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Título
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Planaveg: Plano Nacional de Recuperação da Vegetação Nativa

SUMÁRIO

1 Apresentação..........................................................................................................................11

2 Sumário Executivo.................................................................................................................13

3 Introdução.............................................................................................................................17

4 Visão e Objetivo....................................................................................................................23

4.1 Visão...............................................................................................................................23

4.2 Objetivo..........................................................................................................................23

5 Benefícios da Recuperação da Vegetação Nativa...................................................................28

5.1 Benefícios Econômicos......................................................................................................30

5.1.1 Criação de uma nova “economia verde” baseada na recuperação da vegetação nativa...................30

5.1.2 Custos e riscos evitados.........................................................................................31

5.1.3 Serviços ambientais...............................................................................................31

5.2 Benefícios sociais.............................................................................................................32

5.2.1 Redução de pobreza e desigualdade.......................................................................32

5.2.2 Identidade e inclusão social...................................................................................32

5.2.3 Segurança Alimentar.............................................................................................32

5.3 Benefícios Ambientais.....................................................................................................33

5.3.1 Conservação da biodiversidade..............................................................................33

5.3.2 Mitigação e adaptação às mudanças do clima........................................................33

5.3.3 Melhoria na qualidade e quantidade da água.........................................................33

6 Fatores de sucesso para a recuperação da vegetação nativa........................................................35

6.1 Experiências ao redor do mundo.....................................................................................35

6.2 Avaliação dos fatores de sucesso no Brasil.........................................................................39

6.3 Políticas públicas complementares...................................................................................39

7 Estratégia...............................................................................................................................42

7.1 Eixo: Motivar..................................................................................................................44

7.1.1 Iniciativa Estratégica: Sensibilização – lançar movimento de comunicação com foco em agricultores, agronegócio, população urbana, credores, líderes de opinião e tomadores de decisão, a fim de promover a consciência sobre o que é a recuperação da vegetação nativa, onde e como deve ser realizadaquais benefícios ela traz e como se envolver e apoiar este processo.........................44

7.2 Eixo: Facilitar..................................................................................................................47

7.2.1

Iniciativa Estratégica: Sementes & Mudas – Promover a cadeia produtiva da recuperação da vegetação nativa por meio do aumento da capacidade de viveiros, de produtores de sementes e demais estruturas para produção de espécies nativas e racionalizar as políticas para melhorar a quantidadequalidade e acesso as sementes e mudas de espécies nativas....................................47

7.2.2 Iniciativa Estratégica: Mercados – Fomentar mercados para os produtos e serviços ecossistêmicos gerados durante o processo de recuperação ou em áreas já recuperadas, gerando receita para os proprietários de terras envolvidos por meio da comercialização de produtos madeireiros e não-madeireiros, bem como o pagamento pela provisão de serviços ecossitêmicos como a proteção de corpos hídricos e áreas de recargas de aquíferos, aumento do estoque de carbono, entre outros.......................................................48

7.2.3 Iniciativa Estratégica: Instituições – Definir os papéis e responsabilidadeentre os órgãos de governo, empresas e a sociedade civil, e alinhar e integrar as políticas públicas existentes e novas em prol da recuperação da vegetação nativa....................................................................................................51

7.3 Eixo Implementar............................................................................................................54

7.3.1 Iniciativa Estratégica: Mecanismos Financeiros – Desenvolver mecanismos financeiros inovadores para incentivar a recuperação da vegetação nativa, incluindo empréstimos bancários preferenciais, doações, compensaçõeambientais, isenções fiscais específicas e títulos florestais........................................54

7.3.2 Iniciativa Estratégica: Extensão Rural – Expandir os serviços de extensão rural (públicos e privados) com objetivo de contribuir para capacitação dos proprietários de terras, com destaque para os métodos de recuperação

de baixo custo.......................................................................................................56

7.3.3 Iniciativa Estratégica: Planejamento Espacial & Monitoramento – Implementar um sistema nacional de planejamento espacial e de monitoramento para apoiar o processo de tomada de decisão para a recuperação da

vegetação nativa....................................................................................................58

7.3.4 Iniciativa Estratégica: Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação – Aumentar a escala e o foco do investimento em pesquisa, desenvolvimento e inovação para reduzir o custo, melhorar a qualidade e aumentar a eficiência da recuperação da vegetação nativa, considerando os fatores ambientais, sociais e econômicos....................61

8 Relação entre o Planaveg e os fatores de sucesso da recuperação da vegetação nativa.........64

9 Definições..............................................................................................................................65

10 Referências bibliográficas.....................................................................................................66

11 Anexos..................................................................................................................................


APRESENTAÇÃO

Os Ministérios do Meio Ambiente, da Casa Civil da Presidência da República, da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e da Educação, no uso das suas atribuiçõee tendo em vista o disposto no parágrafo único, do art. 5º do Decreto no 8.972, de 23 de janeiro de 2017 estabelecem o Plano Nacional de Recuperação da Vegetação Nativa - PLANAVEG. O Planaveg visa ampliar e fortalecer políticas públicas, incentivos financeiros, mercados, tecnologias de recuperação, boas práticas agropecuárias e outras medidas necessárias para a recuperação da vegetação nativa, principalmente em áreas de preservação permanente - APP e reserva legal - RL, mas também eáreas degradadas com baixa produtividade agrícola. A elaboração e implementação de um plano dessa magnitude é um enorme desafio. Dessa forma, um ponto de partida fundamental foi conhecer ações e experiências de sucesso existentes no Brasil e no resto do mundo. Em apoio a esse processo, o Ministério do Meio Ambiente – MMA, no segundo semestre de 2013, assinou um memorando de entendimento com o World Resources Institute – WRI, para o desenvolvimento de uma estratégia de recuperação em larga escala, da vegetação nativa no Brasil. Nesse contexto, foram realizadas oficinas de trabalho em São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ) e Brasília (DF), entre os dias 24 a 30 de setembro de 2013, com o objetivo de promover discussões e compartilhar informações sobre melhores práticas  de recuperação de áreas degradadas ou alteradas no Brasil entre representantes de ONGs, setor privado, governos e instituições de pesquisa e extensão que atuam na área. Participaram dessas oficinas mais de 45 organizações, totalizando 70 participantes, que discutiram as oportunidades e os desafios para a elaboração de uma estratégia nacional de recuperação da vegetação nativa. Com o objetivo de contribuir com o tema, o World Resources Institute (WRI) eUnião Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais (IUCN), membros da Parceria Global para a Restauração da Paisagem Florestal (GPFLR), compartilharam exemplos históricos e melhores práticas internacionais. O objetivo desses debates e exemplos foi identificar as barreiras existentes para a recuperação da vegetação nativa bem como indicar os fatores de sucesso que permitiram o êxito da recuperação no Brasil e em outros lugares ao redor do mundo. As sugestõee recomendações geradas nessas oficinas, bem como subsídios extraídos de reuniões, discussões e pesquisaforneceram as bases para a elaboração da versão preliminar do Planaveg, preparada e consolidada pelo MMA e parceiros e apresentada em mais de 20 eventos nacionais e internacionais relacionados ao tema. Além disso, a versão preliminar do Planavepassou por um processo de consulta pública, feita  por meio da divulgação da proposta no site do MMA, sendo as contribuições recebidas por e-mail institucional entre 23 de dezembro de 2014 e 09 de agosto de 2015. Foram recebidas sugestões e contribuiçõedas mais diversas vindas principalmente de cidadãos comuns, mas também de órgãos governamentais e da sociedade civil organizada. Essas sugestõee contribuições foram analisadas e incorporadas, em sua maioria, no atual plano. O Planaveg não pode ser visto isolado de outras políticas públicas já existentes. É, na verdade, complemento necessário para viabilizar diferentes políticas setoriais e trans-setoriais, como as de combate à fome e à miséria, mudanças climáticas, agricultura sustentável, recursos hídricos, energia, para mencionar os mais relevantes. De fato, a recuperação da vegetação nativa gera um ciclo virtuoso de recuperação da biodiversidade, recuperação de solo, aumento da produção agrícola, geração e manutenção de recursos hídricos, redução e absorção de emissões de carbono, inclusão social, com geração de emprego e renda, que são complementares e necessárias para uma economia inclusiva, robusta e sustentávebaseada no uso saudável dos recursos naturais. Durante muito tempo as ações de recuperação de vegetação nativa não foram privilegiadas, mas hoje isso se faz urgente e necessário, para aumento da produtividade do setor agropecuário e também para enfrentar crises de abastecimento de água em muitas partes do país, bem como a sustentação de mananciais necessários para produção energética de nosso grande parque hidráulico e abastecimento dacidades. Desta forma, espera-se que a implementação do Planaveg gerará uma série de benefícios econômicos, sociais e ambientais para os proprietários rurais, a população urbana, o terceiro setor e os setores público e privado, com ganhos para todasociedade.



Ano de Publicação: 2017

Geossistemas ferruginosos do brasil Áreas prioritárias para conservação da diversidade geológica e biológica, patrimônio cultural e serviços ambientais

APRESENTAÇÃO 

Os geossistemas ferruginosos podem ser considerados como um dos ambientes naturais mais singulares e importantes da superfície terrestre. Entretanto, se enquadram também na lista dos ambientes de maior importância econômica e de uso mais conflitivo. Esta afirmação se sustenta no fato de que, embora recubram pequena percentagem da superfície terrestre, são, ao mesmo tempo, ambientes de profunda importância tanto econômica, quanto natural. E estas importâncias são conflitivas: a extração do minério de ferro termina por destruir ou degradaenormemente o relevo, a paisagem, a capacidade de recarga dos aquíferos, a biodiversidade, esuma, toda a geodiversidade dos geossistemas ferruginosos. Entretanto, o fato mais preocupante é que apesar dessa enorme importância ambiental e econômica, bem como do conflito entre essas importâncias, os geossistemas ferruginosos estão entre os ambientes naturais menos estudados do mundo. Além disso, as poucas pesquisas se encontram muito mal distribuídas, pois as de cunho geológico superam em muito as de cunho ecológico, biológico, geomorfológico, ambiental e etc. Esse problema se torna ainda mais grave quando se observa a ausência de trabalhos síntese que procurem compreender os geossistemas ferruginosos em seu todo.  

Na verdade a última frase do parágrafo anterior deve ser revista: Não ocorre mais uma ausência de trabalhos de síntese acerca dos geossistemas ferruginosos. O livro aqui apresentado veio justamente cobrir essa lacuna. E a cobre de forma competente: são 19 excelentes capítulos escritos por 54 renomados pesquisadores que abarcam tanto os aspectos geológicos quanto, entre outros, os ecológicos, botânicos, geomorfológicos, ambientais e geoespeleológicos dos geossistemas ferruginosos. Uma obra que, sem nenhuma dúvida, se tornará referência nesse tema e impulsionará novos estudos e pesquisas. Os Geossistemas Ferruginosos agradecem pelo surgimento desse livro: Uma grave lacuna científica começa a ser preenchidaPor fim, sinto-me no dever de redigir algumas poucas palavras sobre os organizadores dessa obra: Flávio Fonseca do Carmo é formado em Biologia pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), tendo mestrado e doutorado nessa mesma universidade dentro do Programa de Ecologia, Conservação e Manejo da Vida Silvestre. Já Luciana Hiromi Yoshino Kamino é também bióloga pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), mas realizou, ainda nessa universidade, seu mestrado e doutorado no Programa de Biologia Vegetal. Posso afirmar também que ambos, ao longo de suas carreiras, se transformaram em competentes biogeógrafos. EBiogeografia é um ramo do saber muito importante, mas também muito carente de bons profissionais. E foi a longa prática dessa biogeografia nos Geossistemas Ferruginosos que os feverificar a necessidade de organizar uma obra que sintetizasse os conhecimentos científicos existentes sobre esses sistemas. E, permitam-me a opinião, fico feliz que tenha ocorrido assim, pois bons livros costumam a surgir dessa maneira, ou seja, como resultado do amadurecimento científico/prático de bons e honestos pesquisadores que, graças a esse amadurecimento, enxergam lacunas no saber que permaneciam despercebidas ou que ninguém tinha coragem de enfrentar. Em suma: Caro leitor, você está em boas mãos! E possui diante de si uma obra inédita pelo seu poder de síntese de tema tão importante e tão pouco estudado. Boa leitura! Carlos Eduardo Ferreira Pinto - Coordenador Geral das Promotorias de Justiça do Meio Ambiente de Minas Gerais


PREFÁCIO

A extrema importância dos geossistemas ferruginosos, em seus mais diversos aspectos, já é bastante conhecida pela ciência. Além da diversidade e singularidade florística e faunística e dos patrimônios espeleológico, paleontológico e arqueológico associados, essas formações, oriundade processos específicos que evoluíram por bilhões de anos, prestam serviços ambientais da mais alta relevância para a sociedade, dentre os quais se destaca a produção de água de pureza única. Verifica-se, no entanto, que ainda existe desconhecimento público geral dessa importância. Tal situação, agregada aos grandes interesses econômicos de exploração das reservas de minério de ferro, explicam a ausência absoluta de uma política pública efetiva de conservação dessas formações, que encontram-se em elevado grau de ameaça. Os danos ambientais provocados pela mineração e outras atividades antrópicas aos geossistemas ferruginosos são quase sempre de natureza irreversível, sendo inviável sua reparação. Diante do quadro colocado, foi com grande satisfação que recebi o convite dos caros amigos  Flávio Fonseca do Carmo e Luciana Hiromi Yoshino Kamino, organizadores da presente obra, para elaborar seu prefácio. É da mais alta hierarquia a produção e publicação de conheci mento científico qualificado e independente em prol do equilíbrio ambiental e da salvaguarda dos direitos das presentes e futuras gerações. O conhecimento profundo dos geossistemas ferruginosos remanescentes e de seus atributos únicos é instrumento indispensável à criação e integração de normas e ferramentas de proteção. É uma honra para o Ministério Público de Minas Gerais participar do lançamento da obra. Parabenizo todos os seus autores, com a certeza de que a publicação espelhará o zelo profi ssional dos seus organizadores e do Instituto Prístino e se tornará referência na efetivação da conservação. Prof. Dr. André Augusto Rodrigues Salgado - Departamento de Geografia da Universidade Federal de Minas Gerais - Presidente da União de Geomorfologia Brasileira


INTRODUÇÃO

Geossistemas ferruginosos

Os geossistemas ferruginosos caracterizam-se pela elevada geodiversidade, heterogeneidade ambiental e por uma complexa evolução de uma das mais antigas superfícies expostas do planeta, fatores estes reconhecidos por favorecerem o desenvolvimento e a manutenção da biodiversidade (Trendall & Morris, 1983; Monteiro et al., 2014; Salgado & Carmo, 2015). No Brasil, os principais geossistemas ferruginosos estão contidos em áreas estratégicas para a conservação da biodiversidade e dos recursos naturais (MMA, 2008; Jacobi et al., 2015). Essas áreas estão representadapor dois dos 34 hotspots mundiais de biodiversidade (Mittermeier et al., 2004): Mata Atlântica e Cerrado; e por três das 37 regiões consideradas como “as últimas grandes áreas silvestres da Terra” (Mittermeier et al., 2002): Floresta Amazônica, Pantanal e a Caatinga (Fig. 1). As bases da teoria geossistêmica utilizou elementos da Teoria Geral dos Sistemas, proposta pelo biólogo Ludwig von Bertalanff y (1950). A Teoria geossistêmica apresenta uma metodologia interessante não apenas para a delimitação geográfi ca de certas áreas, como também é bastante adequada para diagnosticar possíveis impactos causados por ação humana. Para a elaboração deste livro, foi adotado como sistema de modelo de paisagem aquele correspondente aos elementos geográficos e sistêmicos, os quais são formados por atributos e fatores abióticos, bióticos e antrópicos (Rosolém & Archela, 2010).


Ano de Publicação: 2015

Relatório do III Seminário de Pesquisa da Floresta Nacional do Tapajós e I da Reserva Extrativista Tapajós Arapiuns

SUMÁRIO

1. APRESENTAÇÃO.........................................................................................................................4

2. CONTEXTUALIZAÇÃO HISTÓRICA......................................................................................4

3. OBJETIVO GERAL......................................................................................................................5

3.1. OBJETIVOS ESPECÍFICOS.....................................................................................................5

4. RESULTADOS...............................................................................................................................6

5. CONCLUSÕES.............................................................................................................................10

ANEXOS

Anexo 01: Programação do Evento

Anexo 02: Registro fotográfico

Anexo 03: Lista de Avaliadores

Anexo 04: Resumo das Apresentações

4

1. APRESENTAÇÃO

A conservação da biodiversidade, mesmo em áreas com limites definidos como as unidades de conservação, não pode ser realizada sem a parceria e o comprometimento da sociedade. Cada vez mais a comunidade científica, organizações governamentais e não governamentais, comunidades tradicionais e atores sociais percebem a importância em conhecer e congregar com a sociedade resultados de pesquisa em áreas com uso conservacionista e áreas de preservação capazes de apontar indicadores de desenvolvimento sustentável e a manutenção de serviços ecossistêmicos na Amazônia

Para tanto, os gestores de áreas protegidas buscam fortalecer o envolvimento dos atores locais em suas atividades. Os processos de gestão participativa requerem a superação de muitas barreiras, como as diferenças culturais e de perspectivas entre os diferentes grupos, a marginalização de determinados grupos nos processos de decisão bem como a acomodação, priorização ou eliminação das distintas prioridades.

A comunidade acadêmica representa um desses atores sociais com importante papel na investigação científica dos problemas ou fenômenos socioambientais que afetam as Unidades de Conservação e seu entorno, além de promover a disseminação de conhecimento ou propor soluções aos desafios apresentados.

A realização de um evento técnico-científico tem por objetivo disseminar e discutir resultados de projetos e relatos de experiências para direcionar as ações de pesquisa desenvolvidas na Floresta Nacional do Tapajós e na Reserva Extrativista Tapajós-Arapiuns, capazes de subsidiar novas recomendações para fortalecer a gestão nas UCS. Assim o III Seminário de pesquisa da Floresta Nacional do Tapajós e I Seminário de Pesquisa da Reserva Extrativista Tapajós-Arapiuns será realizado entre os dias 06 e 07 de dezembro de 2017 em Santarém, no Estado do Pará.

O Seminário teve como tema: “A ciência aplicada aos desafios da gestão da Flona do Tapajós e da Resex Tapajós Arapiuns”. O III Seminário de pesquisa da Floresta Nacional do Tapajós e I Seminário de Pesquisa da Reserva Extrativista Tapajós-Arapiuns contou com mesas redondas, palestras e apresentação de trabalho em pôsteres.

2. CONTEXTUALIZAÇÃO HISTÓRICA:

De acordo com dados do SISBIO (Sistema de Autorização e Informação em Biodiversidade), em 2011, a Floresta Nacional do Tapajós figurava como Unidade de Conservação-UC mais pesquisada no Bioma Amazônico, ficando entre as cinco UCs federais mais pesquisadas no Brasil.


Ano de Publicação: 2018

Paisagens e Plantas de Carajás - Landscapes and Plants of Carajás

Apresentação. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 11

Foreword . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 12

1.. A viagem, uma introdução incluindo geografia e localização

. The journey, an introduction including geography and location

Ana Maria Giulietti, Pedro Walfir Martins Souza, Daniela C. Zappi. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 13

2.. A evolução da paisagem

. Evolution of the landscape

Clovis W. Maurity, Daniela C. Zappi . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 29

3.. As plantas na paisagem: distintos tipos de vegetação

. Plants in the landscape: different vegetation types

Daniela C. Zappi, Pedro L. Viana, Ana Maria Giulietti . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .41

4.. O trabalho dos botânicos

. The work of botanists

Daniela C. Zappi, Pedro L. Viana, Nara F.O. Mota, Ana Maria Giulietti. . . . . . . . . . . . . . . .123

5.. Flora e fauna em harmonia

. Flora and fauna in harmony

Vera L. Imperatriz-Fonseca, Tereza C. Giannini . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 205

6.. O fim desta viagem

. The end of this journey

Ana Maria Giulietti, Guilherme Oliveira, Rodolfo Jaffé. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .219

Agradecimentos Acknowledgements. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .233

Bibliografia References. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 235

Índice de nomes científicos e nomes populares

Index of scientific and common names . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .241

Ano de Publicação: 2017

Plano de pesquisa geossistemas ferruginosos da Floresta Nacional de Carajás : temas prioritários para pesquisa e diretrizes para ampliação do conhecimento sobre os geossistemas ferruginosos da Floresta Nacional de Carajás e seu entorno

Apresentação....................................................................................................................................................................07

PARTE I – Escopo e contexto

1 Introdução....................................................................................................................................................................11

2 Breve caracterização das especificidades ambientais da Floresta Nacional de Carajás.............................................14

3 História de exploração e conservação da Serra dos Carajás.......................................................................................21

4 O Projeto Cenários e a definição dos alvos de conservação em áreas de mineração................................................25

4.1 Alvos de conservação selecionados.....................................................................................................................26

4.1.1 Biodiversidade..............................................................................................................................................27

4.1.2 Cavidades naturais subterrâneas................................................................................................................27

4.1.3 Geoambientes..............................................................................................................................................28

4.2 Análise de dados..................................................................................................................................................28

4.3 Base de dados geográficos.................................................................................................................................. 29

Foto: Frederico Drumond Martins

PARTE II – Linhas temáticas e recomendações prioritárias

1 Introdução....................................................................................................................................................................31

2 FLORA...........................................................................................................................................................................33

3 FAUNA..........................................................................................................................................................................37

4 CAVIDADES NATURAIS SUBTERRÂNEAS....................................................................................................................... 45

5 GEOAMBIENTES...........................................................................................................................................................55

6 RECURSOS HÍDRICOS....................................................................................................................................................61

7 ARQUEOLOGIA.............................................................................................................................................................65

Pesquisadores consultados...............................................................................................................................................67

QUADRO 1 – Sugestão de campos para padronização da coleta de dados sobre fauna e flora na

. Floresta Nacional de Carajás......................................................................................................................68

PARTE III – Desafios para geração de conhecimento aplicado ao manejo

1 Introdução....................................................................................................................................................................71

2 Produção do conhecimento.........................................................................................................................................73

3 Organização do conhecimento.................................................................................................................................... 74

4 Comunicação e difusão do conhecimento.................................................................................................................. 75

5 Plano de ação...............................................................................................................................................................76

Referências........................................................................................................................................................................77


Apresentação

A taxa de degradação ambiental, o aumento do consumo de recursos naturais, as crisehumanitárias e a dificuldade de implementar atividades econômicas mais sustentáveis em termos ambientais, sociais e também econômicos nos mostram que os desafios de conservação ambiental são sistêmicos, exigem uma integração entre diferentes setores da sociedade e articulação dos diversos tipos e fontes de conhecimento. No âmbito do conhecimento científico, percebemos a necessidade de delinear problemas que nucleiam iniciativas das várias áreas específicas, de modo a efetivamente trazer transformação na ação. Chamamos isso de problem-oriented research, de implementação não trivial, porque a formação de quase todos os profissionais é voltada para disciplinas específicas, assim como o funcionamento dainstituições, muito setorizadas e estanques (KUEFFER et al. 2012). A gestão de unidades de conservação, que são territórios com diversos espaços de governança, tem trazido oportunidades ímpares de  diálogo entre setores da sociedade e distintas áreas do conhecimento em torno de questões que passam a sepriorizadas e mobilizam diferentes atores.


Ano de Publicação: 2017

Teresópolis, RJ) Anais do XIII Encontro de Pesquisadores e VII Encontro de Educação Ambiental da Serra dos Órgãos

SUMÁRIO

APRESENTAÇÕES ORAIS ................................................................................................. 13

A DIMENSÃO EDUCATIVA DO TRABALHO EM UM GRUPO DE AGRICULTORES FAMILIARES

DE BASE CAMPONESA ........................................................................................................................... 14

GENÉTICA E HIBRIDAÇÃO DO SAGÜI-DA-SERRA-ESCURO (CALLITHRIX AURITA):

OCORRERÁ A EXTINÇÃO DA ESPÉCIE NA SERRA DOS ÓRGÃOS ................................................ 15

PROCESSO FORMATIVO PARA CONSELHEIROS JOVENS DO PARQUE NACIONAL DA SERRA

DOS ÓRGÃOS ............................................................................................................................................ 16

COMPOSIÇÃO FLORÍSTICA E ESTRUTURAL DO COMPONENTE ARBÓREO DE UM

FRAGMENTO DEMATA NEBULAR NO PARQUE NACIONAL DA SERRA DOS ÓRGÃOS, RIO

DE JANEIRO, BRASIL .............................................................................................................................. 20

ESTUDO COMPARATIVO ENTRE AS CONCENTRAÇÕES DE MERCÚRIO EM PEQUENOS

MAMÍFEROS DO PARQUE NACIONAL DA SERRA DOS ÓRGAOS AO LONGO DE GRADIENTES

ALTIDUDINAIS. ........................................................................................................................................ 21

POLÍTICAS E PRÁTICAS DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL: UM ESTUDO SOBRE A REDE PÚBLICA

MUNICIPAL DE ENSINO DE TERESÓPOLIS-RJ .................................................................................. 23

A JORNADA DOS DEFENSIVOS AGRÍCOLAS E O AR (NÃO TÃO MAIS) PURO DAS

MONTANHAS............................................................................................................................................ 33

ESPÉCIES ARBÓREAS DAS FLORESTAS TROPICAIS COM POLINIZAÇÃO GENERALISTA

FORMAM UM GRUPO FUNCIONAL CONSISTENTE? ........................................................................ 34

UMA SÍNTESE DO MONITORAMENTO DA QUALIDADE DAS ÁGUAS DOS RIOS DO PARNASO

(2009 A 2012).............................................................................................................................................. 36

O FUNGO MATADOR DE ANFÍBIOS NA SERRA DOS ÓRGÃOS: PASSADO, PRESENTE... E

FUTURO? ................................................................................................................................................... 38

DEPOSIÇÃO ATMOSFÉRICA DE NITROGÊNIO E ÍONS INORGÂNICOS MAJORITÁRIOS ENTRE

ÁREA COSTEIRA URBANA E DE FLORESTA ATLÂNTICA MONTANA DA SERRA DOS

ÓRGÃOS. .................................................................................................................................................... 40

EMISSÕES VOCAIS DE QUATI NASUA NASUA (LINNAEUS 1766) ASSOCIADAS A CONTEXTOS

COMPORTAMENTAIS ............................................................................................................................. 43

INTERPRETAÇÃO AMBIENTAL EM UNIDADES DE CONSERVAÇÃO: ANALISE PROPOSITIVA

PARA GESTÃO .......................................................................................................................................... 44

XIII Encontro de Pesquisadores e VII Encontro de Educação Ambiental da Serra dos Órgãos

30 de novembro a 03 de dezembro de 2015

PORTAL DA BIODIVERSIDADE ............................................................................................................ 50

LEVANTAMENTO FLORÍSTICO E RECUPERAÇÃO DA VEGETAÇÃO AS MARGENS DA

RODOVIA BR 116, EM ÁREA DO PARQUE NACIONAL DA SERRA DOS ÓRGÃOS (PARNASO) 52

HOSPITALIDADE EM CAMPINGS E REFÚGIOS COMO ALTERNATIVAS ECONÔMICAS EM

PEQUENAS PROPRIEDADES RURAIS SITUADAS EM ÁREAS PROTEGIDAS DE MATA

ATLÂNTICA DA REGIÃO SERRANA CENTRAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, RJ ............ 53

APRESENTAÇÃO DE PÔSTERES ....................................................................................... 67

ASPECTOS DA BIOLOGIA E ECOLOGIA DE PLATYPHORAGISTEL 1857 (COLEOPTERA:

CHRYSOMELIDAE: CHRYSOMELINAE) NO PARQUE NACIONAL DA SERRA DOS ÓRGÃOS

(TERESÓPOLIS, RJ) .................................................................................................................................. 68

MORFOLOGIA FLORAL EM CACTOS EPÍFITOS DAS TRIBOS HYLOCEREEAE E

RHIPSALIDEAE (CACTOIDEAE: CACTACEAE) ................................................................................. 70

INFLUÊNCIA DA TEMPERATURA E PLUVIOSIDADE NA FLUTUAÇÃO POPULACIONAL DO

ROEDOR TRINOMYS DIMIDIATUS (GÜNTHER, 1877) EM UMA ÁREA DE MATA ATLÂNTICA

NO SUDESTE DO BRASIL ....................................................................................................................... 74

MATA ATLÂNTICA: DESCOBRINDO OS SERES VIVOS QUE HABITAM TERESÓPOLIS, RJ,

BRASIL. ...................................................................................................................................................... 76

VARIABILIDADE FUNCIONAL INTRAESPECÍFICA DE PLANTAS DE CAMPOS DE ALTITUDE

NO ITATIAIA, SERRA DOS ÓRGÃOS E DA BOCAINA ...................................................................... 80

PROJETO CIÊNCIA DE PÉS DESCALÇOS ............................................................................................ 82

ASSOCIAÇÃO COM FORMIGAS COMO ESTRATÉGIA DE DEFESA DAS ABELHAS Nannotrigona

testaceicornes. ............................................................................................................................................. 86

COMPARAÇÃO DA FAUNA DE HELMINTOS DE PEQUENOS MAMÍFEROS DO PARQUE

NACIONAL DA SERRA DOS ÓRGÃOS, RJ ........................................................................................... 87

MAMÍFEROS SILVESTRES COMO POTENCIAIS ATRATIVOS PARA VISITAÇÃO NO PARQUE

NACIONAL DA SERRA DOS ÓRGÃOS, RJ ........................................................................................... 90

COMO ATRAIR PESQUISADORES PARA AS UNIDADES DE CONSERVAÇÃO? UMA ANÁLISE

EXPLORATÓRIA DOS FATORES QUE INFLUENCIAM A QUANTIDADE DE PESQUISAS

REALIZADAS EM UNIDADES DE CONSERVAÇÃO FEDERAIS ...................................................... 92

UMA ANÁLISE QUANTITATIVA DAS PESQUISAS ECOLÓGICAS EM UNIDADES DE

CONSERVAÇÃO FEDERAIS ................................................................................................................... 94

DISTRIBUIÇÃO DA FAMÍLIA ARECACEAE ASSOCIADA À FLORESTA SUBMONTANA

PRESERVADA AO LONGO DE UM GRADIENTE ALTITUDINAL NA MATA ATLÂNTICA DO

RIO DE JANEIRO ...................................................................................................................................... 96

SAMAMBAIAS E LICÓFITAS EPÍFITAS RESPONDEM AO TAMANHO DO FORÓFITO E

ABERTURA DO DOSSEL NA MATA ATLÂNTICA DO RIO DE JANEIRO, BRASIL ..................... 102

A INSERÇÃO DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL NOS VISITANTES DOS PARQUES NATURAIS:

ENSINANDO A PRESERVAR E O CONVIVER COM A NATUREZA............................................... 104

COLHEITA E ANÁLISE DE SÊMEN DO SAGUI-DA-SERRA-ESCURO CALLITHRIX

AURITA(GEOFFROYIN HUMBOLDT, 1812) (PRIMATES, CALLITRICHIDAE) ............................. 105

LEPIDÓPTEROS FRUGÍVOROS DO PARQUE NACIONAL DA SERRA DOS ÓRGÃOS

(TERESÓPOLIS, RJ): COMPOSIÇÃO E DISTRIBUIÇÃO ESPACIAL ............................................... 107

REGISTROS DE CHRYSOCYON BRACHYURUS NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO: ANÁLISES E

PROPOSTA DE CRIAÇÃO DE UMA REDE DE COLABORADORES PARA A CONSERVAÇÃO DA

ESPÉCIE ................................................................................................................................................... 110

IMPACTOS DA RODOVIA BR-116 SOBRE A FAUNA DO PARQUE NACIONAL DA SERRA DOS

ÓRGÃOS ................................................................................................................................................... 112

FENODINÂMICA DE UMA COMUNIDADE ARBÓREA DE MATA ATLÂNTICA MONTANA ... 114

INSETOS: DO PARQUE NACIONAL DA SERRA DOS ÓRGÃOS PARA A ESCOLA ..................... 118

A PESQUISA CIENTIFICA NO VALE DO RIO PAQUEQUER E O ORDENAMENTO DO USO DA

TRILHA RANCHO FRIO. PARQUE NACIONAL SERRA DOS ÓRGÃOS – TERESÓPOLIS/RJ. .... 125

PESQUISA-AÇÃO COM AS COMUNIDADES DO JARDIM SERRANO E QUEBRA-FRASCOS:

EDUCAÇÃO AMBIENTAL E PARTICIPAÇÃO SOCIOPOLÍTICA NA GESTÃO AMBIENTAL

PÚBLICA .................................................................................................................................................. 127

ECOTURISMO E CULTURA: CONSTRUINDO ROTEIROS INCLUSIVOS NOS PARQUES NO

ESTADO DO RIO DE JANEIRO ............................................................................................................. 129

IDENTIFICAÇÃO MOLECULAR E FILOGEOGRAFIA DE DELOMYS DORSALIS (RODENTIA:

CRICETIDAE) DOS CAMPOS DE ALTITUDE DO LESTE BRASILEIRO ........................................ 132

ROTEIROS DIAGONAIS PARA A CONSTRUÇÃO DE PROJETOS DE TURISMO DE BASE

COMUNITÁRIA NO PARQUE NACIONAL SERRA DOS ÓRGÃOS ................................................. 133

VARIAÇÃO ONTOGENÉTICA NA PREFERÊNCIA ALIMENTAR DE <DELOMYS DORSALIS>

(HENSEL, 1872) EM CATIVEIRO. ......................................................................................................... 135

UM ESTUDO ANTROPOLÓGICO DA TRAVESSIA PETRÓPOLIS X TERESÓPOLIS .................... 137

XIII Encontro de Pesquisadores e VII Encontro de Educação Ambiental da Serra dos Órgãos

30 de novembro a 03 de dezembro de 2015

BESOUROS DO PARQUE NACIONAL DA SERRA DO ÓRGÃOS: DISTRIBUIÇÃO E

CONSERVAÇÃO ..................................................................................................................................... 138

MUDANÇA DA ESTRUTURA ORGANIZACIONAL ATRAVES DA CRIAÇÃO DE UMA AGENDA

AMBIENTAL POR ESTUDANTES DE CIENCIAS BIOLOGICAS ..................................................... 139

OS IMPACTOS CAUSADOS COM A CHEGADA DO SAGUI INVASOR NOS FRAGMENTOS DE

MATA ATLÂNTICA NAS DEPENDÊNCIAS DO PARQUE NACIONAL SERRA DOS ÓRGÃOS

(PARNASO) .............................................................................................................................................. 141

CARACTERIZAÇÃO MOLECULAR DETRÊS ESPÉCIES DE PALMEIRAS PRODUTORAS DE

PALMITO COMERCIAL ATRAVÉS DO SEQUENCIAMENTO DE LOCOS DO CPDNA. .............. 142

RELATO DE EXPERIÊNCIA DA VIVÊNCIA EDUCATIVA: SUSTENTABILIDADE NO MORRO

DA FORMIGA E A GESTÃO COMUNITÁRIA DA ÁGUA ................................................................. 143

INDICADORES FUNCIONAIS GLOBAIS NO VALE DO BONFIM – PETRÓPOLIS, RJ. ................ 145

ASSOCIAÇÃO NACIONAL PARA PESQUISAS, CONSERVAÇÃO E PRESERVAÇÃO DE

STRIGIFORMESPROJETO “CORUJAS DO BRASIL” PROJETO DE MONITORAMENTO DE

STRIGIFORMES DA MATA ATLÂNTICA ........................................................................................... 146

MONITORAMENTO DA FLORESTA ESCOLA IMPLANTADA EM ÁREA DESMATADA NO

CAMPUS QUINTA DO PARAÍSO/ UNIFESO – TERESÓPOLIS/RJ ................................................... 148

CONTRIBUIÇÕES DOS DOCENTES DE EDUCAÇÃO FÍSICADAS ESCOLAS MUNICIPAIS DE

PETRÓPOLIS SOBRE UMA REFLEXÃO CURRICULAR PARA UMA SOCIEDADE

SUSTENTÁVEL ....................................................................................................................................... 157

DISTRIBUIÇÃO DE DICHAEA PENDULA (ORCHIDACEAE) E SUA RELAÇÃO COM A

DISTRIBUIÇÃO DE ABELHAS EUGLOSSINI (APIDAE) EM UM GRADIENTE ALTITUDINAL DO

PARQUE NACIONAL DA SERRA DOS ÓRGÃOS .............................................................................. 158

ABUNDANCE AND ALTITUDINAL DISTRIBUTION OF CHRYSOMELIDAE (COLEOPTERA) AT

PARQUE NACIONAL DA SERRA DOS ÓRGÃOS, BRAZIL .............................................................. 162

MAPEAMENTO DE ÁREAS QUEIMADAS EM UNIDADES DE CONSERVAÇÃO NA REGIÃO

SERRANA DO RIO DE JANEIRO UTILIZANDO OSATÉLITE LANDSAT-8 ................................... 163

SUSTENTABILIDADE DAS CONCESSÕES EM UNIDADES DE CONSERVAÇÃO ....................... 165

RECOMPOSIÇÃO DA MATA CILIAR E RECUPERAÇÃO DA QUALIDADE DA ÁGUA DO

CÓRREGO DO CAMPUS QUINTA DO PARAÍSO, ATRAVÉS DE FITORREMEDIAÇÃO E

SISTEMA AGROFLORESTAL PARA RESTAURAÇÃO ECOLÓGICA ............................................. 168

DISTRIBUIÇÃO E DIVERSIDADE DE INSETOS HIGROPÉTRICOS NA PEDRA DO SINO: A

INFLUÊNCIA DA ALTITUDE SOBRE OS ATRIBUTOS ECOLÕGICOS DA COMUNIDADE ....... 174

XIII Encontro de Pesquisadores e VII Encontro de Educação Ambiental da Serra dos Órgãos

30 de novembro a 03 de dezembro de 2015

O PAPEL DA COBERTURA VEGETAL NO TRANSPORTE ATMOSFÉRICO DE POLUENTES

PERSISTENTES EM FLORESTA MONTANA. ..................................................................................... 176

VARIAÇÃO ALTITUDINAL DA CONCENTRAÇÃO DE MERCÚRIO EM SOLOS DA SERRA DO

MAR .......................................................................................................................................................... 177

DIVERSIDADE DE ÁRVORES DO GÊNERO CECROPIA DA FAMÍLIA URTICACEAE NO

CAMPUS QUINTA DO PARAÍSO - FESO ............................................................................................ 178

PLANTAR FLORESTAS PARA ENFRENTARMOS A CRISE HÍDRICA: EXPERIÊNCIA DO PSA

INNATUS.................................................................................................................................................. 179

A INFLUÊNCIA DA AÇÃO ANTRÓPICA NO HÁBITO DE NIDIFICAÇÃO DA Nannotrigona

testaceicornes. ........................................................................................................................................... 187

FENOLOGIA REPRODUTIVA DA PALMEIRA JUÇARA (EUTERPE EDULIS MART.) NA SERRA

DOS ÓRGÃOS TERESÓPOLIS – RJ ...................................................................................................... 188

DIAGNÓSTICO DO SANEAMENTO BÁSICO NA COMUNIDADE VALE DA REVOLTA COMO

FORMA DE CONTRIBUIÇÃO PARA ACONSTRUÇÃO DE UM BANCO DE DADOS PARA

SUBSIDIAR AÇÕES DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL .................................................... 191

ANOMALIAS ORAIS EM GIRINOS DE RIACHO DO PARQUE NACIONAL DA SERRA DOS

ÓRGÃOS, RJ, BRASIL. ........................................................................................................................... 192

GIRINOS DE RIACHO DO PARQUE NACIONAL DA SERRA DOS ÓRGÃOS (RIO DE JANEIRO)

................................................................................................................................................................... 193

PERCEPÇÃO DE CENÁRIOS DE RISCO NO VALE DA REVOLTA A PARTIR DE

DOCUMENTAÇÃO FOTOGRÁFICA. ................................................................................................... 194

CAPTAÇÃO DE ÁGUA E ESGOTAMENTO SANITÁRIO EM UM ASSENTAMENTO PRECÁRIO E

DE RISCO NO VALE DA REVOLTA, TERESÓPOLIS-RJ ................................................................... 195

INVENTÁRIO DE DROSOFILÍDEOS DA MATA ATLÂNTICA APOIA A UTILIZAÇÃO DO GRUPO

COMO FERRAMENTA NO MONITORAMENTO AMBIENTAL ....................................................... 196

BALANÇO DE ENTRADA E SAÍDA DE NUTRIENTES EM MICROBACIAS HIDROGRÁFICAS

COBERTAS POR FLORESTA TROPICAL PLUVIAL ATLÂNTICA NAS VERTENTES NORTE E

SUL DA SERRA DOS ÓRGÃOS, RJ ...................................................................................................... 198

(RE)CONHECIMENTO DO LUGAR- INTRODUÇÃO AO USO DE IMAGENS, MAPAS E

MAQUETES NA EDUCAÇÃO AMBIENTAL, TERESÓPOLIS (RJ) ................................................... 203

OS CAMINHOS DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL NAS ESCOLAS MUNICIPAIS RURAIS DE

TERESÓPOLIS ......................................................................................................................................... 205

XIII Encontro de Pesquisadores e VII Encontro de Educação Ambiental da Serra dos Órgãos

30 de novembro a 03 de dezembro de 2015

TRABALHO DE CAMPO INTEGRADO: FERRAMENTA INTERDISCIPLINAR PARA O

DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL EM UC ........................................................ 207

ANÁLISE DE FERRAMENTAS ALTERNATIVAS DE REGISTRO DE FAUNA COMO SUPORTE À

GESTÃO E MANEJO NO PARQUE NACIONAL DA SERRA DOS ORGÃOS (RJ) .......................... 210

ABORDAGEM TEMÁTICA PARA PLACAS INTERPRETATIVAS DA TRILHA CARTÃO POSTAL

NO PARQUE NACIONAL DA SERRA DOS ÓRGÃOS, TERESÓPOLIS / RJ: UMA PROPOSTA ... 214

O PARNASO COMO PALCO: A IMERSÃO COMO ESTRATÉGIA PEDAGÓGICA ........................ 215

UM ESTUDO PRELIMINAR SOBRE AS CORRESPONDÊNCIAS EXPEDIDAS DURANTE AS TRÊS

PRIMEIRAS GESTÕES (1940-1942) DO PARQUE NACIONAL DA SERRA DOS ÓRGÃOS (RJ) .. 217

LEVANTAMENTO DAS PRINCIPAIS ARBOREAS DA TRILHA DO JACU NO PARQUE

NATURAL MUNICIPAL MONTANHAS DE TERESÓPOLIS – SEDE SANTA RITA. ..................... 219

O PERFIL E A QUANTIFICAÇÃO AUTOMÁTICA DE VISITANTES COMO FERRAMENTA DE

GESTÃO DE USO PÚBLICO NO PARQUE NACIONAL DA SERRA DOS ÓRGÃOS ..................... 220


Ano de Publicação: 2015

Anais, 1º Seminário de Pesquisas do Parque Nacional dos Campos Gerais e da Reserva Biológica das Araucárias

SUMÁRIO

TEMAS GERAIS

POLÍTICAS AMBIENTAIS PARA A CONSERVAÇÃO DA NATUREZA APLICADAS AO PARNA DOS CAMPOS GERAIS E À REBIO DAS ARAUCÁRIAS, PARANÁ

Isonel Sandino Meneguzzo. ............................................................................................................ 10

PROCESSOS DE CRIAÇÃO DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO NA FLORESTA COM ARAUCÁRIAS

Emerson Antônio de Oliveira. .......................................................................................................... 11

O PROCESSO DE CRIAÇÃO DO PARQUE NACIONAL DOS CAMPOS GERAIS

Emerson Antônio de Oliveira. .......................................................................................................... 12

TEMA "VEGETAÇÃO"

PADRÃO ESPACIAL-FUNCIONAL DE FLORESTAS RIPÁRIAS NOS RIOS PITANGUI E SÃO JORGE, PARNA DOS CAMPOS GERAIS, PARANÁ

Tiaro Katu Pereira, Christiane Niedzielski de Lima, Rosemeri Segecin Moro ............................... 13

ESPACIALIZAÇÃO DOS REMANESCENTES DE CAMPOS NATIVOS NO PARQUE NACIONAL DOS CAMPOS GERAIS, PARANÁ

Karine Dalazoana, Tiago A. Barbosa, Gabriel G. Ramos, Rosemeri Segecin Moro, Carlos Hugo Rocha .................................................................................................................................... 16

ESTRUTURA DE COMUNIDADES DO COMPONENTE ARBÓREO RIPÁRIO NO RIO PITANGUI, PARANÁ

Melissa Koch F. S. Nogueira, Rodrigo Fernando Moro, Elisana Milan, Gabriela T. Turra, Franklin Galvão, Rosemeri Segecin Moro. ................................................................................................... 19

PAISAGEM FLORESTAL DO PARQUE NACIONAL DOS CAMPOS GERAIS, PR

Cristina Guilherme de Almeida, Marcelo Augusto da Silva, Karine Dalazoana, Lia Maris Ritter Antiqueira, Rosemeri Segecin Moro................................................................................................ 22

REMANESCENTES DE CERRADO DO PARQUE NACIONAL DOS CAMPOS GERAIS, PONTA GROSSA, PR

Lia Maris Orth Ritter Antiqueira, Rosemeri Segecin Moro. ............................................................. 25

GRUPOS FUNCIONAIS DA VEGETAÇÃO DE CAMPO NO ENTORNO DO PARQUE NACIONAL DOS CAMPOS GERAIS, PR

Janaíne Mioduski, Rodrigo Fernando Moro, Rosemeri Segecin Moro, Elisana Milan, Melissa Koch Fernandes de Souza Nogueira, Tiaro Katu Pereira, Karine Dalazoana. ............................... 28

ECÓTONOS E CONECTIVIDADE DA PAISAGEM FLORESTAL DO PARQUE NACIONAL DOS CAMPOS GERAIS NO CONTEXTO DA APA DA ESCARPA DEVONIANA, PARANÁ

Elisana Milan, Marcelo Augusto da Silva, Rosemeri Segecin Moro. .............................................. 31

COMPOSIÇÃO FLORÍSTICA DE FURNAS GÊMEAS, PARQUE NACIONAL DOS CAMPOS GERAIS, PONTA GROSSA, PR

Anna Luiza Pereira Andrade, Rosemeri Segecin Moro, Marta Regina Barrotto do Carmo. .......... 34

A FAMÍLIA XYRIDACEAE NO PARQUE NACIONAL DOS CAMPOS GERAIS

Eduardo Damasceno Lozano ........................................................................................................ 37

A FIXAÇÃO BIOLÓGICA DE NITROGÊNIO NOS CAMPOS GERAIS: LEVANTAMENTO DE ESPÉCIES NODULÍFERAS DE FABACEAE DE ÁREAS DE CONSERVAÇÃO DOS CAMPOS GERAIS E DIVERSIDADE DE MICROSSIMBIONTES

Fabiane Paulitsch, Milena Serenato Klepa, Leandro Datola Tullio, Marta Regina Barrotto do Carmo, Jesiane Stefania da Silva Batista ....................................................................................... 39

EVOLUÇÃO DO USO DAS TERRAS NO PARQUE NACIONAL DOS CAMPOS GERAIS ENTRE 1962 E 2005

Carlos Hugo Rocha, Átila Cristian Santana ................................................................................... 42

ESPÉCIES NUCLEADORAS DA FLORESTA OMBRÓFILA MISTA NA RESERVA BIOLÓGICA DAS ARAUCÁRIAS, CAMPOS GERAIS, PR

Beatriz Carneiro do Carmo, Rodrigo Fernando Moro, Ana Paolla Protavicz, Rosemeri Segecin Moro ................................................................................................................................................ 48

ELEMENTOS DE PAISAGEM FLORESTAL NA RESERVA BIOLÓGICA DAS ARAUCÁRIAS, CAMPOS GERAIS DO PARANÁ

Elisana Milan, Dinameres Aparecida Antunes, Rosemeri Segecin Moro ...................................... 51

DEFINIÇÃO DE BORDA A PARTIR DA COMPOSIÇÃO ESPECÍFICA DA FLORESTA OMBRÓFILA NA RESERVA BIOLÓGICA DAS ARAUCÁRIAS, PARANÁ

Rodrigo Fernando Moro, Elisana Milan, Ana Paolla Protavicz, Beatriz Carneiro do Carmo, Rosemeri Segecin Moro ................................................................................................................. 54

ESTRUTURA DE COMUNIDADES DE FLORESTA OMBRÓFILA MISTA NA RESERVA BIOLÓGICA DAS ARAUCÁRIAS, PR

Amanda de Campos, Rodrigo Fernando Moro, Rosemeri Segecin Moro, Marta Regina Barrotto do Carmo ....................................................................................................................................... 57

MAPEAMENTO DO ESTADO DE CONSERVAÇÃO DE UNIDADES DE PAISAGEM NA REBIO DAS ARAUCÁRIAS: BASE PARA MONITORAMENTO AMBIENTAL E ELABORAÇÃO DE PLANO DE MANEJO

Carlos Hugo Rocha, Joel Zubek da Rosa ..................................................................................... 60

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS DO TEMA VEGETAÇÃO. ................................................... 64

TEMA "GEOCONSERVAÇÃO"

O PARQUE NACIONAL DOS CAMPOS GERAIS E A EDUCAÇÃO PARA A SUSTENTABILIDADE

Mário Sérgio de Melo ...................................................................................................................... 67

A GEODIVERSIDADE DO PARNA DOS CAMPOS GERAIS NO CONTEXTO DO PRIMEIRO PLANALTO: IMPLICAÇÕES PARA A GEOCONSERVAÇÃO

Gilson Burigo Guimarães ............................................................................................................... 70

ESPACIALIZAÇÃO DE FEIÇÕES CÁRSTICAS DA FORMAÇÃO FURNAS: FERRAMENTA PARA GESTÃO DO TERRITÓRIO NO MUNICÍPIO DE PONTA GROSSA (PR)

Henrique Simão Pontes. .............................................................................................................. 73

O SISTEMA CÁRSTICO DO SUMIDOURO DO RIO QUEBRA-PERNA (PONTA GROSSA – PR): CARACTERIZAÇÃO DA GEODIVERSIDADE E DE SEUS VALORES

Laís Luana Massuqueto ................................................................................................................ 76

PROJETO ARQUEOTREKKING DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL E PATRIMONIAL NO PARNA DOS CAMPOS GERAIS

Alessandro Giulliano Chagas Silva ............................................................................................... 80

A DETERMINAÇÃO DOS ÍNDICES DE REPRESENTAÇÃO DO RELEVO COMO SUPORTE AO PLANO DE MANEJO DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO – ESTUDO DE CASO DA RESERVA BIOLÓGICA DAS ARAUCÁRIAS /PR

Ronaldo Ferreira Maganhotto, Luiz Cláudio de Paula Souza, Jairo Calderari de Oliveira Junior, Marciel Lohmann ............................................................................................................................. 84

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS DO TEMA GEOCONSERVAÇÃO ............................................ 89

TEMA "USO PÚBLICO"

PARQUE NACIONAL DOS CAMPOS GERAIS: TURISMO, MANEJO DE USO PÚBLICO E A PERCEPÇÃO DOS VISITANTES

Jasmine Cardozo Moreira, Robert C. Burns ................................................................................... 92

PARQUE NACIONAL DOS CAMPOS GERAIS (PR) E TURISMO - UM OLHAR ATRAVÉS DA COMUNIDADE LOCAL

Leandro Baptista, Jasmine Cardozo Moreira. ................................................................................ 94

CACHOEIRA DA MARIQUINHA: IMPACTOS E POTENCIALIDADES DO USO PÚBLICO NO PARQUE NACIONAL DOS CAMPOS GERAIS – PR

Lilian Vieira Miranda Garcia, Jasmine Cardozo Moreira, Robert Burns ........................................ 96

ANÁLISE DOS IMPACTOS AMBIENTAIS RELACIONADOS À VISITAÇÃO NO BURACO DO PADRE, PARQUE NACIONAL DOS CAMPOS GERAIS, PONTA GROSSA/PR

Solange Burgardt, Jasmine Cardozo Moreira ................................................................................ 101

A TRILHA INTERPRETATIVA DO SALTO SÃO JORGE - PARQUE NACIONAL DOS CAMPOS GERAIS - E SEU POTENCIAL PARA O GEOTURISMO E EDUCAÇÃO AMBIENTAL)

Ana Cláudia Folmann, Maria Ligia Cassol Pinto, Gilson Burigo Guimarães ................................ 104

ATIVIDADES DE EDUCAÇÃO E INTERPRETAÇÃO AMBIENTAL COMO MEIO DE SENSIBILIZAÇÃO DA COMUNIDADE DO ENTORNO DO PARQUE NACIONAL DOS CAMPOS GERAIS

Andressa Stefany Teles, Jasmine Cardozo Moreira ..................................................................... 107

TURISMO EM ÁREAS NATURAIS: ELABORAÇÃO DE UM MEIO INTERPRETATIVO REFERENTE À FAUNA DO PARQUE NACIONAL DOS CAMPOS GERAIS

Flávia Ferreira dos Santos, Jasmine Cardozo Moreira ................................................................... 110

A ATIVIDADE TURÍSTICA NO PARQUE NACIONAL DOS CAMPOS GERAIS (PR) E A INTERPRETAÇÃO AMBIENTAL: CARTILHA EDUCATIVA

Bárbara Cristina Leite, Jasmine Cardozo Moreira ......................................................................... 113

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS DO TEMA USO PÚBLICO ........................................................ 117

TEMA "FAUNA"

DIVERSIDADE DA FAUNA DE COLEOPTERA (INSECTA) DO PNCG E DA REBIO DAS ARAUCÁRIAS

Elynton Alves do Nascimento ......................................................................................................... 118

ASPECTOS ETNOZOOLÓGICOS DOS DASYPODIDAE (XENARTHRA: MAMMALIA) NA REGIÃO DA FAZENDA CAPIVARI (CAMPOS GERAIS DO PARANÁ)

Jair Schmitt, Hugo Jansen Júnior, Olavo Martins Ayres ................................................................. 121

TRÁFICO DE AVES SILVESTRES NA REGIÃO DE PONTA GROSSA (CAMPOS GERAIS DO PARANÁ)

Marcia Silvana Rodrigues, Maurício Kinczel, Olavo Martins Ayres ............................................... 124

O PAPEL INTEGRADO DO GRAU DE CONSERVAÇÃO E DA HETEROGENEIDADE DE HABITATS NA FORMULAÇÃO DE ESTRATÉGIAS DE CONSERVAÇÃO DOS ANFÍBIOS DA FLORESTA COM ARAUCÁRIA

Lucas Batista Crivellari, Caio Marinho Mello, Carlos Eduardo Conte. ............................................ 128

PERÍODO DE ATIVIDADE DE SUS SCROFA NA RESERVA BIOLÓGICA DAS ARAUCÁRIAS, NO ESTADO DO PARANÁ, BRASIL

Patricia Machado, Sérgio Bazilio, Adriana Aparecida Ribeiro ........................................................ 132

PERÍODO DE ATIVIDADE DE CUNICULUS PACA (MAMMALIA – CUNICULIDAE) NA RESERVA BIOLÓGICA DAS ARAUCÁRIAS

Adriana Aparecida Ribeiro, Patricia Machado, Sérgio Bazilio ........................................................ 134

CARNÍVOROS NA RESERVA BIOLÓGICA DAS ARAUCÁRIAS NO ESTADO DO PARANÁ

Lucas Mendonça Macedo, Sérgio Bazilio ....................................................................................... 136

INVENTÁRIO DE MAMÍFEROS DE MÉDIO E GRANDE PORTE NA RESERVA BIOLÓGICA DAS ARAUCÁRIAS, ESTADO DO PARANÁ

Sérgio Bazilio, Patrícia Machado, Soraia Rodrigues Chaga ........................................................... 138

INVENTÁRIO DE MAMÍFEROS DE MÉDIO E GRANDE PORTE NO PARQUE NACIONAL DOS CAMPOS GERAIS, ESTADO DO PARANÁ

Sérgio Bazilio, Alan Deivid Pereira, Elvira De Bastiani ................................................................... 141

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS DO TEMA FAUNA .................................................................... 144

APÊNDICES

APÊNDICE I - ESTADO DA ARTE DAS PESQUISAS COM POTENCIAL PARA SUBSIDIAR O PLANO DE MANEJO DO PARQUE NACIONAL DOS CAMPOS GERAIS E DA RESERVA BIOLÓGICA DAS ARAUCÁRIAS - PRIMEIRA APROXIMAÇÃO

APÊNDICE II - FOLHETO SOBRE O SALTO SÃO JORGE LOCALIZADO NO PARQUE NACIONAL DOS CAMPOS GERAIS

APÊNDICE III - JOGO DE TABULEIRO SOBRE O PARQUE NACIONAL DOS CAMPOS GERAIS

APÊNDICE IV - CARTILHA: CONHECENDO O PARQUE NACIONAL DOS CAMPOS GERAIS


Ano de Publicação: 2015/2016

Anais/II Seminário de Pesquisas Científicas da Floresta Nacional do Tapajós

SUMÁRIO

CARACTERIZAÇÃO DE ATIVIDADES COM FINALIDADE CIENTÍFICA E SUAS CONTRIBUIÇÕES PARA A GESTÃO DA FLORESTA NACIONAL DO TAPAJÓS 010

AMEAÇA E CONSERVAÇÃO DAS AVES DE RAPINA DE GRANDE PORTE NA FLORESTA NACIONAL DO TAPAJÓS E ENTORNO 022

ANÁLISE DO CRESCIMENTO E DINÂMICA FLORESTAL APÓS A EXTRAÇÃO MADEIREIRA EM UMA ÁREA SOB REGIME DE MANEJO FLORESTAL 033

ANÁLISE PRELIMINAR DOS CONSTITUINTES QUÍMICOS DAS ESPÉCIES Piper bartlingianum (Miq.) C. DC. e Piper gurupanum YUNCHER COLETADAS NA FLORESTA NACIONAL DO TAPAJÓS SISBIO Nº 37818-2. 040

ATIVIDADE ANTIBACTERIANA DE Uncaria guianensis (AUBL.) J.F.Gmel. (Unha-de-gato); Costus spicatus (jacq.) sw. (Cana-mansa); Phyllanthus orbiculatus Rich. (Quebra-pedra) e Plectranthus sp. (Erva-mijona) EM UROPATÓGENOS, BELTERRA- PA, 2012 046

AVALIAÇÃO DA GESTÃO DA FLORESTA NACIONAL DO TAPAJÓS, BELTERRA-PA, NA PERCEPÇÃO DOS MORADORES DA COMUNIDADE MAGUARI 052

AVALIAÇÃO DE IMPACTO AMBIENTAL EM ÁREA DE MANEJO FLORESTAL COMUNITÁRIO NA FLORESTA NACIONAL DO TAPAJÓS 057

COMPARAÇÕES AMBIENTAIS DE Bothrops atrox NA AMAZÔNIA ORIENTAL 066

CONGRUÊNCIA ENTRE GERROMORPHA (HEMIPTERA: HETEROPTERA) E ODONATA EM IGARAPÉS DO OESTE PARAENSE 090

CONHECIMENTO COMUNITÁRIO SOBRE OCORRÊNCIA, CAÇA E ALIMENTAÇÃO DE PEIXE-BOI-AMAZÔNICO, EM DUAS UNIDADES DE CONSERVAÇÃO DO BAIXO RIO TAPAJÓS 102

DESIGN PARA A SUSTENTABILIDADE NA FLORESTA NACIONAL DO TAPAJÓS 111

DESCRIÇÃO ANATÔMICA DO LENHO DE Protium apiculatum SWART VISANDO À PRODUÇÃO DE ENERGIA E POLPA CELULÓSICA 127

DETERMINAÇÃO DO TEOR DE EXTRATIVOS PRESENTES EM RESÍDUOS MADEIREIROS DE MUIRACATIARA (Astronium lecontei Ducke) e MAÇARANDUBA (Manilkara huberi Ducke) COM DIFERENTES MÉTODOS DE EXTRAÇÃO 133

DINÂMICA POPULACIONAL DE ESPÉCIMES DA FAMÍLIA URTICACEAE APÓS A COLHEITA NA FLONA DO TAPAJÓS 138

DISCRIMINAÇÃO DE TRAÇADORES QUÍMICOS QUE INDICAM INFLUÊNCIA DA DEPOSIÇÃO ATMOSFÉRICA NA COMPOSIÇÃO DO SOLO SUPERFICIAL DA FLORESTA NACIONAL DO TAPAJÓS/PA 145

ESPÉCIMES DE PAU-ROSA (Aniba rosaeodora Ducke - Lauraceae) NA FLORESTA NACIONAL DOS TAPAJÓS: ESPÉCIE NATIVA AMEAÇADA DE EXTINÇÃO NA AMAZÔNIA. 154

ESTOQUE COMERCIAL PARA O SEGUNDO CICLO DE CORTE NA FLORESTA NACIONAL DO TAPAJÓS – ÁREA EXPERIMENTAL KM67 – EMBRAPA. 161

ESTRUTURA E DINAMICA DA REGENERAÇÃO NATURAL EM ÁREA MANEJADA NA FLORESTA NACIONAL DO TAPAJÓS, BELTERRA-PA 167

HERPETOFAUNA DA FLORESTA NACIONAL DO TAPAJÓS E RESERVA EXTRATIVISTA TAPAJÓS-ARAPIUNS, PARÁ, BRASIL. 172

HORÁRIO DE CAPTURA DE ARCTIINAE (LEPIDOPTERA, ARCTIIDAE) NA FLORESTA NACIONAL DO TAPAJÓS, PARÁ, BRASIL. 183

ICTIOFAUNA EM IGARAPÉS DOS SISTEMAS DE DRENAGENS NA FLORESTA NACIONAL DO TAPAJÓS, PARÁ, BRASIL. 190

INCREMENTO DIAMÉTRICO ARBÓREO EM RELAÇÃO ÀS VARIÁVEIS CLIMÁTICAS NUMA COMUNIDADE DA FLORESTA NACIONAL DOS TAPAJÓS, PA. 207

INFLUÊNCIA DA SAZONALIDADE NA PRODUÇÃO DE ÓLEORRESINA DE Copaifera reticulata DUCKE NA FLORESTA NACIONAL DO TAPAJÓS 221

LEVANTAMENTO DE BORBOLETAS FRUGÍVORAS (LEPIDOPTERA: NYMPHALIDAE) DE UMA ÁREA MANEJADA NA FLORESTA NACIONAL DO TAPAJÓS, BELTERRA, PARÁ, BRASIL. 225

LEVANTAMENTO DE FAMÍLIAS DA FLORESTA NACIONAL DO TAPAJÓS, PARÁ 235

PANORAMA ESPAÇO - TEMPORAL DE FATORES DE MUDANCA ECONOMICA, SOCIAL E AMBIENTAL NA AMAZÔNIA: ESTUDO DE CASO FLONA TAPAJÓS 243

PREVALÊNCIA DE INFECÇÃO E PADRÕES DE USO DE HOSPEDEIROS POR ERVAS-DE-PASSARINHO (LORANTHACEAE E VISCACEAE) EM ESPÉCIES DE ÁRVORES TROPICAIS COMERCIAIS 250

SAZONALIDADE DA PRODUÇÃO DE ÓLEORRESINA DE Copaifera reticulata E Copaifera spp. NA FLORESTA NACIONAL DO TAPAJÓS-PA 257

SENSIBILIDADE DOS FOLÍOLOS DA PLANTA Mimosa sp. SOB DIFERENTES CONDIÇÕES DE ÁGUA NO SOLO. 261

SERPENTES EM ÁREAS PRESERVADAS E COM CORTE SELETIVO DE MADEIRA NA FLORESTA NACIONAL DO TAPAJÓS, BELTERRA, PARÁ, BRASIL 266

SISTEMA SILVICULTURAL ONE TREE PLOT: UMA ALTERNATIVA DE RECOMPOSIÇÃO PARA ÁREA DE RESERVA LEGAL NA REGIÃO DO TAPAJÓS 280

VARIÁVIES HÍDRICAS COMO INDICATIVO DE EFEITO ANTRÓPICO PARA SUBSIDIAR ESTRATÉGIAS CONSERVACIONISTAS NA FLONA DO TAPAJÓS E SEU ENTORNO, AMAZÔNIA. 292

Ano de Publicação: 2014

Seminário de Pesquisas Científicas da Floresta Nacional do Tapajós (2011, Santarém, PA) Anais/I Seminário de Pesquisas Científicas da Floresta Nacional do Tapajós

SUMÁRIO ECOLOGIA AVALIAÇÃO ISOTÓPICA DA JARARACA (Bothrops atrox) NO OESTE DO PARÁ ............... 14 

EFEITO DO AUMENTO DA TEMPERATURA FOLIAR NA TAXA ASSIMILATÓRIA LÍQUIDA .......................................................................................................................................... 19 

EFEITO DO AUMENTO DA TEMPERATURA FOLIAR NA TAXA RESPIRATÓRIA DE PLANTAS ......................................................................................................................................... 26 

ESTOQUE DE BIOMASSA ÁRBOREA VIVA EM FLORESTA OMBRÓFILA DENSA NA FLONA TAPAJÓS: AMAZÔNIA ORIENTAL ............................................................................... 33 

DINÂMICA DE CARBONO NA FLORESTA AMAZÔNICA DURANTE PERÍODOS DE SECA E CHEIAS .......................................................................................................................................... 40 

POLINIZADORES DE ESPÉCIES ARBÓREAS EM UMA ÁREA DA FLORESTA NACIONAL DO TAPAJÓS (PA) SOB EXPLORAÇÃO DE IMPACTO REDUZIDO ...................................... 44 

FENOLOGIA DE CINCO ESPÉCIES ARBÓREAS NA FLORESTA NACIONAL DO TAPAJÓS, BELTERRA (PA) ............................................................................................................................. 52 

PRODUÇÃO SAZONAL DO ÓLEO-RESINA DE Copaifera reticulata Ducke NO KM 67 DA FLONA TAPAJÓS-PA ..................................................................................................................... 60 

DETERMINAÇÃO DAS CARACTERÍSTICAS FÍSICO-QUÍMICAS DO ÓLEO-RESINA DE COPAÍBA EM DUAS ÁREAS DE COLETA NA FLORESTA NACIONAL DO TAPAJÓS, PARÁ ................................................................................................................................................ 66

 AVALIAÇÃO ANTIFÚNGICA DO ÓLEO-RESINA DE Copaifera reticulata Ducke PROVENIENTE DA FLONA TAPAJÓS-PA ................................................................................. 71 ESTRUTURA POPULACIONAL DE Copaifera multijuga Hayne NA FLORESTA NACIONAL DO TAPAJÓS ................................................................................................................................... 77 

ESTRUTURA E DISTRIBUIÇÃO ESPACIAL DE Carapa guianensis Aubl. NA FLORESTA NACIONAL DO TAPAJÓS ............................................................................................................. 83

MONITORAMENTO DA REPRODUÇÃO DE GAVIÃO-REAL (Harpia harpyja) NA FLORESTA NACIONAL DO TAPAJÓS - PA. .............................................................................. 89

MANEJO IMPACTO DA EXPLORAÇÃO FLORESTAL NA ESTRUTURA E DINÂMICA DE UMA ÁREA SUBMETIDA A MANEJO FLORESTAL NA FLORESTA NACIONAL DO TAPAJÓS, PARÁ  ...................................... 97

ANÁLISE DAS PROPRIEDADES FÍSICO-MECÂNICAS DA MADEIRA DA ESPÉCIE Nectandra dioica Mez. (LOURO PRETO) COM POTENCIAL MADEIREIRO, OCORRENTE NA REGIÃO DE SANTARÉM, PA. ............................................... 104 

CRESCIMENTO, INGRESSO E MORTALIDADE DO ESTRATO ARBÓREO EM UMA ÁREA DE MANEJO FLORESTAL NA FLONA TAPAJÓS. .................................................................. 110 

DINÂMICA DA COMPOSIÇÃO FLORÍSTICA E DA ESTRUTURA DE UMA FLORESTA MANEJADA, QUE SOFREU INCÊNDIO ACIDENTAL, NA FLORESTA NACIONAL DO TAPAJÓS ...................................

.................... 118 

CARACTERÍSTICAS ECOLÓGICAS E TECNOLÓGICAS DA ESPÉCIE CUIARANA (Terminalia glabrescens C. Mart.), COM POTENCIAL MADEIREIRO, NA REGIÃO DE SANTARÉM, PA ............................................ 126 

CONTRIBUIÇÃO E AJUSTES METODOLÓGICOS DE BANDAS DENDROMÉTRICAS EM INVENTÁRIO FLORESTAL NA FLONA TAPAJÓS ................................................................. 134 

ESTRATÉGIAS DE CAÇA DE SUBSISTÊNCIA ENTRE COMUNIDADES RIBEIRINHAS NA FLORESTA NACIONAL DO TAPAJÓS, PARÁ, BRASIL ......................................................... 140


Ecologia

AVALIAÇÃO ISOTÓPICA DA JARARACA (Bothrops atrox) NO OESTE DO PARÁ MELISSA GASTE MARTINEZ, ANA MARIA MOURA DA SILVA, HIPÓCRATES CHALKIDIS, PLÍNIO BARBOSA DE CAMARGO RESUMO O envenenamento por serpentes é considerado um problema de saúde pública, especialmente em populações de áreas rurais de países tropicais e subtropicais. No Brasil, dos 26.000 acidentes ofídicos, 90% são do gênero Bothrops sendo a espécie Bothrops atrox a predominante na região amazônica, incluindo toda a Amazônia brasileira. Essa ampla distribuição deve-se ao fato da espécie possuir grande adaptação e dieta generalista, sendo que na região de Santarém, ela está relacionada com 92% dos acidentes ofídicos, dos quais 20 % foram considerados graves. Através dos isótopos estáveis do carbono-13 e do nitrogênio-15, pretende-se caracterizar as variações dos hábitos alimentares e eventual correlação com a variabilidade de seus venenos. Os animais foram coletados inicialmente na floresta nativa (FLONA), na região de Santarém – PA, Amazônia e comparados com o veneno das serpentes do biotério do Instituto Butantan. Isto pôde ser claramente visualizado, quando comparamos as análises isotópicas do veneno das serpentes do Instituto Butantan alimentadas com roedores do biotério, contra as serpentes coletadas na (FLONA), que são alimentadas com animais da própria floresta, sendo que as diferentes fontes alimentares refletiram isotopicamente no turnover do material absorvido. PALAVRAS-CHAVE: Amazônia, Carbono-13, Nitrogênio-15 1. INTRODUÇÃO A alta incidência dos acidentes ofídicos em Santarém pode ser relacionada à diversidade de cenários florísticos na região, que possibilitam a existência de todos os gêneros de serpentes venenosas ocorrentes no Brasil. (CARVALHO et al., 2001). Embora nenhum estudo tenha sido feito até o momento, as áreas agrícolas deverão se constituir em novos ambientes para a fixação das serpentes, podendo levar à ocorrência de acidentes aos trabalhadores agrícolas. Pesquisas demonstram que através dos isótopos estáveis, podemos verificar as composições isotópicas dos tecidos dos animais que dependem principalmente da alimentação, da água ingerida e dos gases inalados. Associados a esse fato, os efeitos dos isótopos estáveis estão ligados aos processos metabólicos (KENNED E KROUSE H.R;1990). Dentre os isótopos mais utilizados destacam-se o Carbono (12C, 13C) e o Nitrogênio (14N, 15N) (Ducatti, 1977). Composições isotópicas dos tecidos animais dependem da alimentação (sólida e líquida) e conseentemente do ambiente em que vivem. Embora esses estudos sejam relevantes para a compreensão da ecologia animal, em revisão de 102 estudos da variabilidade natural de carbono-13 (13C) e nitrogênio-15 (15N) na ecologia trófica de animais (KELLY, 2000) não existe menção a um único estudo com serpentes.

I

Ano de Publicação: 2011

Anais, I Encontro de Pesquisa de Fernando de Noronha, São Pedro e São Paulo e Atol das Rocas, Fernando de Noronha

Área de Proteção Ambiental Fernando de Noronha, Rocas e São Pedro e São Paulo Lisângela Aparecida Pinheiro Cassiano 16

Parque Nacional Marinho de Fernando de Noronha Eduardo Cavalcante de Macedo 22

Reserva Biológica do Atol das Rocas Maurizélia de Brito Silva 25

Seção II: Ilhas oceânicas 28

Conectividade genética e demográfica em ilhas oceânicas: implicações para a conservação e manejo. Françoise Lima

28

Ondas e eventos extremos em Fernando de Noronha e Atol das Rocas Mirella Borba 29

Seção III: Parcerias na conservação 31

Programa de monitoramento de longa duração das comunidades recifais de ilhas oceânicas Alberto Lindner

31

Programa Marinho do WWF Fabrício Matheus 32

Projeto Golfinho Rotador: um programa de manejo in sito a serviço da conservação das UCs de Fernando de Noronha José Martins da Silva Júnior 34

O TAMAR nas ilhas oceânicas Armando Santos 38 

Parte III – Mesas Redondas 40

Mesa I: Espécies exóticas invasoras nas ilhas oceânicas: prevenção e controle 41

A experiência da Tríade no Manejo de Fauna invasora em Fernando de Noronha Tatiane Micheletti 41

Controle de gatos ferais em Fernando de Noronha Ricardo Dias 43

Atividades de Controle Ambiental desenvolvidas pelo Centro de Defesa Animal Fernando Magalhãe45

A ameaça das espécies invasoras marinhas em ilhas oceânicas Joel Cree46

Mesa II: Gestão Pesqueira nas ilhas oceânicas 48

A pesca em Fernando de Noronha Paulo Travassos 48

Pesca oceânica no entorno do Arquipélago de Fernando de Noronha Leonardo Veras 50

Mesa III: Diretrizes para a integração da gestão das UCs e conservação das ilhas oceânicas do Nordeste 54

Aspectos oceanográficos relevantes para a gestão das ilhas oceânicas Eduardo Siegle 54

Desafios para a proteção das ilhas oceânicas José Tadeu de Oliveira 55

Efetividade e representatividade das áreas marinhas protegidas para conservação da biodiversidade em ilhas oceânicas brasileiras Ronaldo Bastos Francini-Filho 56 

Parte IV – Resumos apresentados na forma de painéis 58 Área – Ecologia marinha 59

Abundância e padrões de movimentação do tubarão-limão, Negaprion brevirostris (Poey, 1868), na baía da Lama, Reserva Biológica do Atol das Rocas. Ana Laura Tribst Corrêa; June Ferraz Dias; Paulo Guilherme Vasconcelos de Oliveira 59

Área prioritária para conservação do golfinho-nariz-de-garrafa (Tursiops truncatus) no Arquipélago de São Pedro e São Paulo. Daniel Danilewic; Julio Baumgarten; Lucas Milmann; Paulo H. OTT 62

Conservação e conectividade do caranguejo Johngarthia lagostoma em ilhas oceânicas brasileiras. Simone Maria de Albuquerque Lira; Renata Polyana de Santana Campelo; Ralf Schwamborn; Rodrigo Augusto Torre67

Diversidade, densidade e biomassa do mesozooplâncton: descritores do estado de conservação do Arquipélago de Fernando de Noronha Glenda Mugrabe de Oliveira Magalhães; Luiz Ernesto de Arruda Bezerra; Manuel Flores Montes; Renata Campelo; Sigrid Neumann Leitão; Simone de Albuquerque Lira; Tamara Almeida e Silva 74

Estimativas da probabilidade de sobrevivência aparente e da abundância de Tartarugas-de-Pente juvenis (Eretmochelys imbricata) em Fernando de Noronha, Pernambuco, Brasil. Armando J.B. Santos; Claudio Bellini; Maria A. Marcovaldi; Paulo C. R. Barata; Milani Chaloupka 80

Estudo de crescimento de longo prazo e sobrevivência de Tartarugas-Verdes (Chelonia mydas) no Arquipélago de Fernando de Noronha, Brasil. Ana Rita C. Patrício; Andrew McGowan; Armando J. B. Santos; Brendan J. Godley; Cláudio Bellini; Liliana P. Colman; Maria Ângela Marcovaldi 84

Florações do dinoflagelado epi-bentônico Ostreopsis cf. ovata podem representar uma nova fonte de estresse às comunidades recifais de ilhas oceânicas Carlos Eduardo L. Ferreira; José E.A. Gonçalves; Silvia M. Nascimento 87

Pressão alimentar dos peixes na comunidade bentônica recifal em três sítios do Arquipélago de Fernando de Noronha Débora Ferrari; Renato A. Morais; Guilherme O. Longo; Sergio R. Floete90

Reações de golfinhos Stenella longirostris aos tipos de manobras de aproximação usadas pelas embarcações na Área de Proteção Ambiental de Fernando de Noronha/PE Marina Consuli Tischer; Alexandre Schiavetti; Flávio José de Lima Silva; José Martins da Silva-Jr 95

Sistema sedimentar do Sueste: Caracterização morfossedimentar e geoquímica sazonal. Mar de fora, Fernando de Noronha (PE). Roberto L. Barcellos, Sayonara R.R.M. Lins, Clemente Coelho-Júnior, Paulo E.P.F. Travassos, Plínio B. de Camargo 98 Área – Espécies exóticas invasoras 102

Avaliação do impacto e manejo do mocó (Kerodon rupestres) no Parque Nacional Marinho e Área de Proteção Ambiental de Fernando de Noronha Carlos Roberto Abrahão; James Russell; Jean Carlos Ramos Silva; Mechthild Roth, Paulo Rogerio Mangini; Ricardo Augusto Dias; Tatiane Micheletti; Uta Berger; Vinicius Perón de Oliveira Gasparotto 102

Caracterização da distribuição e densidade de roedores introduzidos em Fernando de Noronha. James Russell; Ricardo Augusto Dias; Vinicius Perón de Oliveira Gasparotto; Carlos Roberto Abrahão; Tatiane Micheletti; Paulo Rogerio Mangini; Jean Carlos Ramos Silva; 108

Estudos preliminares para o manejo do Teju (Tupinambis merianae) no Parque Nacional Marinho e Área de Proteção Ambiental de Fernando Noronha. Carlos Roberto Abrahão; James Russell; Jean Carlos Ramos Silva; Paulo Rogerio Mangini; Ricardo Augusto Dias; Tatiane Micheletti; Vinicius Perón de Oliveira Gasparotto 111

Impacto de espécies exóticas em ninhos de Tartarugas-Verdes no Arquipélago de Fernando de Noronha, PE, com uso de armadilhas fotográficas. Lourival Dutra Neto; Armando J. B. Santos; Luís Felipe Bortolon 115 

Área: Gestão ambiental 119

Efeito da presença de fiscalização contínua sobre as infrações à legislação de proteção aos golfinhos em Fernando de Noronha Damião Rabelo; Flávio José de Lima Silva; José Martins da Silva-Júnior; Luiza Arantes Sampaio; Vithor Macedo de Azevedo 119

Efetividade de gestão das Unidades de Conservação Marinhas de Proteção Integral: experiências do litoral de São Paulo. Bárbara de Moura Banzato 122

Gestão costeira integrada: subsídios a praia de Atalaia, PARNAMAR – FN Marcéu Tainá Silva Lima; José Rodrigues de Souza Filho; Iracema Reimão Silva 130

Gestão de ilhas oceânicas no Brasil com base na metodologia RAPPAM. Alexandre Schiavetti; Camila dos Santos Brandão 135

Mapeamento dos pontos de pesca do arquipélago em relação aos limites do Parque Nacional Marinho de Fernando de Noronha Carlos Venicio Cantareli; Eduardo Cavalcante Macedo; Thayná Jeremias Mello 139

Novas modalidades de esportes recreativos náuticos em Fernando De Noronha e sua relação com cetáceos Flávio José de Lima; José Martins da Silva Júnior; Marina Consuli Tischer; Rafael Pinheiro 144

Plano de Gerenciamento Ambiental para UCs com ênfase nas Marinhas e Costeiras Débora Gutierre147

Utilização da análise espacial dos autos de infração lavrados no PARNAMAR e APA de Fernando de Noronha como ferramenta para gestão das UC’s Débora Gutierrez; Eduardo de Macedo Cavalcante; José Tadeu de Oliveira; Lisangela A. P. Cassiano; Natalia Bonfim Lossio 151 

Área: Poluição ambiental 156

Contaminação de Atobá-Marrom (Sula leucogaster) por poluentes orgânicos persistentes no Arquipélago de São Pedro e São Paulo e outras ilhas do litoral brasileiro através de análise não invasiva Adriana L. Pessôa; Flávia V. de Mello; João Paulo M. Torres; Larissa S.T. Cunha; Renan L. Longo 156

Gestão integrada para um problema sem fronteiras: os microplásticos nas ilhas oceânicas tropicais. Juliana A. Ivar do Sul; Monica F. Costa; Ruy José Válka Alve162

Ocorrência de Lixo Marinho associado ao Sargassum sp no Arquipélago de Fernando de Noronha / PE – Brasil Rafael Pereira Levy; Carlos Venicius Cantareli; Eduardo Cavalcante Macedo; Thayná Jeremias Mello 167 Área: Pesca 175

Caracterização e aspectos socioeconômicos da pesca artesanal do Arquipélago de Fernando de Noronha (PEGabriela Campos Zeineddine; Mariana Clauzet; Matheus M. Rotundo; Milena Ramires; Paloma Sant’Anna Dominguez; Walter Barrella 175

Conhecimento ecológico local dos pescadores de Fernando de Noronha sobre iscas utilizadas para pesca artesanal Gabriela Campos Zeineddine; Mariana Clauzet; Matheus M. Rotundo; Milena Ramires; Walter Barrella 178 

Área: Turismo 181

A transformação do território de Fernando de Noronha a partir do turismo Pricylla W. Lopes Xavier; Sérgio Henrique Verçosa Xavier; Vanice Selva 181

Matrizes de classificação para o selo de reconhecimento Noronha+20 Cynthia Gerling de Oliveira; José Martins da Silva-Júnior 187

Os benefícios de um Geopark e a proposta de um Geopark em Fernando de Noronha Jasmine C. Moreira; Priscila Medeiros; Rafael Robles; Adriana Shmidt Raub....191

O ciclo de palestras ambientais do projeto Tamar de Fernando de Noronha-PE e a Percepção dos visitanteCassio Gerhardt; Rafael Azevedo Robles; Camila Gonçalves de Oliveira Rodrigues; Armando José Barsante Santos; Tatiane Ferrari do Vale; Jasmine Cardozo Moreira 196

Proposta de geosítios marinhos do projeto de Geopark aspirante Fernando de Noronha e a importância da interpretação ambiental relacionada à geodiversidade Jasmine Cardozo Moreira; José Martins da Silva-Júnior 201 

Área: Ecologia terrestre 205

Biologia reprodutiva do Rabo-De-Palha-Do-Bico-Laranja, Phaethon lepturus, em Fernando de Noronha. Diego Alexandre Salgueiro Rodrigues; Leila Figueiredo; Márcio Amorim Efe 205

Criação de abelhas-sem-ferrão após 30 anos de sua introdução na Ilha de Fernando de Noronha Cândida B. da Silva Lima; Márcia de F. Ribeiro 208

Monitoramento da fauna de Collembola aliado a estratégias integradas ao manejo e conservação das UC’s em ilhas oceânicas do NordesteEstevam C. Araújo de Lima; Douglas Zeppelini 213 

Parte V – Moções das Mesas Redondas 218

Moção – 1: Controle e espécies invasoras

219

Moção – 2: Tratamento de esgoto e


Ano de Publicação: 2015