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PADRÃO DE OCORRÊNCIA DE Bokermannohyla martinsi (BOKERMANN, 1964) (ANURA: HYLIDAE) EM CAVIDADES NATURAIS FERRUGINOSAS NO PARQUE NACIONAL DA SERRA DO GANDARELA, MINAS GERAIS - Dissertação de Mestrado pela PUC-MG

RESUMO
Bokermannohyla martinsi é uma espécie endêmica das montanhas centrais de Minas Gerais, com ocorrência restrita às formações florestais de campos rupestres e classificada como Quase Ameaçada. A espécie vem sendo constantemente registrada em cavidades naturais em sua área de ocorrência, cavidades que sofrem pressão de supressão pela atividade minerária. Este trabalho objetivou analisar o uso sazonal das cavidades naturais ferruginosas do Parque Nacional da Serra do Gandarela por B. martinsi, verificando a existência de fidelidade de espécimes por cavidades naturais específicas. Buscou também identificar locais de predileção da espécie nas cavidades e avaliar a influência de fatores físicos e climáticos sobre a ocorrência da espécie, visando identificar condições preferenciais. Foram amostradas dez cavernas ao longo de um ano, com identificação fotográfica dos espécimes, registros sazonais de temperatura, umidade, pluviosidade e luminosidade, além da atividade dos indivíduos e de sua distância em relação à entrada da caverna e sua altura em relação ao solo. O índice de estabilidade ambiental das cavidades foi calculado visando verificar a aplicabilidade do índice às cavidades ferruginosas e verificar a existência de predileção da espécie por cavidades mais estáveis. Os resultados demonstraram o uso
constante de cavidades pela espécie, indicando que a espécie deve ser considerada criptozoica e trogloxena. Os resultados também mostraram que a espécie prefere cavidades mais estáveis ambientalmente, além de utilizarem mais as cavidades no
outono e no inverno, quando as condições externas estão desfavoráveis. Os estudos e diretrizes relacionados ao licenciamento ambiental e à definição da área de influência das cavidades devem levar em consideração os anuros e demais
vertebrados, pois eles podem exercer um importante papel na cadeia alimentar desses ambientes. Desconsiderá-los em estudos ecológicos e no processo de licenciamento ambiental pode comprometer o equilíbrio e os processos ecológicos das cavidades naturais. A autorização para supressão de cavidades deve ser ponderada nos processos de licenciamento ambiental, evitando o agravamento da destruição dos habitats da espécie.

Palavras chave: Microambiente; Cavidade natural; Anura; Bokermannohyla martinsi.


ABSTRACT
Bokermannohyla martinsi is an endemic species from the “Quadrilátero Ferrífero” (“Iron Quadrangle” - IQ, in Southeastern Brazil), where it occupies forest formations, and is classified as Near Threatened. The species is recorded in natural cavities within its distribution, cavities that are frequently destroyed by mining activities. In this study we aimed to record the use of cavities at Serra do Gandarela National Park (within the IQ) by the species throughout the year and test whether it prefers more stable cavities regarding microclimate. For this purpose, we evaluated physical and climatic variables within and out of 10 natural cavities during a whole year. We also obtained seasonal climatic records of humidity, temperature and rainfall. We photographed recorded B. martinsi specimens for individual identification and measured their distance from the
entrance of the cavity and height from the ground. We calculated an environmental index based on iron cavity features and tested the preference of the species for more stable cavities. Bokermannohyla martinsi used cavities frequently, being thus classified as trogloxen. It also prefers more stable cavities, and uses them preferentially during autumn and winter months, when external climatic conditions are harsher. Assessments of environmental impacts for enterprise licensing should take vertebrates into account when it comes to impact evaluation in caves. They may play an active role in the food webs of such ecosystems and should thus be given the deserved importance. The environmental costs of cave destruction should be carefully considered, taking into account the potential impacts on the species habitat in a near future.

Key Words: Microhabitat; Natural cavity; Anura; Bokermannohyla martinsi

Ano de Publicação: 2019

FUNGOS MICORRÍZICOS ARBUSCULARES EM SOLOS E RAÍZES DE MUDAS E PLANTAS DE ÁREAS DEGRADADAS NA BASE PETROLÍFERA GEÓLOGO ‘PEDRO DE MOURA’ EM URUCU, MUNICÍPIO DE COARI, AM - Dissertação de Mestrado pelo INPA

Sinopse:

Foram estudadas as condições nutricionais e micorrízicas de mudas e plantas de espécies florestais e frutíferas utilizadas na regeneração das clareiras de Urucu e características simbióticas das populações de fungos micorrízicos dos solos dessas clareiras e florestas adjacentes. Também foram avaliadas as condições nutricionais e micorrízicas de mudas de espécies florestais e frutíferas utilizadas na regeneração das clareiras de Urucu e características simbióticas das populações de fungos micorrízicos dos solos dessas clareiras e florestas adjacentes.

Palavras-chave: Simbiose, colonização micorrízica arbuscular, solos, raízes.

Ano de Publicação: 2012

EFEITOS DE INCÊNDIOS FLORESTAIS SOBRE A ESTRUTURA DA FLORESTA EM BORDAS CRIADAS POR FOGO - Dissertação de Mestrado pela UESC

RESUMO

Os incêndios florestais são uma das mais importantes ameaças às florestas tropicais, altos níveis de mortalidade na vegetação e, pondo em risco a biodiversidadeEstas florestas vêm enfrentando nas últimas décadas um aumento na intensidade e prevalência dos incêndios induzidos pelo Homem, associados a eventos de secas severas. O legado destes distúrbios são florestas com mudanças estruturais e composicionais que, eescala de paisagem, causam perda de habitat e fragmentação. Nas novas bordas criadaentre as áreas de floresta queimada e não queimada espera-se que a influência de borda e de floresta guiem as mudanças na vegetação, extendendo ainda mais os impactos do fogo. Embora bem estudado em muitas florestas tropicais, como a Amazônia, os impactos dos incêndios florestais nos remanescentes de Floresta Atlântica Brasileira são pouco avaliados, mesmo sendo um elemento comum. Para preencher estas lacunas no conhecimento foram avaliados atributos da estrutura florestal de oito bordas de fogo em três fragmentos de Floresta Atlântica Brasileira parcialmente queimados. Os resultados mostram níveis altos de mortalidade de árvores, arvoretas e lianas, com profundas mudanças na maior parte dos atributos estruturais avaliados. O alto contraste entre áreas queimadas e não queimadaprevaleceu nas análises de seleção de modelos, evidenciando uma incipiente influência de floresta e de borda na maioria dos atributos. Além disso, o Pteridium arachnoideum dominou o subbosque das parcelas queimadas, apontando para uma possível sucessão secundária retida. O quadro proporcionado por estas bordas de fogo sinaliza um alerta para esta ameaça subestimada nos remanescentes de Floresta Atlântica Brasileira.


ABSTRACT

Wildfires are one of the main threats to tropical forests, inducing high mortality levels of the vegetation and imperiling the biodiversity. These forests are being facing an increasing in intensity and prevalence of human-induced fires, associated with extreme droughts. The legacy of this disturbances are forests with structural and compositional changes that on landscape create habitat loss and fragmentation. On the newly created edges betweeburned and unburned stands, edge and forest influence are expected to drive the vegetation changes, extending further the impacts of fire. Although well studied in many tropical forests like the Amazon, wildfires impacts on Brazilian Atlantic Forest remnants are poorly evaluated, even being already a common element. To fulfill these gaps, forest structure attributes of eight fire-edges were evaluated in three fragments of Brazilian Atlantic Forests partially burned. The results show very high mortality levels of trees, saplings and lianas, with profound changes on most structural attributes evaluated. The high contrast between burned and unburned areas prevailed in model selection analyses, evidencing an incipient edge and forest influence on most attributes. Furthermore, Pteridium arachnoideum dominates the understory of burnt plots, pointing to a possible arrested secondary succession. The picture provided by these fire edges sign an alert to this underestimated threat in Brazilian Atlantic Forest remnants. 

Ano de Publicação: 2018

PADRÕES GEOGRÁFICOS E CONSERVAÇÃO DE AVES NOS HABITATS CRIADOS POR RIOS NA AMAZÔNIA - Tese de Doutorado pelo INPA

Sinopse: Nesta tese investigamos as distribuições das aves especializadas nos ambientes alagáveis por rios na Amazônia. Conduzimos amostragens padronizadas em diferentes rios na bacia do Rio Negro e análises espaciais de registros de ocorrência para toda a Amazônia, Com isso, testamos o potencial da cor ou tipo de água dos rios em prever diferenças na avifauna, avaliamos os efeitos da confluência entre dois rios de diferentes tipos de água sobre a composição e riqueza das espécies, e descrevemos padrões específicos de distribuição geográfica (áreas de endemismo e regiões geográficas), comparando-os com os padrões gerais de distribuição das aves na Amazônia, correspondentes com grandes interflúvios. Palavras-chave: avifauna, florestas alagáveis, espécies indicadoras, rios, cor da água, sedimentos, confluências, endemismo, biorregiões

Ano de Publicação: 2019

Monitoramento Participativo da Biodiversidade: Aprendizados em evolução.

Esta publicação é fruto da parceria constituída entre a Coordenação de Monitoramento da Biodiversidade (COMOB), as unidades de conservação e os centros de pesquisa do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), o IPÊ - Instituto de Pesquisas Ecológicas, as comunidades locais da Amazônia e instituições locais, com o apoio da Fundação Gordon e Betty Moore, Programa Áreas Protegidas da Amazônia (ARPA) e Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID). Agradecemos as valiosas contribuiçõede todos os participantes durante as reuniões, as oficinas, os cursos, as coletas de dados, as análises de dados e as oficinas de resultados, na realização do monitoramento participativo da biodiversidade.


Ano de Publicação: 2019

Monitoramento da Biodiversidade - Região 7 - GUIA DE IDENTIFICAÇÃO DE ESPÉCIES ALVO DE AVES E MAMÍFEROS

Apresentação

O Programa de Monitoramento da Biodiversidade em UCs realizado em ambientes florestais nos biomas Mata Atlântica, Cerrado e Amazônia selecionou aves e mamíferos como indicadores biológicos para o módulo básico do monitoramento, em função de representarem outros grupos de espécies, da boa resposta a gradientes de impactos, incluindo mudanças climáticas e, da contribuição para obtenção de informações confiáveis e de baixo esforço e custo. Para auxiliar na amostragem desses grupos foram elaborados guias de identificação de espécies, onde o território brasileiro foi dividido em sete regiões (mapa abaixo), definidas por análises de dissimilaridade dos agrupamentos naturais das espécies monitoradas, buscando evidenciar as grandes descontinuidades de suas distribuições  Na seleção das espécies alvo, em linhas gerais, foi utilizado como critério básico, serem espécies passíveis de amostragem por meio do método de avistamento em transecção linear e de simples identificação.

Em relação às aves foram definidas como espécies alvo do monitoramento, as espécies das famílias Cracidae, Tinamidae, Psophiidae Cariamidae, Rheidae e Odontophoridae, e em relação aos mamíferos as espécies terrestres diurnas e as de médio e grande porte representadas pelas ordens Rodentia (famílias: Caviidae, Ciniculidae, Dasyptoctidae, Donomyidae Erethizontidae, Myocastoridae e Sciuridae), Didelphimorphia (gênero Didelphis), Lagomorpha, Primates, Pilosa, Cingulata, Carnivora (exceto Otariidae e Phocidae), Perissodactyla e Artiodactyla, além de cinco domésticas.

No total foram consideradas 285 espécies, sendo 58 de aves e 227 de mamíferos, conforme tabela abaixo. 

CLASSE   ORDEM   FAMÍLIA   GÊNERO   ESPÉCIES

Aves              05            06             21             58

Mamíferos   09            27             73            227

TOTAL           14            33             94           285

Obs.: Não foram consideradas espécies insulares como Dasyprocta catrinae, com distribuição periférica e imprecisa ao território brasileiro como Chaetophractus villosus, com problemas taxonômicos como Galea flavidens e com distribuição geográfica ainda imprecisa como Leopardus guttulus


Ano de Publicação: 2015

Monitoramento da Biodiversidade - Região 6 - GUIA DE IDENTIFICAÇÃO DE ESPÉCIES ALVO DE AVES E MAMÍFEROS

Apresentação

O Programa de Monitoramento da Biodiversidade em UCs realizado em ambientes florestais nos biomas Mata Atlântica, Cerrado e Amazônia selecionou aves e mamíferos como indicadores biológicos para o módulo básico do monitoramento, em função de representarem outros grupos de espécies, da boa resposta a gradientes de impactos, incluindo mudanças climáticas e, da contribuição para obtenção de informações confiáveis e de baixo esforço e custo. Para auxiliar na amostragem desses grupos foram elaborados guias de identificação de espécies, onde o território brasileiro foi dividido em sete regiões (mapa abaixo), definidas por análises de dissimilaridade dos agrupamentos naturais das espécies monitoradas, buscando evidenciar as grandes descontinuidades de suas distribuições  Na seleção das espécies alvo, em linhas gerais, foi utilizado como critério básico, serem espécies passíveis de amostragem por meio do método de avistamento em transecção linear e de simples identificação.

Em relação às aves foram definidas como espécies alvo do monitoramento, as espécies das famílias Cracidae, Tinamidae, Psophiidae Cariamidae, Rheidae e Odontophoridae, e em relação aos mamíferos as espécies terrestres diurnas e as de médio e grande porte representadas pelas ordens Rodentia (famílias: Caviidae, Ciniculidae, Dasyptoctidae, Donomyidae Erethizontidae, Myocastoridae e Sciuridae), Didelphimorphia (gênero Didelphis), Lagomorpha, Primates, Pilosa, Cingulata, Carnivora (exceto Otariidae e Phocidae), Perissodactyla e Artiodactyla, além de cinco domésticas.

No total foram consideradas 285 espécies, sendo 58 de aves e 227 de mamíferos, conforme tabela abaixo. 

CLASSE   ORDEM   FAMÍLIA   GÊNERO   ESPÉCIES

Aves              05            06             21             58

Mamíferos   09            27             73            227

TOTAL           14            33             94           285

Obs.: Não foram consideradas espécies insulares como Dasyprocta catrinae, com distribuição periférica e imprecisa ao território brasileiro como Chaetophractus villosus, com problemas taxonômicos como Galea flavidens e com distribuição geográfica ainda imprecisa como Leopardus guttulus


Ano de Publicação: 2015

Monitoramento da Biodiversidade - Região 5- GUIA DE IDENTIFICAÇÃO DE ESPÉCIES ALVO DE AVES E MAMÍFEROS

Apresentação

O Programa de Monitoramento da Biodiversidade em UCs realizado em ambientes florestais nos biomas Mata Atlântica, Cerrado e Amazônia selecionou aves e mamíferos como indicadores biológicos para o módulo básico do monitoramento, em função de representarem outros grupos de espécies, da boa resposta a gradientes de impactos, incluindo mudanças climáticas e, da contribuição para obtenção de informações confiáveis e de baixo esforço e custo. Para auxiliar na amostragem desses grupos foram elaborados guias de identificação de espécies, onde o território brasileiro foi dividido em sete regiões (mapa abaixo), definidas por análises de dissimilaridade dos agrupamentos naturais das espécies monitoradas, buscando evidenciar as grandes descontinuidades de suas distribuições  Na seleção das espécies alvo, em linhas gerais, foi utilizado como critério básico, serem espécies passíveis de amostragem por meio do método de avistamento em transecção linear e de simples identificação.

Em relação às aves foram definidas como espécies alvo do monitoramento, as espécies das famílias Cracidae, Tinamidae, Psophiidae Cariamidae, Rheidae e Odontophoridae, e em relação aos mamíferos as espécies terrestres diurnas e as de médio e grande porte representadas pelas ordens Rodentia (famílias: Caviidae, Ciniculidae, Dasyptoctidae, Donomyidae Erethizontidae, Myocastoridae e Sciuridae), Didelphimorphia (gênero Didelphis), Lagomorpha, Primates, Pilosa, Cingulata, Carnivora (exceto Otariidae e Phocidae), Perissodactyla e Artiodactyla, além de cinco domésticas.

No total foram consideradas 285 espécies, sendo 58 de aves e 227 de mamíferos, conforme tabela abaixo. 

CLASSE   ORDEM   FAMÍLIA   GÊNERO   ESPÉCIES

Aves              05            06             21             58

Mamíferos   09            27             73            227

TOTAL           14            33             94           285

Obs.: Não foram consideradas espécies insulares como Dasyprocta catrinae, com distribuição periférica e imprecisa ao território brasileiro como Chaetophractus villosus, com problemas taxonômicos como Galea flavidens e com distribuição geográfica ainda imprecisa como Leopardus guttulus.



Ano de Publicação: 2015

Monitoramento da Biodiversidade - Região 4- GUIA DE IDENTIFICAÇÃO DE ESPÉCIES ALVO DE AVES E MAMÍFEROS

Apresentação

O Programa de Monitoramento da Biodiversidade em UCs realizado em ambientes florestais nos biomas Mata Atlântica, Cerrado e Amazônia selecionou aves e mamíferos como indicadores biológicos para o módulo básico do monitoramento, em função de representarem outros grupos de espécies, da boa resposta a gradientes de impactos, incluindo mudanças climáticas e, da contribuição para obtenção de informações confiáveis e de baixo esforço e custo. Para auxiliar na amostragem desses grupos foram elaborados guias de identificação de espécies, onde o território brasileiro foi dividido em sete regiões (mapa abaixo), definidas por análises de dissimilaridade dos agrupamentos naturais das espécies monitoradas, buscando evidenciar as grandes descontinuidades de suas distribuições  Na seleção das espécies alvo, em linhas gerais, foi utilizado como critério básico, serem espécies passíveis de amostragem por meio do método de avistamento em transecção linear e de simples identificação.

Em relação às aves foram definidas como espécies alvo do monitoramento, as espécies das famílias Cracidae, Tinamidae, Psophiidae Cariamidae, Rheidae e Odontophoridae, e em relação aos mamíferos as espécies terrestres diurnas e as de médio e grande porte representadas pelas ordens Rodentia (famílias: Caviidae, Ciniculidae, Dasyptoctidae, Donomyidae Erethizontidae, Myocastoridae e Sciuridae), Didelphimorphia (gênero Didelphis), Lagomorpha, Primates, Pilosa, Cingulata, Carnivora (exceto Otariidae e Phocidae), Perissodactyla e Artiodactyla, além de cinco domésticas.

No total foram consideradas 285 espécies, sendo 58 de aves e 227 de mamíferos, conforme tabela abaixo. 

CLASSE   ORDEM   FAMÍLIA   GÊNERO   ESPÉCIES

Aves              05            06             21             58

Mamíferos   09            27             73            227

TOTAL           14            33             94           285

Obs.: Não foram consideradas espécies insulares como Dasyprocta catrinae, com distribuição periférica e imprecisa ao território brasileiro como Chaetophractus villosus, com problemas taxonômicos como Galea flavidens e com distribuição geográfica ainda imprecisa como Leopardus guttulus.



Ano de Publicação: 2015

Monitoramento da Biodiversidade - Região 3- GUIA DE IDENTIFICAÇÃO DE ESPÉCIES ALVO DE AVES E MAMÍFEROS

Apresentação

O Programa de Monitoramento da Biodiversidade em UCs realizado em ambientes florestais nos biomas Mata Atlântica, Cerrado e Amazônia selecionou aves e mamíferos como indicadores biológicos para o módulo básico do monitoramento, em função de representarem outros grupos de espécies, da boa resposta a gradientes de impactos, incluindo mudanças climáticas e, da contribuição para obtenção de informações confiáveis e de baixo esforço e custo. Para auxiliar na amostragem desses grupos foram elaborados guias de identificação de espécies, onde o território brasileiro foi dividido em sete regiões (mapa abaixo), definidas por análises de dissimilaridade dos agrupamentos naturais das espécies monitoradas, buscando evidenciar as grandes descontinuidades de suas distribuições  Na seleção das espécies alvo, em linhas gerais, foi utilizado como critério básico, serem espécies passíveis de amostragem por meio do método de avistamento em transecção linear e de simples identificação.

Em relação às aves foram definidas como espécies alvo do monitoramento, as espécies das famílias Cracidae, Tinamidae, Psophiidae Cariamidae, Rheidae e Odontophoridae, e em relação aos mamíferos as espécies terrestres diurnas e as de médio e grande porte representadas pelas ordens Rodentia (famílias: Caviidae, Ciniculidae, Dasyptoctidae, Donomyidae Erethizontidae, Myocastoridae e Sciuridae), Didelphimorphia (gênero Didelphis), Lagomorpha, Primates, Pilosa, Cingulata, Carnivora (exceto Otariidae e Phocidae), Perissodactyla e Artiodactyla, além de cinco domésticas.

No total foram consideradas 285 espécies, sendo 58 de aves e 227 de mamíferos, conforme tabela abaixo. 

CLASSE   ORDEM   FAMÍLIA   GÊNERO   ESPÉCIES

Aves              05            06             21             58

Mamíferos   09            27             73            227

TOTAL           14            33             94           285

Obs.: Não foram consideradas espécies insulares como Dasyprocta catrinae, com distribuição periférica e imprecisa ao território brasileiro como Chaetophractus villosus, com problemas taxonômicos como Galea flavidens e com distribuição geográfica ainda imprecisa como Leopardus guttulus.


Ano de Publicação: 2015