônia brasileira


Ano de Publicação: 2008

BOAS PRÁTICAS DE MANEJO PARA O EXTRATIVISMO SUSTENTÁVEL DO Butiá

Apresentação


O uso e manejo sustentável da biodiversidade representa uma estratégia inovadora para garantir a conservação de recursos naturais e, ao mesmo tempo, oportunizar a geração de renda em bases ambientalmente amigáveis. Esta publicação foi escrita para produtores rurais, pessoas que elaboram produtos à base de butiá, artesãos, técnicos, responsáveis pela elaboração de políticas públicas e, de modo geral, a todos os apreciadores dos butiazais e do butiá. Contém informações sobre o tema, incluindo as características do ambiente em que são encontradas as plantas, sua importância para as pessoas e a natureza, e propostas de boas práticas de manejo sustentável para sua regeneração e conservação. Tem o objetivo de colaborar para a conservação e o uso sustentável dos butiazais no pampa brasileiro e uruguaio, para que a geração atual e também as futuras gerações possam continuar colhendo butiá, gerando renda e conservando a natureza.

Clenio Nailto Pillon

Chefe-Geral

Embrapa Clima Temperado

Ano de Publicação: 2014

Cores e formas no bioma pampa: gramíneas ornamentais nativas

Apresentação

Os campos naturais e a biodiversidade que eles apresentam é uma riqueza que merece ser valorizada no Bioma Pampa. Associar a conservação dessa biodiversidade com seu uso inovador é uma estratégia importante para o desenvolvimento sustentável. Um novo olhar sobre as espécies de gramíneas que ocorrem nos diferentes ecossistemas que compõem este Bioma, explorando suas formas e cores como um elemento a mais no paisagismo e na arte floral, é um diferencial para a floricultura. Ao mesmo tempo em que se abrem novas perspectivas de uso, ampliam-se as necessidades de pesquisa e desenvolvimento relacionados a essas espécies nativas com potencial ornamental, como biologia floral, melhoramento genético e fitotecnia, além do desenvolvimento de metodologias para a produção comercial de mudas. Com este segundo volume da coleção Cores e Formas no Bioma Pampa, a Embrapa Clima Temperado amplia a sua contribuição para a divulgação e a valorização da diversidade de plantas nativas no Bioma Pampa.

Boa leitura!

Clenio Nailto Pillon

Chefe-Geral - Embrapa Clima Temperado

Ano de Publicação: 2015