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Título
Categoria Tipo de publicação
Descrição Autores


Memórias da Reunião de Pesquisa e Conservação da Natureza no Litoral Norte da Paraíba Manejando a pesquisa e pesquisando o manejo das áreas protegidas

Apresentação.....................................................................................................................................3

Trabalhos de referência das palestras...............................................................................................6

Percepção de Unidades de Conservação por moradores de comunidades rurais do entorno: o caso da REBIO Guaribas...........................................................................................................7

Estimativa de densidade populacional de aves ameaçadas da Reserva Biológica Guaribas.....9

Controle da espécie de palmeira exótica invasora Elaeis guineensis Jacq. (dendê) na Mata Atlântica: uma proposta de pesquisa e extensão na Reserva Biológica Guaribas.....................12

Diversidade estrutural da flora lenhosa de savanas costeiras nordestinas.................................15

Herpetofauna de dois tipos de hábitat (tabuleiros e Floresta estacional semidecidual) na Reserva Biológica Guaribas, Nordeste do Brasil......................................................................19

Filogenia de cigarrinhas e a conservação de encraves de savana na Mata Atlântica nordestina.......................20

Para que servem as Unidades de Conservação? Um estudo sobre os mamíferos silvestres em mosaicos de cana-de-açúcar no Estado da Paraíba, Brasil........................................................27

Conectividade de fragmentos florestais prioritários para a conservação de espécies ameaçadas de primatas na Mata Atlântica paraibana................................................................43

Biologia reprodutiva de uma espécie de orquídea como indicadora dos efeitos da fragmentação de habitat em unidades de conservação de Mata Atlântica nordestina...............45

Histórico e perspectivas da reintrodução do guariba-de-mãos-ruivas (Alouatta belzebul) na Reserva Biológica que leva seu nome.......................................................................................51

Experiência e proposta de manejo da preguiça-comum (Bradypus variegatus) em uma praça de Rio Tinto, ambiente urbano da APA do Rio Mamanguape..................................................54

Animais silvestres resgatados como fonte de indivíduos a serem manejados para a conservação de espécies: uma proposta para a preguiça-comum (Bradypus variegatus).........61

Notas do Editor.................................................................................................................................64

Programação.....................................................................................................................................67


Apresentação

No dia 19 de outubro deste ano, de 2018, realizamos a “Reunião de Pesquisa e Conservação da Natureza no Litoral Norte da Paraíba”, um evento para integrar a pesquisa científica com a gestão das áreas protegidas no litoral norte da Paraíba. O evento começou a ser pensado como a continuação do Encontro de Pesquisadores da Reserva Biológica Guaribas, que teve sua terceira e última edição em 2012 e cuja continuidade estava interrompida desde então. Na atual conjuntura do ICMBio, a referida unidade de conservação (UC) faz parte do chamado Núcleo de Gestão Integrada (NGI) ICMBio Mamanguape, responsável pela administração conjunta da Área de Proteção Ambiental (APA) da Barra do Rio Mamanguape, Área de Relevante Interesse Ecológico (ARIE) dos Manguezais da Foz do Rio Mamanguape e Reserva Biológica (REBIO) Guaribas. No início do planejamento do evento, o NGI ICMBio Mamanguape ainda não havia sido criado, de forma que a escolha das palestras acabou privilegiando a REBIO Guaribas, unidade de conservação onde coordeno as atividades relativas à Pesquisa, Educação e Extensão. Mas essa desproporção de temas será corrigida em edições futuras da reunião, com a inclusão, por exemplo, de temas costeiro-marinhos, bem como de temas sociais importantes para qualquer categoria de área protegida, mas principalmente àquelas de uso sustentável, como APA e ARIE.

O título do evento foi decidido não apenas por critérios estéticos, mas também semânticos, que refletem a finalidade e o escopo para que está sendo planejado. Reunião é um termo comumente usado para denominar um evento de gestão, no qual os participantes tomam decisões conjuntas. A ideia por trás dessa palavra é que, neste evento, não apenas sejam trocadas e debatidas informações científicas de qualidade sobre os temas abordados, mas que os debates gerem recomendações de ações práticas de gestão, baseadas nas informações apresentadas. Para isso, este livro de memórias da reunião contém, além dos artigos de referência de cada palestra, uma seção de notas do editor, onde constarão as recomendações de decisões de gestão para a conservação, dentro e fora das unidades de conservação que compõem o NGI ICMBio Mamanguape. Como não houve tempo para se propor coletivamente encaminhamentos de cada debate, esta seção não traz uma construção coletiva de recomendações, mas percepções pessoais a partir do que foi debatido. A expressão Conservação da Natureza foi escolhida por ser algo mais amplo do que apenas a Biodiversidade, uma vez que a Natureza inclui as rochas, o solo, as águas, o ar e o clima e, por que não os humanos que nela vivem e a modificam? Por falar nisso, a partir de que grau de modificação um ambiente deixa de ser natural e passa a ser artificial? Se considerarmos que o ser humano é uma das espécies da fauna

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da Terra, nenhum ambiente é, de fato, artificial e não faria sentido nos preocuparmos com conservação, pois tudo seria Natureza, certo? Vamos deixar essa questão de lado, por enquanto. E por que essa reunião é “no litoral norte da Paraíba” e não “do NGI ICMBio Mamanguape” ou “das UCs do litoral norte da Paraíba”? Porque as estratégias para promover a conservação na região não passam apenas pela gestão das unidades de conservação federais, mas também por outras áreas especialmente protegidas, como as UCs estaduais e municipais, terras indígenas, reservas legais e áreas de preservação permanente, além de atributos naturais fora desses ambientes.

O tema desta primeira edição, “Manejando a pesquisa e pesquisando o manejo das áreas protegidas”, refere-se a, na primeira expressão, usar o conhecimento científico da pesquisa para gerar e aplicar ações práticas para a conservação e, na segunda, fazer pesquisas sobre as ações práticas que já são feitas para avaliá-las e melhorá-las. Esse, na verdade, é para ser um tema implícito em todas as edições futuras do evento, mas nesta primeira edição, fiz questão de deixar explícito. Pode parecer simples fazer essa ponte entre pesquisa e manejo, mas não é tão fácil de acontecer e há uma diversidade de pesquisas procurando explicar por motivos tais como: falta de conhecimento do pesquisador com a realidade da gestão; falta de tempo, capacidade ou interesse do pesquisador em traduzir sua pesquisa para a gestão; falta de tempo, capacidade ou interesse do gestor em assimilar informações da pesquisa; e falta de tradutores entre as linguagens de ambos os grupos. Um estímulo positivo que tenho visto no ICMBio, desde a sua criação, é o incentivo aos servidores capacitarem-se como pesquisadores, principalmente por meio da pós-graduação, e também o direcionamento da pesquisa executada no instituto para se tornar mais aplicada à conservação, com diretrizes claras sobre como fazê-lo. Mas um gestor-pesquisador precisa ser direcionado a aplicar sua pesquisa? Se ele exerce as duas funções deveria saber aproveitar as habilidades de ambas para integrá-las não? Sim, mas ainda assim é difícil, talvez por não sermos treinados para isso. Eu mesmo tenho vencido essa dificuldade aos poucos: ingressei em um doutorado com um tema mais aplicável à conservação e acabei trocando por outro mais familiar e, aparentemente, menos aplicável e defendi a tese aprovado com distinção, mas quase sem fazer essa integração, embora tenha lido e refletido questões não abordadas. Ao recomeçar meu trabalho no ICMBio, na REBIO Guaribas, comecei a orientar estudantes PIBIC na linha “Pesquisando o manejo”, a partir de dados de gestão cuidadosamente produzidos, organizados e armazenados pelos colegas trabalho. Meu último artigo da tese, até então engavetado, tem tido sua discussão melhorada a partir de alguns aspectos teóricos que não usei antes, bem como de conhecimentos da gestão. O resultado disso foi apresentado como palestra e em um dos trabalhos constantes neste volume. Para fazermos essa integração, precisamos fazer o exercício mental de não pensar ora como gestor e ora como pesquisador, mas pensar como um híbrido, alguém que é os dois ao mesmo tempo. E o pesquisador de fora do ICMBio está convidado a se imaginar gestor também para pensar melhor suas pesquisas.

O conteúdo deste volume é representado principalmente pelos trabalhos de referência das palestras, de extensão variável, mas com estilo padronizado. Após esses textos, entra-se a seção “Notas do Editor”, onde faço comentários aos assuntos abordados no evento, com base nas palestras, seus respectivos trabalhos e, principalmente, nos debates.

Saudações,

Dr. Afonso Henrique Leal

Coordenador Geral e Editor

Ano de Publicação: 2018

Geossistemas ferruginosos do brasil Áreas prioritárias para conservação da diversidade geológica e biológica, patrimônio cultural e serviços ambientais

APRESENTAÇÃO 

Os geossistemas ferruginosos podem ser considerados como um dos ambientes naturais mais singulares e importantes da superfície terrestre. Entretanto, se enquadram também na lista dos ambientes de maior importância econômica e de uso mais conflitivo. Esta afirmação se sustenta no fato de que, embora recubram pequena percentagem da superfície terrestre, são, ao mesmo tempo, ambientes de profunda importância tanto econômica, quanto natural. E estas importâncias são conflitivas: a extração do minério de ferro termina por destruir ou degradar enormemente o relevo, a paisagem, a capacidade de recarga dos aquíferos, a biodiversidade, em suma, toda a geodiversidade dos geossistemas ferruginosos. Entretanto, o fato mais preocupante é que apesar dessa enorme importância ambiental e econômica, bem como do conflito entre essas importâncias, os geossistemas ferruginosos estão entre os ambientes naturais menos estudados do mundo. Além disso, as poucas pesquisas se encontram muito mal distribuídas, pois as de cunho geológico superam em muito as de cunho ecológico, biológico, geomorfológico, ambiental e etc. Esse problema se torna ainda mais grave quando se observa a ausência de trabalhos síntese que procurem compreender os geossistemas ferruginosos em seu todo.  

Na verdade a última frase do parágrafo anterior deve ser revista: Não ocorre mais uma ausência de trabalhos de síntese acerca dos geossistemas ferruginosos. O livro aqui apresentado veio justamente cobrir essa lacuna. E a cobre de forma competente: são 19 excelentes capítulos escritos por 54 renomados pesquisadores que abarcam tanto os aspectos geológicos quanto, entre outros, os ecológicos, botânicos, geomorfológicos, ambientais e geoespeleológicos dos geossistemas ferruginosos. Uma obra que, sem nenhuma dúvida, se tornará referência nesse tema e impulsionará novos estudos e pesquisas. Os Geossistemas Ferruginosos agradecem pelo surgimento desse livro: Uma grave lacuna científica começa a ser preenchida! Por fim, sinto-me no dever de redigir algumas poucas palavras sobre os organizadores dessa obra: Flávio Fonseca do Carmo é formado em Biologia pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), tendo mestrado e doutorado nessa mesma universidade dentro do Programa de Ecologia, Conservação e Manejo da Vida Silvestre. Já Luciana Hiromi Yoshino Kamino é também bióloga pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), mas realizou, ainda nessa universidade, seu mestrado e doutorado no Programa de Biologia Vegetal. Posso afirmar também que ambos, ao longo de suas carreiras, se transformaram em competentes biogeógrafos. E a Biogeografia é um ramo do saber muito importante, mas também muito carente de bons profissionais. E foi a longa prática dessa biogeografia nos Geossistemas Ferruginosos que os fez verificar a necessidade de organizar uma obra que sintetizasse os conhecimentos científicos existentes sobre esses sistemas. E, permitam-me a opinião, fico feliz que tenha ocorrido assim, pois bons livros costumam a surgir dessa maneira, ou seja, como resultado do amadurecimento científico/prático de bons e honestos pesquisadores que, graças a esse amadurecimento, enxergam lacunas no saber que permaneciam despercebidas ou que ninguém tinha coragem de enfrentar. Em suma: Caro leitor, você está em boas mãos! E possui diante de si uma obra inédita pelo seu poder de síntese de tema tão importante e tão pouco estudado. Boa leitura! Carlos Eduardo Ferreira Pinto - Coordenador Geral das Promotorias de Justiça do Meio Ambiente de Minas Gerais


PREFÁCIO

A extrema importância dos geossistemas ferruginosos, em seus mais diversos aspectos, já é bastante conhecida pela ciência. Além da diversidade e singularidade florística e faunística e dos patrimônios espeleológico, paleontológico e arqueológico associados, essas formações, oriundas de processos específicos que evoluíram por bilhões de anos, prestam serviços ambientais da mais alta relevância para a sociedade, dentre os quais se destaca a produção de água de pureza única. Verifica-se, no entanto, que ainda existe desconhecimento público geral dessa importância. Tal situação, agregada aos grandes interesses econômicos de exploração das reservas de minério de ferro, explicam a ausência absoluta de uma política pública efetiva de conservação dessas formações, que encontram-se em elevado grau de ameaça. Os danos ambientais provocados pela mineração e outras atividades antrópicas aos geossistemas ferruginosos são quase sempre de natureza irreversível, sendo inviável sua reparação. Diante do quadro colocado, foi com grande satisfação que recebi o convite dos caros amigos  Flávio Fonseca do Carmo e Luciana Hiromi Yoshino Kamino, organizadores da presente obra, para elaborar seu prefácio. É da mais alta hierarquia a produção e publicação de conheci mento científico qualificado e independente em prol do equilíbrio ambiental e da salvaguarda dos direitos das presentes e futuras gerações. O conhecimento profundo dos geossistemas ferruginosos remanescentes e de seus atributos únicos é instrumento indispensável à criação e integração de normas e ferramentas de proteção. É uma honra para o Ministério Público de Minas Gerais participar do lançamento da obra. Parabenizo todos os seus autores, com a certeza de que a publicação espelhará o zelo profi ssional dos seus organizadores e do Instituto Prístino e se tornará referência na efetivação da conservação. Prof. Dr. André Augusto Rodrigues Salgado - Departamento de Geografia da Universidade Federal de Minas Gerais - Presidente da União de Geomorfologia Brasileira


INTRODUÇÃO

Geossistemas ferruginosos

Os geossistemas ferruginosos caracterizam-se pela elevada geodiversidade, heterogeneidade ambiental e por uma complexa evolução de uma das mais antigas superfícies expostas do planeta, fatores estes reconhecidos por favorecerem o desenvolvimento e a manutenção da biodiversidade (Trendall & Morris, 1983; Monteiro et al., 2014; Salgado & Carmo, 2015). No Brasil, os principais geossistemas ferruginosos estão contidos em áreas estratégicas para a conservação da biodiversidade e dos recursos naturais (MMA, 2008; Jacobi et al., 2015). Essas áreas estão representadas por dois dos 34 hotspots mundiais de biodiversidade (Mittermeier et al., 2004): Mata Atlântica e Cerrado; e por três das 37 regiões consideradas como “as últimas grandes áreas silvestres da Terra” (Mittermeier et al., 2002): Floresta Amazônica, Pantanal e a Caatinga (Fig. 1). As bases da teoria geossistêmica utilizou elementos da Teoria Geral dos Sistemas, proposta pelo biólogo Ludwig von Bertalanff y (1950). A Teoria geossistêmica apresenta uma metodologia interessante não apenas para a delimitação geográfi ca de certas áreas, como também é bastante adequada para diagnosticar possíveis impactos causados por ação humana. Para a elaboração deste livro, foi adotado como sistema de modelo de paisagem aquele correspondente aos elementos geográficos e sistêmicos, os quais são formados por atributos e fatores abióticos, bióticos e antrópicos (Rosolém & Archela, 2010).


Ano de Publicação: 2015

Relatório do III Seminário de Pesquisa da Floresta Nacional do Tapajós e I da Reserva Extrativista Tapajós Arapiuns

SUMÁRIO

1. APRESENTAÇÃO.........................................................................................................................4

2. CONTEXTUALIZAÇÃO HISTÓRICA......................................................................................4

3. OBJETIVO GERAL......................................................................................................................5

3.1. OBJETIVOS ESPECÍFICOS.....................................................................................................5

4. RESULTADOS...............................................................................................................................6

5. CONCLUSÕES.............................................................................................................................10

ANEXOS

Anexo 01: Programação do Evento

Anexo 02: Registro fotográfico

Anexo 03: Lista de Avaliadores

Anexo 04: Resumo das Apresentações

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1. APRESENTAÇÃO

A conservação da biodiversidade, mesmo em áreas com limites definidos como as unidades de conservação, não pode ser realizada sem a parceria e o comprometimento da sociedade. Cada vez mais a comunidade científica, organizações governamentais e não governamentais, comunidades tradicionais e atores sociais percebem a importância em conhecer e congregar com a sociedade resultados de pesquisa em áreas com uso conservacionista e áreas de preservação capazes de apontar indicadores de desenvolvimento sustentável e a manutenção de serviços ecossistêmicos na Amazônia

Para tanto, os gestores de áreas protegidas buscam fortalecer o envolvimento dos atores locais em suas atividades. Os processos de gestão participativa requerem a superação de muitas barreiras, como as diferenças culturais e de perspectivas entre os diferentes grupos, a marginalização de determinados grupos nos processos de decisão bem como a acomodação, priorização ou eliminação das distintas prioridades.

A comunidade acadêmica representa um desses atores sociais com importante papel na investigação científica dos problemas ou fenômenos socioambientais que afetam as Unidades de Conservação e seu entorno, além de promover a disseminação de conhecimento ou propor soluções aos desafios apresentados.

A realização de um evento técnico-científico tem por objetivo disseminar e discutir resultados de projetos e relatos de experiências para direcionar as ações de pesquisa desenvolvidas na Floresta Nacional do Tapajós e na Reserva Extrativista Tapajós-Arapiuns, capazes de subsidiar novas recomendações para fortalecer a gestão nas UCS. Assim o III Seminário de pesquisa da Floresta Nacional do Tapajós e I Seminário de Pesquisa da Reserva Extrativista Tapajós-Arapiuns será realizado entre os dias 06 e 07 de dezembro de 2017 em Santarém, no Estado do Pará.

O Seminário teve como tema: “A ciência aplicada aos desafios da gestão da Flona do Tapajós e da Resex Tapajós Arapiuns”. O III Seminário de pesquisa da Floresta Nacional do Tapajós e I Seminário de Pesquisa da Reserva Extrativista Tapajós-Arapiuns contou com mesas redondas, palestras e apresentação de trabalho em pôsteres.

2. CONTEXTUALIZAÇÃO HISTÓRICA:

De acordo com dados do SISBIO (Sistema de Autorização e Informação em Biodiversidade), em 2011, a Floresta Nacional do Tapajós figurava como Unidade de Conservação-UC mais pesquisada no Bioma Amazônico, ficando entre as cinco UCs federais mais pesquisadas no Brasil.


Ano de Publicação: 2018

Paisagens e Plantas de Carajás - Landscapes and Plants of Carajás

Apresentação. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 11

Foreword . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 12

1.. A viagem, uma introdução incluindo geografia e localização

. The journey, an introduction including geography and location

Ana Maria Giulietti, Pedro Walfir Martins Souza, Daniela C. Zappi. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 13

2.. A evolução da paisagem

. Evolution of the landscape

Clovis W. Maurity, Daniela C. Zappi . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 29

3.. As plantas na paisagem: distintos tipos de vegetação

. Plants in the landscape: different vegetation types

Daniela C. Zappi, Pedro L. Viana, Ana Maria Giulietti . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .41

4.. O trabalho dos botânicos

. The work of botanists

Daniela C. Zappi, Pedro L. Viana, Nara F.O. Mota, Ana Maria Giulietti. . . . . . . . . . . . . . . .123

5.. Flora e fauna em harmonia

. Flora and fauna in harmony

Vera L. Imperatriz-Fonseca, Tereza C. Giannini . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 205

6.. O fim desta viagem

. The end of this journey

Ana Maria Giulietti, Guilherme Oliveira, Rodolfo Jaffé. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .219

Agradecimentos Acknowledgements. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .233

Bibliografia References. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 235

Índice de nomes científicos e nomes populares

Index of scientific and common names . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .241

Ano de Publicação: 2017

Plano de pesquisa geossistemas ferruginosos da Floresta Nacional de Carajás : temas prioritários para pesquisa e diretrizes para ampliação do conhecimento sobre os geossistemas ferruginosos da Floresta Nacional de Carajás e seu entorno

Apresentação....................................................................................................................................................................07

PARTE I – Escopo e contexto

1 Introdução....................................................................................................................................................................11

2 Breve caracterização das especificidades ambientais da Floresta Nacional de Carajás.............................................14

3 História de exploração e conservação da Serra dos Carajás.......................................................................................21

4 O Projeto Cenários e a definição dos alvos de conservação em áreas de mineração................................................25

4.1 Alvos de conservação selecionados.....................................................................................................................26

4.1.1 Biodiversidade..............................................................................................................................................27

4.1.2 Cavidades naturais subterrâneas................................................................................................................27

4.1.3 Geoambientes..............................................................................................................................................28

4.2 Análise de dados..................................................................................................................................................28

4.3 Base de dados geográficos.................................................................................................................................. 29

Foto: Frederico Drumond Martins

PARTE II – Linhas temáticas e recomendações prioritárias

1 Introdução....................................................................................................................................................................31

2 FLORA...........................................................................................................................................................................33

3 FAUNA..........................................................................................................................................................................37

4 CAVIDADES NATURAIS SUBTERRÂNEAS....................................................................................................................... 45

5 GEOAMBIENTES...........................................................................................................................................................55

6 RECURSOS HÍDRICOS....................................................................................................................................................61

7 ARQUEOLOGIA.............................................................................................................................................................65

Pesquisadores consultados...............................................................................................................................................67

QUADRO 1 – Sugestão de campos para padronização da coleta de dados sobre fauna e flora na

. Floresta Nacional de Carajás......................................................................................................................68

PARTE III – Desafios para geração de conhecimento aplicado ao manejo

1 Introdução....................................................................................................................................................................71

2 Produção do conhecimento.........................................................................................................................................73

3 Organização do conhecimento.................................................................................................................................... 74

4 Comunicação e difusão do conhecimento.................................................................................................................. 75

5 Plano de ação...............................................................................................................................................................76

Referências........................................................................................................................................................................77


Apresentação

A taxa de degradação ambiental, o aumento do consumo de recursos naturais, as crises humanitárias e a dificuldade de implementar atividades econômicas mais sustentáveis em termos ambientais, sociais e também econômicos nos mostram que os desafios de conservação ambiental são sistêmicos, exigem uma integração entre diferentes setores da sociedade e articulação dos diversos tipos e fontes de conhecimento. No âmbito do conhecimento científico, percebemos a necessidade de delinear problemas que nucleiam iniciativas das várias áreas específicas, de modo a efetivamente trazer transformação na ação. Chamamos isso de problem-oriented research, de implementação não trivial, porque a formação de quase todos os profissionais é voltada para disciplinas específicas, assim como o funcionamento das instituições, muito setorizadas e estanques (KUEFFER et al. 2012). A gestão de unidades de conservação, que são territórios com diversos espaços de governança, tem trazido oportunidades ímpares de  diálogo entre setores da sociedade e distintas áreas do conhecimento em torno de questões que passam a ser priorizadas e mobilizam diferentes atores.


Ano de Publicação: 2017

PLANO DE MANEJO DA FLORESTA NACIONAL DE CARAJÁS - vol I - Diagnóstico

1. INTRODUÇÃO

Considerando as atuais condições mundiais do meio ambiente em que há uma grande relação entre as atividades antrópicas e ambientes naturais, surge a necessidade da utilização de ferramentas que auxiliem na gestão do uso e ocupação do solo e que concilie a conservação ambiental, com o uso sustentável e manutenção da economia e padrões sociais. No Brasil, uma destas ferramentas é a unidade de conservação (UC). As UC compõem o Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza (SNUC), que foi instituído pela Lei Federal Nº 9.985 de 18 de julho de 2000, que regulamenta o art. 225, § 1o, incisos I, II, III e VII da Constituição Federal: “todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado”; e a Lei Nº 6.938, de 31/08/1981 que dispõe sobre a Política Nacional do Meio Ambiente, que no art. 2º define como objetivo desta política a “[...] preservação, melhoria e recuperação da qualidade ambiental propícia à vida, visando assegurar no País, condições ao desenvolvimento socioeconômico, aos interesses da segurança nacional e à proteção da dignidade da vida humana [...]”. O SNUC define UC como “espaço territorial e seus recursos ambientais, incluindo as águas jurisdicionais, com características naturais relevantes, legalmente instituídas pelo Poder Público, com objetivos de conservação e limites definidos, sobre regime especial de administração, ao qual se aplicam garantias adequadas de proteção”. E estabelece como primeira diretriz no artigo as unidades de conservação assegurem que estejam representadas amostras significativas e ecologicamente viáveis das diferentes populações, habitats e ecossistemas do território nacional e das águas jurisdicionais, salvaguardando o patrimônio biológico existente. Há dois grupos de UC estabelecidas pelo SNUC: Proteção Integral e Uso Sustentável. A Floresta Nacional de Carajás (FN Carajás) enquadra-se no segundo caso. O objetivo básico das de Uso Sustentável é compatibilizar a conservação da natureza com o uso sustentável de parcela dos recursos naturais, sendo assim, permite a exploração do ambiente de maneira a garantir a perenidade dos recursos ambientais renováveis e dos processos ecológico, mantendo a biodiversidade e os demais atributos ecológicos, de forma socialmente justa economicamente viável. O objetivo básico da categoria Floresta Nacional, segundo o SNUC, é “o uso múltiplo sustentável dos recursos florestais e a pesquisa científica, com ênfase em métodos para a exploração sustentável de florestas nativas”. E ainda é estabelecido que seu território seja de domínio público e a permanência de população tradicionais, visitação pública e pesquisa científica são permitidas. A gestão destas UCs é realizada com o apoio de um Conselho Consultivo, o qual é presidido pelo órgão responsável por sua administração e constituído por representantes de órgãos públicos, sociedade civil e das populações tradicionais residentes, neste ultimo caso quando couber. A Floresta Nacional de Carajás, criada no dia 2 de fevereiro de 1998 por meio do Decreto 2.486, está localizada nos municípios de Agua Azul do Norte, Canãa do Carajás e Parauapebas, no Estado do Pará. Têm uma área de 411.948,87 hectares com predomínio de Floresta Ombrófila Aberta e Floresta Ombrófila Densa. Seus objetivos específicos seguem o objetivo básico da sua categoria e os estabelecidos em seu decreto de criação. Compõe juntamente com a Floresta Nacional do Tapirapé-Aquiri, Floresta Nacional do Itacaiúnas, Reserva Biológica do Tapirapé e a Área de Proteção Ambiental do Igarapé do Gelado o Mosaico de Unidades de Conservação Carajás (ainda não formalizado). Embora não oficialmente instituído a gestão dessas UCs ocorre de forma integrada. Visando aprimorar a gestão e o manejo da FN Carajás foi elaborado em 2002/2003 o seu primeiro Plano de Manejo (PM) que foi revisto neste processo. Foi necessária esta revisão especialmente para garantir a conservação do ecossistema de savana metalófila e também para adequar melhor o planejamento da UC a atual realidade. O PM é o instrumento de planejamento que orienta a gestão e o manejo da UC como determinado pelo art. 27 do SNUC. Este novo Plano de Manejo foi baseado na experiência de gestão e de manejo da UC, na compilação de pesquisas e estudos técnicos realizados sobre os fatores bióticos, abióticos e antrópicos da FN Carajás e seu entorno, além dos relatórios de oficinas e reuniões de planejamento. A estrutura do Plano de Manejo segue o Roteiro Metodológico para Elaboração de Planos de Manejo de Florestas Nacionais (ICMBio, 2009). Esse documento foi estruturado em 2 volumes, sendo o Volume I o que aborda o diagnóstico e o Volume II o planejamento. O presente Volume I refere-se à sistematização dos produtos resultantes do Diagnóstico realizados para a unidade. A seguir, apresenta-se da Ficha Técnica da FN Carajás.


FICHA TÉCNICA DA FLORESTA NACIONAL DE CARAJÁS

Nome da Unidade de Conservação: Floresta Nacional de Carajás

Coordenação Regional: CR 4 - Belém

Unidade de Apoio Administrativo e Financeiro: Núcleo da Gestão Administrativa da Região Norte

Endereço da sede:

Telefone:

Rua "J" no. 202 - Bairro União

Parauapebas - Pará CEP 68515 000

Rua Guamá n° 23 - Núcleo Urbano de Carajás

Parauapebas - Pará CEP 68516 000

Parauapebas: (94) 3346 1106

Núcleo de Carajás (94) 3328 1906 e 1901(fone fax)

Site: www.icmbio.gov.br

e-mail: Frederico.martins@icmbio.gov.br

Superfície aproximada da Unidade de

Conservação (ha):

411.948,87 hectares

Perímetro da Unidade de Conservação

(km):

385,70 Quilômetros

Superfície da ZA (ha): 92.320,65 hectares

Perímetro da ZA (km): 481,10 Quilômetros

Municípios que abrange e percentual

abrangido pela Unidade de Conservação:

Município % da UC no

Município

% do Município

na UC

Água Azul do

Norte

0,8% 0,4%

Canaã dos

Carajás

30,2% 38,2%

Parauapebas 69,1% 39,3%

Estado que abrange: Pará

Coordenadas geográficas (latitude e

longitude):

6º 4” 14,972” S ; 50º 4” 6,886” W.

Data de criação e número do Decreto: Decreto 2.486, de 02 de fevereiro de 1998..

Marcos geográficos referenciais dos

limites:

Núcleo Urbano Carajás, Interflúvio do Rio Itacaiúnas e

Parauapebas, Floresta Nacional do Tapirapé Aquiri,

Floresta Nacional do Itacaiúnas, Reserva Biológica do

Tapirapé e Área de Proteção Ambiental do Igarapé

Gelado.

Biomas e ecossistemas: Bioma Amazônico. Tipologias vegetais de maior

representatividade: Floresta Ombrófila Aberta, Floresta

Ombrófila Densa e Campo Rupestre Ferruginoso.

Atividades Ocorrentes

Atividades próprias de uso  Extrativismo Vegetal (Jaborandi, Castanha e outros);

 Controle e Segurança da FN Carajás por sistema de

Segurança Ambiental;

 Visitas aos recursos arqueológicos e recursos

naturais;

 Ações de educação ambiental;

 Ações de combate ao incêndio;

 Programa de Recuperação de Áreas Degradadas;

 Monitoramento Ambiental;

4

FICHA TÉCNICA DA FLORESTA NACIONAL DE CARAJÁS

 Exploração Mineral (conforme o Decreto de criação)

Atividades conflitantes  Pesca;

 Agropecuária ao sul da FN Carajás;

 Caça.

5

2. INFORMAÇÕES GERAIS DA FLORESTA NACIONAL DE

CARAJÁS

2.1. Região da FN Carajás

A região de uma Floresta Nacional é


Sumário

1. INTRODUÇÃO ............................................................................................................. 1

2. INFORMAÇÕES GERAIS DA FLORESTA NACIONAL DE CARAJÁS ....................... 5

2.1. Região da FN Carajás ........................................................................................... 5

2.2. Acessos à FN Carajás ........................................................................................... 7

2.3. Origem do nome e histórico de criação da FN Carajás ....................................... 13

3. ANÁLISE DA REPRESENTATIVIDADE DA FLORESTA NACIONAL DE CARAJÁS 15

3.1. A FN Carajás no Contexto da Mineração ............................................................ 17

4. ASPECTOS HISTÓRICOS, CULTURAIS E SOCIOECONÔMICOS ......................... 20

4.1. Aspectos Culturais e Históricos ........................................................................... 20

4.2. Características da População Residente na FN Carajás .................................... 43

4.3. Situação Fundiária da FN Carajás ....................................................................... 53

4.4. Extrativismo Vegetal ............................................................................................ 56

4.5. Extrativismo Mineral ............................................................................................ 57

4.6. Alternativas de Desenvolvimento Econômico Sustentável .................................. 60

4.7. Potencialidades para o Uso Público e Turismo na FN Carajás ........................... 61

4.8. Legislação Pertinente .......................................................................................... 80

4.9. Instituições Locais com Potencial para Apoio Institucional ................................. 86

5. CARACTERIZAÇÃO DOS FATORES ABIÓTICOS E BIÓTICOS QUE OCORREM

NA FLORESTA NACIONAL DE CARAJÁS ....................................................................... 87

5.1. Fatores Abióticos ................................................................................................. 87

5.2. Fatores Bióticos ................................................................................................. 111

6. CARACTERIZAÇÃO E ANÁLISE DAS ATIVIDADES QUE OCORREM NA

FLORESTA NACIONAL DE CARAJÁS ........................................................................... 146

6.1. Atividades próprias para a categoria ................................................................. 146

6.2. Atividades conflitantes ....................................................................................... 171

6.3. Outras atividades ilegais .................................................................................... 173

7. ASPECTOS INSTITUCIONAIS DA FLORESTA NACIONAL DE CARAJÁS ........... 174

7.1. Pessoal .............................................................................................................. 174

7.2. Infraestrutura, equipamento e serviço ............................................................... 175

7.3. Representação da FN Carajás na região. ......................................................... 175

7.4. Conselho Consultivo .......................................................................................... 175

7.5. Sede da unidade de conservação ..................................................................... 175

7.6. Infraestruturas de apoio à mineração, localizadas dentro da UC ...................... 175

8. DECLARAÇÃO DE SIGNIFICÂNCIA ....................................................................... 178

9. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ........................................................................ 183


Ano de Publicação: 2016

Teresópolis, RJ) Anais do XIII Encontro de Pesquisadores e VII Encontro de Educação Ambiental da Serra dos Órgãos

SUMÁRIO

APRESENTAÇÕES ORAIS ................................................................................................. 13

A DIMENSÃO EDUCATIVA DO TRABALHO EM UM GRUPO DE AGRICULTORES FAMILIARES

DE BASE CAMPONESA ........................................................................................................................... 14

GENÉTICA E HIBRIDAÇÃO DO SAGÜI-DA-SERRA-ESCURO (CALLITHRIX AURITA):

OCORRERÁ A EXTINÇÃO DA ESPÉCIE NA SERRA DOS ÓRGÃOS ................................................ 15

PROCESSO FORMATIVO PARA CONSELHEIROS JOVENS DO PARQUE NACIONAL DA SERRA

DOS ÓRGÃOS ............................................................................................................................................ 16

COMPOSIÇÃO FLORÍSTICA E ESTRUTURAL DO COMPONENTE ARBÓREO DE UM

FRAGMENTO DEMATA NEBULAR NO PARQUE NACIONAL DA SERRA DOS ÓRGÃOS, RIO

DE JANEIRO, BRASIL .............................................................................................................................. 20

ESTUDO COMPARATIVO ENTRE AS CONCENTRAÇÕES DE MERCÚRIO EM PEQUENOS

MAMÍFEROS DO PARQUE NACIONAL DA SERRA DOS ÓRGAOS AO LONGO DE GRADIENTES

ALTIDUDINAIS. ........................................................................................................................................ 21

POLÍTICAS E PRÁTICAS DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL: UM ESTUDO SOBRE A REDE PÚBLICA

MUNICIPAL DE ENSINO DE TERESÓPOLIS-RJ .................................................................................. 23

A JORNADA DOS DEFENSIVOS AGRÍCOLAS E O AR (NÃO TÃO MAIS) PURO DAS

MONTANHAS............................................................................................................................................ 33

ESPÉCIES ARBÓREAS DAS FLORESTAS TROPICAIS COM POLINIZAÇÃO GENERALISTA

FORMAM UM GRUPO FUNCIONAL CONSISTENTE? ........................................................................ 34

UMA SÍNTESE DO MONITORAMENTO DA QUALIDADE DAS ÁGUAS DOS RIOS DO PARNASO

(2009 A 2012).............................................................................................................................................. 36

O FUNGO MATADOR DE ANFÍBIOS NA SERRA DOS ÓRGÃOS: PASSADO, PRESENTE... E

FUTURO? ................................................................................................................................................... 38

DEPOSIÇÃO ATMOSFÉRICA DE NITROGÊNIO E ÍONS INORGÂNICOS MAJORITÁRIOS ENTRE

ÁREA COSTEIRA URBANA E DE FLORESTA ATLÂNTICA MONTANA DA SERRA DOS

ÓRGÃOS. .................................................................................................................................................... 40

EMISSÕES VOCAIS DE QUATI NASUA NASUA (LINNAEUS 1766) ASSOCIADAS A CONTEXTOS

COMPORTAMENTAIS ............................................................................................................................. 43

INTERPRETAÇÃO AMBIENTAL EM UNIDADES DE CONSERVAÇÃO: ANALISE PROPOSITIVA

PARA GESTÃO .......................................................................................................................................... 44

XIII Encontro de Pesquisadores e VII Encontro de Educação Ambiental da Serra dos Órgãos

30 de novembro a 03 de dezembro de 2015

PORTAL DA BIODIVERSIDADE ............................................................................................................ 50

LEVANTAMENTO FLORÍSTICO E RECUPERAÇÃO DA VEGETAÇÃO AS MARGENS DA

RODOVIA BR 116, EM ÁREA DO PARQUE NACIONAL DA SERRA DOS ÓRGÃOS (PARNASO) 52

HOSPITALIDADE EM CAMPINGS E REFÚGIOS COMO ALTERNATIVAS ECONÔMICAS EM

PEQUENAS PROPRIEDADES RURAIS SITUADAS EM ÁREAS PROTEGIDAS DE MATA

ATLÂNTICA DA REGIÃO SERRANA CENTRAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, RJ ............ 53

APRESENTAÇÃO DE PÔSTERES ....................................................................................... 67

ASPECTOS DA BIOLOGIA E ECOLOGIA DE PLATYPHORAGISTEL 1857 (COLEOPTERA:

CHRYSOMELIDAE: CHRYSOMELINAE) NO PARQUE NACIONAL DA SERRA DOS ÓRGÃOS

(TERESÓPOLIS, RJ) .................................................................................................................................. 68

MORFOLOGIA FLORAL EM CACTOS EPÍFITOS DAS TRIBOS HYLOCEREEAE E

RHIPSALIDEAE (CACTOIDEAE: CACTACEAE) ................................................................................. 70

INFLUÊNCIA DA TEMPERATURA E PLUVIOSIDADE NA FLUTUAÇÃO POPULACIONAL DO

ROEDOR TRINOMYS DIMIDIATUS (GÜNTHER, 1877) EM UMA ÁREA DE MATA ATLÂNTICA

NO SUDESTE DO BRASIL ....................................................................................................................... 74

MATA ATLÂNTICA: DESCOBRINDO OS SERES VIVOS QUE HABITAM TERESÓPOLIS, RJ,

BRASIL. ...................................................................................................................................................... 76

VARIABILIDADE FUNCIONAL INTRAESPECÍFICA DE PLANTAS DE CAMPOS DE ALTITUDE

NO ITATIAIA, SERRA DOS ÓRGÃOS E DA BOCAINA ...................................................................... 80

PROJETO CIÊNCIA DE PÉS DESCALÇOS ............................................................................................ 82

ASSOCIAÇÃO COM FORMIGAS COMO ESTRATÉGIA DE DEFESA DAS ABELHAS Nannotrigona

testaceicornes. ............................................................................................................................................. 86

COMPARAÇÃO DA FAUNA DE HELMINTOS DE PEQUENOS MAMÍFEROS DO PARQUE

NACIONAL DA SERRA DOS ÓRGÃOS, RJ ........................................................................................... 87

MAMÍFEROS SILVESTRES COMO POTENCIAIS ATRATIVOS PARA VISITAÇÃO NO PARQUE

NACIONAL DA SERRA DOS ÓRGÃOS, RJ ........................................................................................... 90

COMO ATRAIR PESQUISADORES PARA AS UNIDADES DE CONSERVAÇÃO? UMA ANÁLISE

EXPLORATÓRIA DOS FATORES QUE INFLUENCIAM A QUANTIDADE DE PESQUISAS

REALIZADAS EM UNIDADES DE CONSERVAÇÃO FEDERAIS ...................................................... 92

UMA ANÁLISE QUANTITATIVA DAS PESQUISAS ECOLÓGICAS EM UNIDADES DE

CONSERVAÇÃO FEDERAIS ................................................................................................................... 94

DISTRIBUIÇÃO DA FAMÍLIA ARECACEAE ASSOCIADA À FLORESTA SUBMONTANA

PRESERVADA AO LONGO DE UM GRADIENTE ALTITUDINAL NA MATA ATLÂNTICA DO

RIO DE JANEIRO ...................................................................................................................................... 96

SAMAMBAIAS E LICÓFITAS EPÍFITAS RESPONDEM AO TAMANHO DO FORÓFITO E

ABERTURA DO DOSSEL NA MATA ATLÂNTICA DO RIO DE JANEIRO, BRASIL ..................... 102

A INSERÇÃO DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL NOS VISITANTES DOS PARQUES NATURAIS:

ENSINANDO A PRESERVAR E O CONVIVER COM A NATUREZA............................................... 104

COLHEITA E ANÁLISE DE SÊMEN DO SAGUI-DA-SERRA-ESCURO CALLITHRIX

AURITA(GEOFFROYIN HUMBOLDT, 1812) (PRIMATES, CALLITRICHIDAE) ............................. 105

LEPIDÓPTEROS FRUGÍVOROS DO PARQUE NACIONAL DA SERRA DOS ÓRGÃOS

(TERESÓPOLIS, RJ): COMPOSIÇÃO E DISTRIBUIÇÃO ESPACIAL ............................................... 107

REGISTROS DE CHRYSOCYON BRACHYURUS NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO: ANÁLISES E

PROPOSTA DE CRIAÇÃO DE UMA REDE DE COLABORADORES PARA A CONSERVAÇÃO DA

ESPÉCIE ................................................................................................................................................... 110

IMPACTOS DA RODOVIA BR-116 SOBRE A FAUNA DO PARQUE NACIONAL DA SERRA DOS

ÓRGÃOS ................................................................................................................................................... 112

FENODINÂMICA DE UMA COMUNIDADE ARBÓREA DE MATA ATLÂNTICA MONTANA ... 114

INSETOS: DO PARQUE NACIONAL DA SERRA DOS ÓRGÃOS PARA A ESCOLA ..................... 118

A PESQUISA CIENTIFICA NO VALE DO RIO PAQUEQUER E O ORDENAMENTO DO USO DA

TRILHA RANCHO FRIO. PARQUE NACIONAL SERRA DOS ÓRGÃOS – TERESÓPOLIS/RJ. .... 125

PESQUISA-AÇÃO COM AS COMUNIDADES DO JARDIM SERRANO E QUEBRA-FRASCOS:

EDUCAÇÃO AMBIENTAL E PARTICIPAÇÃO SOCIOPOLÍTICA NA GESTÃO AMBIENTAL

PÚBLICA .................................................................................................................................................. 127

ECOTURISMO E CULTURA: CONSTRUINDO ROTEIROS INCLUSIVOS NOS PARQUES NO

ESTADO DO RIO DE JANEIRO ............................................................................................................. 129

IDENTIFICAÇÃO MOLECULAR E FILOGEOGRAFIA DE DELOMYS DORSALIS (RODENTIA:

CRICETIDAE) DOS CAMPOS DE ALTITUDE DO LESTE BRASILEIRO ........................................ 132

ROTEIROS DIAGONAIS PARA A CONSTRUÇÃO DE PROJETOS DE TURISMO DE BASE

COMUNITÁRIA NO PARQUE NACIONAL SERRA DOS ÓRGÃOS ................................................. 133

VARIAÇÃO ONTOGENÉTICA NA PREFERÊNCIA ALIMENTAR DE <DELOMYS DORSALIS>

(HENSEL, 1872) EM CATIVEIRO. ......................................................................................................... 135

UM ESTUDO ANTROPOLÓGICO DA TRAVESSIA PETRÓPOLIS X TERESÓPOLIS .................... 137

XIII Encontro de Pesquisadores e VII Encontro de Educação Ambiental da Serra dos Órgãos

30 de novembro a 03 de dezembro de 2015

BESOUROS DO PARQUE NACIONAL DA SERRA DO ÓRGÃOS: DISTRIBUIÇÃO E

CONSERVAÇÃO ..................................................................................................................................... 138

MUDANÇA DA ESTRUTURA ORGANIZACIONAL ATRAVES DA CRIAÇÃO DE UMA AGENDA

AMBIENTAL POR ESTUDANTES DE CIENCIAS BIOLOGICAS ..................................................... 139

OS IMPACTOS CAUSADOS COM A CHEGADA DO SAGUI INVASOR NOS FRAGMENTOS DE

MATA ATLÂNTICA NAS DEPENDÊNCIAS DO PARQUE NACIONAL SERRA DOS ÓRGÃOS

(PARNASO) .............................................................................................................................................. 141

CARACTERIZAÇÃO MOLECULAR DETRÊS ESPÉCIES DE PALMEIRAS PRODUTORAS DE

PALMITO COMERCIAL ATRAVÉS DO SEQUENCIAMENTO DE LOCOS DO CPDNA. .............. 142

RELATO DE EXPERIÊNCIA DA VIVÊNCIA EDUCATIVA: SUSTENTABILIDADE NO MORRO

DA FORMIGA E A GESTÃO COMUNITÁRIA DA ÁGUA ................................................................. 143

INDICADORES FUNCIONAIS GLOBAIS NO VALE DO BONFIM – PETRÓPOLIS, RJ. ................ 145

ASSOCIAÇÃO NACIONAL PARA PESQUISAS, CONSERVAÇÃO E PRESERVAÇÃO DE

STRIGIFORMESPROJETO “CORUJAS DO BRASIL” PROJETO DE MONITORAMENTO DE

STRIGIFORMES DA MATA ATLÂNTICA ........................................................................................... 146

MONITORAMENTO DA FLORESTA ESCOLA IMPLANTADA EM ÁREA DESMATADA NO

CAMPUS QUINTA DO PARAÍSO/ UNIFESO – TERESÓPOLIS/RJ ................................................... 148

CONTRIBUIÇÕES DOS DOCENTES DE EDUCAÇÃO FÍSICADAS ESCOLAS MUNICIPAIS DE

PETRÓPOLIS SOBRE UMA REFLEXÃO CURRICULAR PARA UMA SOCIEDADE

SUSTENTÁVEL ....................................................................................................................................... 157

DISTRIBUIÇÃO DE DICHAEA PENDULA (ORCHIDACEAE) E SUA RELAÇÃO COM A

DISTRIBUIÇÃO DE ABELHAS EUGLOSSINI (APIDAE) EM UM GRADIENTE ALTITUDINAL DO

PARQUE NACIONAL DA SERRA DOS ÓRGÃOS .............................................................................. 158

ABUNDANCE AND ALTITUDINAL DISTRIBUTION OF CHRYSOMELIDAE (COLEOPTERA) AT

PARQUE NACIONAL DA SERRA DOS ÓRGÃOS, BRAZIL .............................................................. 162

MAPEAMENTO DE ÁREAS QUEIMADAS EM UNIDADES DE CONSERVAÇÃO NA REGIÃO

SERRANA DO RIO DE JANEIRO UTILIZANDO OSATÉLITE LANDSAT-8 ................................... 163

SUSTENTABILIDADE DAS CONCESSÕES EM UNIDADES DE CONSERVAÇÃO ....................... 165

RECOMPOSIÇÃO DA MATA CILIAR E RECUPERAÇÃO DA QUALIDADE DA ÁGUA DO

CÓRREGO DO CAMPUS QUINTA DO PARAÍSO, ATRAVÉS DE FITORREMEDIAÇÃO E

SISTEMA AGROFLORESTAL PARA RESTAURAÇÃO ECOLÓGICA ............................................. 168

DISTRIBUIÇÃO E DIVERSIDADE DE INSETOS HIGROPÉTRICOS NA PEDRA DO SINO: A

INFLUÊNCIA DA ALTITUDE SOBRE OS ATRIBUTOS ECOLÕGICOS DA COMUNIDADE ....... 174

XIII Encontro de Pesquisadores e VII Encontro de Educação Ambiental da Serra dos Órgãos

30 de novembro a 03 de dezembro de 2015

O PAPEL DA COBERTURA VEGETAL NO TRANSPORTE ATMOSFÉRICO DE POLUENTES

PERSISTENTES EM FLORESTA MONTANA. ..................................................................................... 176

VARIAÇÃO ALTITUDINAL DA CONCENTRAÇÃO DE MERCÚRIO EM SOLOS DA SERRA DO

MAR .......................................................................................................................................................... 177

DIVERSIDADE DE ÁRVORES DO GÊNERO CECROPIA DA FAMÍLIA URTICACEAE NO

CAMPUS QUINTA DO PARAÍSO - FESO ............................................................................................ 178

PLANTAR FLORESTAS PARA ENFRENTARMOS A CRISE HÍDRICA: EXPERIÊNCIA DO PSA

INNATUS.................................................................................................................................................. 179

A INFLUÊNCIA DA AÇÃO ANTRÓPICA NO HÁBITO DE NIDIFICAÇÃO DA Nannotrigona

testaceicornes. ........................................................................................................................................... 187

FENOLOGIA REPRODUTIVA DA PALMEIRA JUÇARA (EUTERPE EDULIS MART.) NA SERRA

DOS ÓRGÃOS TERESÓPOLIS – RJ ...................................................................................................... 188

DIAGNÓSTICO DO SANEAMENTO BÁSICO NA COMUNIDADE VALE DA REVOLTA COMO

FORMA DE CONTRIBUIÇÃO PARA ACONSTRUÇÃO DE UM BANCO DE DADOS PARA

SUBSIDIAR AÇÕES DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL .................................................... 191

ANOMALIAS ORAIS EM GIRINOS DE RIACHO DO PARQUE NACIONAL DA SERRA DOS

ÓRGÃOS, RJ, BRASIL. ........................................................................................................................... 192

GIRINOS DE RIACHO DO PARQUE NACIONAL DA SERRA DOS ÓRGÃOS (RIO DE JANEIRO)

................................................................................................................................................................... 193

PERCEPÇÃO DE CENÁRIOS DE RISCO NO VALE DA REVOLTA A PARTIR DE

DOCUMENTAÇÃO FOTOGRÁFICA. ................................................................................................... 194

CAPTAÇÃO DE ÁGUA E ESGOTAMENTO SANITÁRIO EM UM ASSENTAMENTO PRECÁRIO E

DE RISCO NO VALE DA REVOLTA, TERESÓPOLIS-RJ ................................................................... 195

INVENTÁRIO DE DROSOFILÍDEOS DA MATA ATLÂNTICA APOIA A UTILIZAÇÃO DO GRUPO

COMO FERRAMENTA NO MONITORAMENTO AMBIENTAL ....................................................... 196

BALANÇO DE ENTRADA E SAÍDA DE NUTRIENTES EM MICROBACIAS HIDROGRÁFICAS

COBERTAS POR FLORESTA TROPICAL PLUVIAL ATLÂNTICA NAS VERTENTES NORTE E

SUL DA SERRA DOS ÓRGÃOS, RJ ...................................................................................................... 198

(RE)CONHECIMENTO DO LUGAR- INTRODUÇÃO AO USO DE IMAGENS, MAPAS E

MAQUETES NA EDUCAÇÃO AMBIENTAL, TERESÓPOLIS (RJ) ................................................... 203

OS CAMINHOS DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL NAS ESCOLAS MUNICIPAIS RURAIS DE

TERESÓPOLIS ......................................................................................................................................... 205

XIII Encontro de Pesquisadores e VII Encontro de Educação Ambiental da Serra dos Órgãos

30 de novembro a 03 de dezembro de 2015

TRABALHO DE CAMPO INTEGRADO: FERRAMENTA INTERDISCIPLINAR PARA O

DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL EM UC ........................................................ 207

ANÁLISE DE FERRAMENTAS ALTERNATIVAS DE REGISTRO DE FAUNA COMO SUPORTE À

GESTÃO E MANEJO NO PARQUE NACIONAL DA SERRA DOS ORGÃOS (RJ) .......................... 210

ABORDAGEM TEMÁTICA PARA PLACAS INTERPRETATIVAS DA TRILHA CARTÃO POSTAL

NO PARQUE NACIONAL DA SERRA DOS ÓRGÃOS, TERESÓPOLIS / RJ: UMA PROPOSTA ... 214

O PARNASO COMO PALCO: A IMERSÃO COMO ESTRATÉGIA PEDAGÓGICA ........................ 215

UM ESTUDO PRELIMINAR SOBRE AS CORRESPONDÊNCIAS EXPEDIDAS DURANTE AS TRÊS

PRIMEIRAS GESTÕES (1940-1942) DO PARQUE NACIONAL DA SERRA DOS ÓRGÃOS (RJ) .. 217

LEVANTAMENTO DAS PRINCIPAIS ARBOREAS DA TRILHA DO JACU NO PARQUE

NATURAL MUNICIPAL MONTANHAS DE TERESÓPOLIS – SEDE SANTA RITA. ..................... 219

O PERFIL E A QUANTIFICAÇÃO AUTOMÁTICA DE VISITANTES COMO FERRAMENTA DE

GESTÃO DE USO PÚBLICO NO PARQUE NACIONAL DA SERRA DOS ÓRGÃOS ..................... 220


Ano de Publicação: 2015

Anais, 1º Seminário de Pesquisas do Parque Nacional dos Campos Gerais e da Reserva Biológica das Araucárias

SUMÁRIO

TEMAS GERAIS

POLÍTICAS AMBIENTAIS PARA A CONSERVAÇÃO DA NATUREZA APLICADAS AO PARNA DOS CAMPOS GERAIS E À REBIO DAS ARAUCÁRIAS, PARANÁ

Isonel Sandino Meneguzzo. ............................................................................................................ 10

PROCESSOS DE CRIAÇÃO DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO NA FLORESTA COM ARAUCÁRIAS

Emerson Antônio de Oliveira. .......................................................................................................... 11

O PROCESSO DE CRIAÇÃO DO PARQUE NACIONAL DOS CAMPOS GERAIS

Emerson Antônio de Oliveira. .......................................................................................................... 12

TEMA "VEGETAÇÃO"

PADRÃO ESPACIAL-FUNCIONAL DE FLORESTAS RIPÁRIAS NOS RIOS PITANGUI E SÃO JORGE, PARNA DOS CAMPOS GERAIS, PARANÁ

Tiaro Katu Pereira, Christiane Niedzielski de Lima, Rosemeri Segecin Moro ............................... 13

ESPACIALIZAÇÃO DOS REMANESCENTES DE CAMPOS NATIVOS NO PARQUE NACIONAL DOS CAMPOS GERAIS, PARANÁ

Karine Dalazoana, Tiago A. Barbosa, Gabriel G. Ramos, Rosemeri Segecin Moro, Carlos Hugo Rocha .................................................................................................................................... 16

ESTRUTURA DE COMUNIDADES DO COMPONENTE ARBÓREO RIPÁRIO NO RIO PITANGUI, PARANÁ

Melissa Koch F. S. Nogueira, Rodrigo Fernando Moro, Elisana Milan, Gabriela T. Turra, Franklin Galvão, Rosemeri Segecin Moro. ................................................................................................... 19

PAISAGEM FLORESTAL DO PARQUE NACIONAL DOS CAMPOS GERAIS, PR

Cristina Guilherme de Almeida, Marcelo Augusto da Silva, Karine Dalazoana, Lia Maris Ritter Antiqueira, Rosemeri Segecin Moro................................................................................................ 22

REMANESCENTES DE CERRADO DO PARQUE NACIONAL DOS CAMPOS GERAIS, PONTA GROSSA, PR

Lia Maris Orth Ritter Antiqueira, Rosemeri Segecin Moro. ............................................................. 25

GRUPOS FUNCIONAIS DA VEGETAÇÃO DE CAMPO NO ENTORNO DO PARQUE NACIONAL DOS CAMPOS GERAIS, PR

Janaíne Mioduski, Rodrigo Fernando Moro, Rosemeri Segecin Moro, Elisana Milan, Melissa Koch Fernandes de Souza Nogueira, Tiaro Katu Pereira, Karine Dalazoana. ............................... 28

ECÓTONOS E CONECTIVIDADE DA PAISAGEM FLORESTAL DO PARQUE NACIONAL DOS CAMPOS GERAIS NO CONTEXTO DA APA DA ESCARPA DEVONIANA, PARANÁ

Elisana Milan, Marcelo Augusto da Silva, Rosemeri Segecin Moro. .............................................. 31

COMPOSIÇÃO FLORÍSTICA DE FURNAS GÊMEAS, PARQUE NACIONAL DOS CAMPOS GERAIS, PONTA GROSSA, PR

Anna Luiza Pereira Andrade, Rosemeri Segecin Moro, Marta Regina Barrotto do Carmo. .......... 34

A FAMÍLIA XYRIDACEAE NO PARQUE NACIONAL DOS CAMPOS GERAIS

Eduardo Damasceno Lozano ........................................................................................................ 37

A FIXAÇÃO BIOLÓGICA DE NITROGÊNIO NOS CAMPOS GERAIS: LEVANTAMENTO DE ESPÉCIES NODULÍFERAS DE FABACEAE DE ÁREAS DE CONSERVAÇÃO DOS CAMPOS GERAIS E DIVERSIDADE DE MICROSSIMBIONTES

Fabiane Paulitsch, Milena Serenato Klepa, Leandro Datola Tullio, Marta Regina Barrotto do Carmo, Jesiane Stefania da Silva Batista ....................................................................................... 39

EVOLUÇÃO DO USO DAS TERRAS NO PARQUE NACIONAL DOS CAMPOS GERAIS ENTRE 1962 E 2005

Carlos Hugo Rocha, Átila Cristian Santana ................................................................................... 42

ESPÉCIES NUCLEADORAS DA FLORESTA OMBRÓFILA MISTA NA RESERVA BIOLÓGICA DAS ARAUCÁRIAS, CAMPOS GERAIS, PR

Beatriz Carneiro do Carmo, Rodrigo Fernando Moro, Ana Paolla Protavicz, Rosemeri Segecin Moro ................................................................................................................................................ 48

ELEMENTOS DE PAISAGEM FLORESTAL NA RESERVA BIOLÓGICA DAS ARAUCÁRIAS, CAMPOS GERAIS DO PARANÁ

Elisana Milan, Dinameres Aparecida Antunes, Rosemeri Segecin Moro ...................................... 51

DEFINIÇÃO DE BORDA A PARTIR DA COMPOSIÇÃO ESPECÍFICA DA FLORESTA OMBRÓFILA NA RESERVA BIOLÓGICA DAS ARAUCÁRIAS, PARANÁ

Rodrigo Fernando Moro, Elisana Milan, Ana Paolla Protavicz, Beatriz Carneiro do Carmo, Rosemeri Segecin Moro ................................................................................................................. 54

ESTRUTURA DE COMUNIDADES DE FLORESTA OMBRÓFILA MISTA NA RESERVA BIOLÓGICA DAS ARAUCÁRIAS, PR

Amanda de Campos, Rodrigo Fernando Moro, Rosemeri Segecin Moro, Marta Regina Barrotto do Carmo ....................................................................................................................................... 57

MAPEAMENTO DO ESTADO DE CONSERVAÇÃO DE UNIDADES DE PAISAGEM NA REBIO DAS ARAUCÁRIAS: BASE PARA MONITORAMENTO AMBIENTAL E ELABORAÇÃO DE PLANO DE MANEJO

Carlos Hugo Rocha, Joel Zubek da Rosa ..................................................................................... 60

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS DO TEMA VEGETAÇÃO. ................................................... 64

TEMA "GEOCONSERVAÇÃO"

O PARQUE NACIONAL DOS CAMPOS GERAIS E A EDUCAÇÃO PARA A SUSTENTABILIDADE

Mário Sérgio de Melo ...................................................................................................................... 67

A GEODIVERSIDADE DO PARNA DOS CAMPOS GERAIS NO CONTEXTO DO PRIMEIRO PLANALTO: IMPLICAÇÕES PARA A GEOCONSERVAÇÃO

Gilson Burigo Guimarães ............................................................................................................... 70

ESPACIALIZAÇÃO DE FEIÇÕES CÁRSTICAS DA FORMAÇÃO FURNAS: FERRAMENTA PARA GESTÃO DO TERRITÓRIO NO MUNICÍPIO DE PONTA GROSSA (PR)

Henrique Simão Pontes. .............................................................................................................. 73

O SISTEMA CÁRSTICO DO SUMIDOURO DO RIO QUEBRA-PERNA (PONTA GROSSA – PR): CARACTERIZAÇÃO DA GEODIVERSIDADE E DE SEUS VALORES

Laís Luana Massuqueto ................................................................................................................ 76

PROJETO ARQUEOTREKKING DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL E PATRIMONIAL NO PARNA DOS CAMPOS GERAIS

Alessandro Giulliano Chagas Silva ............................................................................................... 80

A DETERMINAÇÃO DOS ÍNDICES DE REPRESENTAÇÃO DO RELEVO COMO SUPORTE AO PLANO DE MANEJO DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO – ESTUDO DE CASO DA RESERVA BIOLÓGICA DAS ARAUCÁRIAS /PR

Ronaldo Ferreira Maganhotto, Luiz Cláudio de Paula Souza, Jairo Calderari de Oliveira Junior, Marciel Lohmann ............................................................................................................................. 84

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS DO TEMA GEOCONSERVAÇÃO ............................................ 89

TEMA "USO PÚBLICO"

PARQUE NACIONAL DOS CAMPOS GERAIS: TURISMO, MANEJO DE USO PÚBLICO E A PERCEPÇÃO DOS VISITANTES

Jasmine Cardozo Moreira, Robert C. Burns ................................................................................... 92

PARQUE NACIONAL DOS CAMPOS GERAIS (PR) E TURISMO - UM OLHAR ATRAVÉS DA COMUNIDADE LOCAL

Leandro Baptista, Jasmine Cardozo Moreira. ................................................................................ 94

CACHOEIRA DA MARIQUINHA: IMPACTOS E POTENCIALIDADES DO USO PÚBLICO NO PARQUE NACIONAL DOS CAMPOS GERAIS – PR

Lilian Vieira Miranda Garcia, Jasmine Cardozo Moreira, Robert Burns ........................................ 96

ANÁLISE DOS IMPACTOS AMBIENTAIS RELACIONADOS À VISITAÇÃO NO BURACO DO PADRE, PARQUE NACIONAL DOS CAMPOS GERAIS, PONTA GROSSA/PR

Solange Burgardt, Jasmine Cardozo Moreira ................................................................................ 101

A TRILHA INTERPRETATIVA DO SALTO SÃO JORGE - PARQUE NACIONAL DOS CAMPOS GERAIS - E SEU POTENCIAL PARA O GEOTURISMO E EDUCAÇÃO AMBIENTAL)

Ana Cláudia Folmann, Maria Ligia Cassol Pinto, Gilson Burigo Guimarães ................................ 104

ATIVIDADES DE EDUCAÇÃO E INTERPRETAÇÃO AMBIENTAL COMO MEIO DE SENSIBILIZAÇÃO DA COMUNIDADE DO ENTORNO DO PARQUE NACIONAL DOS CAMPOS GERAIS

Andressa Stefany Teles, Jasmine Cardozo Moreira ..................................................................... 107

TURISMO EM ÁREAS NATURAIS: ELABORAÇÃO DE UM MEIO INTERPRETATIVO REFERENTE À FAUNA DO PARQUE NACIONAL DOS CAMPOS GERAIS

Flávia Ferreira dos Santos, Jasmine Cardozo Moreira ................................................................... 110

A ATIVIDADE TURÍSTICA NO PARQUE NACIONAL DOS CAMPOS GERAIS (PR) E A INTERPRETAÇÃO AMBIENTAL: CARTILHA EDUCATIVA

Bárbara Cristina Leite, Jasmine Cardozo Moreira ......................................................................... 113

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS DO TEMA USO PÚBLICO ........................................................ 117

TEMA "FAUNA"

DIVERSIDADE DA FAUNA DE COLEOPTERA (INSECTA) DO PNCG E DA REBIO DAS ARAUCÁRIAS

Elynton Alves do Nascimento ......................................................................................................... 118

ASPECTOS ETNOZOOLÓGICOS DOS DASYPODIDAE (XENARTHRA: MAMMALIA) NA REGIÃO DA FAZENDA CAPIVARI (CAMPOS GERAIS DO PARANÁ)

Jair Schmitt, Hugo Jansen Júnior, Olavo Martins Ayres ................................................................. 121

TRÁFICO DE AVES SILVESTRES NA REGIÃO DE PONTA GROSSA (CAMPOS GERAIS DO PARANÁ)

Marcia Silvana Rodrigues, Maurício Kinczel, Olavo Martins Ayres ............................................... 124

O PAPEL INTEGRADO DO GRAU DE CONSERVAÇÃO E DA HETEROGENEIDADE DE HABITATS NA FORMULAÇÃO DE ESTRATÉGIAS DE CONSERVAÇÃO DOS ANFÍBIOS DA FLORESTA COM ARAUCÁRIA

Lucas Batista Crivellari, Caio Marinho Mello, Carlos Eduardo Conte. ............................................ 128

PERÍODO DE ATIVIDADE DE SUS SCROFA NA RESERVA BIOLÓGICA DAS ARAUCÁRIAS, NO ESTADO DO PARANÁ, BRASIL

Patricia Machado, Sérgio Bazilio, Adriana Aparecida Ribeiro ........................................................ 132

PERÍODO DE ATIVIDADE DE CUNICULUS PACA (MAMMALIA – CUNICULIDAE) NA RESERVA BIOLÓGICA DAS ARAUCÁRIAS

Adriana Aparecida Ribeiro, Patricia Machado, Sérgio Bazilio ........................................................ 134

CARNÍVOROS NA RESERVA BIOLÓGICA DAS ARAUCÁRIAS NO ESTADO DO PARANÁ

Lucas Mendonça Macedo, Sérgio Bazilio ....................................................................................... 136

INVENTÁRIO DE MAMÍFEROS DE MÉDIO E GRANDE PORTE NA RESERVA BIOLÓGICA DAS ARAUCÁRIAS, ESTADO DO PARANÁ

Sérgio Bazilio, Patrícia Machado, Soraia Rodrigues Chaga ........................................................... 138

INVENTÁRIO DE MAMÍFEROS DE MÉDIO E GRANDE PORTE NO PARQUE NACIONAL DOS CAMPOS GERAIS, ESTADO DO PARANÁ

Sérgio Bazilio, Alan Deivid Pereira, Elvira De Bastiani ................................................................... 141

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS DO TEMA FAUNA .................................................................... 144

APÊNDICES

APÊNDICE I - ESTADO DA ARTE DAS PESQUISAS COM POTENCIAL PARA SUBSIDIAR O PLANO DE MANEJO DO PARQUE NACIONAL DOS CAMPOS GERAIS E DA RESERVA BIOLÓGICA DAS ARAUCÁRIAS - PRIMEIRA APROXIMAÇÃO

APÊNDICE II - FOLHETO SOBRE O SALTO SÃO JORGE LOCALIZADO NO PARQUE NACIONAL DOS CAMPOS GERAIS

APÊNDICE III - JOGO DE TABULEIRO SOBRE O PARQUE NACIONAL DOS CAMPOS GERAIS

APÊNDICE IV - CARTILHA: CONHECENDO O PARQUE NACIONAL DOS CAMPOS GERAIS


Ano de Publicação: 2015/2016

Anais/II Seminário de Pesquisas Científicas da Floresta Nacional do Tapajós

SUMÁRIO

CARACTERIZAÇÃO DE ATIVIDADES COM FINALIDADE CIENTÍFICA E SUAS CONTRIBUIÇÕES PARA A GESTÃO DA FLORESTA NACIONAL DO TAPAJÓS 010

AMEAÇA E CONSERVAÇÃO DAS AVES DE RAPINA DE GRANDE PORTE NA FLORESTA NACIONAL DO TAPAJÓS E ENTORNO 022

ANÁLISE DO CRESCIMENTO E DINÂMICA FLORESTAL APÓS A EXTRAÇÃO MADEIREIRA EM UMA ÁREA SOB REGIME DE MANEJO FLORESTAL 033

ANÁLISE PRELIMINAR DOS CONSTITUINTES QUÍMICOS DAS ESPÉCIES Piper bartlingianum (Miq.) C. DC. e Piper gurupanum YUNCHER COLETADAS NA FLORESTA NACIONAL DO TAPAJÓS SISBIO Nº 37818-2. 040

ATIVIDADE ANTIBACTERIANA DE Uncaria guianensis (AUBL.) J.F.Gmel. (Unha-de-gato); Costus spicatus (jacq.) sw. (Cana-mansa); Phyllanthus orbiculatus Rich. (Quebra-pedra) e Plectranthus sp. (Erva-mijona) EM UROPATÓGENOS, BELTERRA- PA, 2012 046

AVALIAÇÃO DA GESTÃO DA FLORESTA NACIONAL DO TAPAJÓS, BELTERRA-PA, NA PERCEPÇÃO DOS MORADORES DA COMUNIDADE MAGUARI 052

AVALIAÇÃO DE IMPACTO AMBIENTAL EM ÁREA DE MANEJO FLORESTAL COMUNITÁRIO NA FLORESTA NACIONAL DO TAPAJÓS 057

COMPARAÇÕES AMBIENTAIS DE Bothrops atrox NA AMAZÔNIA ORIENTAL 066

CONGRUÊNCIA ENTRE GERROMORPHA (HEMIPTERA: HETEROPTERA) E ODONATA EM IGARAPÉS DO OESTE PARAENSE 090

CONHECIMENTO COMUNITÁRIO SOBRE OCORRÊNCIA, CAÇA E ALIMENTAÇÃO DE PEIXE-BOI-AMAZÔNICO, EM DUAS UNIDADES DE CONSERVAÇÃO DO BAIXO RIO TAPAJÓS 102

DESIGN PARA A SUSTENTABILIDADE NA FLORESTA NACIONAL DO TAPAJÓS 111

DESCRIÇÃO ANATÔMICA DO LENHO DE Protium apiculatum SWART VISANDO À PRODUÇÃO DE ENERGIA E POLPA CELULÓSICA 127

DETERMINAÇÃO DO TEOR DE EXTRATIVOS PRESENTES EM RESÍDUOS MADEIREIROS DE MUIRACATIARA (Astronium lecontei Ducke) e MAÇARANDUBA (Manilkara huberi Ducke) COM DIFERENTES MÉTODOS DE EXTRAÇÃO 133

DINÂMICA POPULACIONAL DE ESPÉCIMES DA FAMÍLIA URTICACEAE APÓS A COLHEITA NA FLONA DO TAPAJÓS 138

DISCRIMINAÇÃO DE TRAÇADORES QUÍMICOS QUE INDICAM INFLUÊNCIA DA DEPOSIÇÃO ATMOSFÉRICA NA COMPOSIÇÃO DO SOLO SUPERFICIAL DA FLORESTA NACIONAL DO TAPAJÓS/PA 145

ESPÉCIMES DE PAU-ROSA (Aniba rosaeodora Ducke - Lauraceae) NA FLORESTA NACIONAL DOS TAPAJÓS: ESPÉCIE NATIVA AMEAÇADA DE EXTINÇÃO NA AMAZÔNIA. 154

ESTOQUE COMERCIAL PARA O SEGUNDO CICLO DE CORTE NA FLORESTA NACIONAL DO TAPAJÓS – ÁREA EXPERIMENTAL KM67 – EMBRAPA. 161

ESTRUTURA E DINAMICA DA REGENERAÇÃO NATURAL EM ÁREA MANEJADA NA FLORESTA NACIONAL DO TAPAJÓS, BELTERRA-PA 167

HERPETOFAUNA DA FLORESTA NACIONAL DO TAPAJÓS E RESERVA EXTRATIVISTA TAPAJÓS-ARAPIUNS, PARÁ, BRASIL. 172

HORÁRIO DE CAPTURA DE ARCTIINAE (LEPIDOPTERA, ARCTIIDAE) NA FLORESTA NACIONAL DO TAPAJÓS, PARÁ, BRASIL. 183

ICTIOFAUNA EM IGARAPÉS DOS SISTEMAS DE DRENAGENS NA FLORESTA NACIONAL DO TAPAJÓS, PARÁ, BRASIL. 190

INCREMENTO DIAMÉTRICO ARBÓREO EM RELAÇÃO ÀS VARIÁVEIS CLIMÁTICAS NUMA COMUNIDADE DA FLORESTA NACIONAL DOS TAPAJÓS, PA. 207

INFLUÊNCIA DA SAZONALIDADE NA PRODUÇÃO DE ÓLEORRESINA DE Copaifera reticulata DUCKE NA FLORESTA NACIONAL DO TAPAJÓS 221

LEVANTAMENTO DE BORBOLETAS FRUGÍVORAS (LEPIDOPTERA: NYMPHALIDAE) DE UMA ÁREA MANEJADA NA FLORESTA NACIONAL DO TAPAJÓS, BELTERRA, PARÁ, BRASIL. 225

LEVANTAMENTO DE FAMÍLIAS DA FLORESTA NACIONAL DO TAPAJÓS, PARÁ 235

PANORAMA ESPAÇO - TEMPORAL DE FATORES DE MUDANCA ECONOMICA, SOCIAL E AMBIENTAL NA AMAZÔNIA: ESTUDO DE CASO FLONA TAPAJÓS 243

PREVALÊNCIA DE INFECÇÃO E PADRÕES DE USO DE HOSPEDEIROS POR ERVAS-DE-PASSARINHO (LORANTHACEAE E VISCACEAE) EM ESPÉCIES DE ÁRVORES TROPICAIS COMERCIAIS 250

SAZONALIDADE DA PRODUÇÃO DE ÓLEORRESINA DE Copaifera reticulata E Copaifera spp. NA FLORESTA NACIONAL DO TAPAJÓS-PA 257

SENSIBILIDADE DOS FOLÍOLOS DA PLANTA Mimosa sp. SOB DIFERENTES CONDIÇÕES DE ÁGUA NO SOLO. 261

SERPENTES EM ÁREAS PRESERVADAS E COM CORTE SELETIVO DE MADEIRA NA FLORESTA NACIONAL DO TAPAJÓS, BELTERRA, PARÁ, BRASIL 266

SISTEMA SILVICULTURAL ONE TREE PLOT: UMA ALTERNATIVA DE RECOMPOSIÇÃO PARA ÁREA DE RESERVA LEGAL NA REGIÃO DO TAPAJÓS 280

VARIÁVIES HÍDRICAS COMO INDICATIVO DE EFEITO ANTRÓPICO PARA SUBSIDIAR ESTRATÉGIAS CONSERVACIONISTAS NA FLONA DO TAPAJÓS E SEU ENTORNO, AMAZÔNIA. 292

Ano de Publicação: 2014

Seminário de Pesquisas Científicas da Floresta Nacional do Tapajós (2011, Santarém, PA) Anais/I Seminário de Pesquisas Científicas da Floresta Nacional do Tapajós

SUMÁRIO ECOLOGIA AVALIAÇÃO ISOTÓPICA DA JARARACA (Bothrops atrox) NO OESTE DO PARÁ ............... 14 

EFEITO DO AUMENTO DA TEMPERATURA FOLIAR NA TAXA ASSIMILATÓRIA LÍQUIDA .......................................................................................................................................... 19 

EFEITO DO AUMENTO DA TEMPERATURA FOLIAR NA TAXA RESPIRATÓRIA DE PLANTAS ......................................................................................................................................... 26 

ESTOQUE DE BIOMASSA ÁRBOREA VIVA EM FLORESTA OMBRÓFILA DENSA NA FLONA TAPAJÓS: AMAZÔNIA ORIENTAL ............................................................................... 33 

DINÂMICA DE CARBONO NA FLORESTA AMAZÔNICA DURANTE PERÍODOS DE SECA E CHEIAS .......................................................................................................................................... 40 

POLINIZADORES DE ESPÉCIES ARBÓREAS EM UMA ÁREA DA FLORESTA NACIONAL DO TAPAJÓS (PA) SOB EXPLORAÇÃO DE IMPACTO REDUZIDO ...................................... 44 

FENOLOGIA DE CINCO ESPÉCIES ARBÓREAS NA FLORESTA NACIONAL DO TAPAJÓS, BELTERRA (PA) ............................................................................................................................. 52 

PRODUÇÃO SAZONAL DO ÓLEO-RESINA DE Copaifera reticulata Ducke NO KM 67 DA FLONA TAPAJÓS-PA ..................................................................................................................... 60 

DETERMINAÇÃO DAS CARACTERÍSTICAS FÍSICO-QUÍMICAS DO ÓLEO-RESINA DE COPAÍBA EM DUAS ÁREAS DE COLETA NA FLORESTA NACIONAL DO TAPAJÓS, PARÁ ................................................................................................................................................ 66

 AVALIAÇÃO ANTIFÚNGICA DO ÓLEO-RESINA DE Copaifera reticulata Ducke PROVENIENTE DA FLONA TAPAJÓS-PA ................................................................................. 71 ESTRUTURA POPULACIONAL DE Copaifera multijuga Hayne NA FLORESTA NACIONAL DO TAPAJÓS ................................................................................................................................... 77 

ESTRUTURA E DISTRIBUIÇÃO ESPACIAL DE Carapa guianensis Aubl. NA FLORESTA NACIONAL DO TAPAJÓS ............................................................................................................. 83

MONITORAMENTO DA REPRODUÇÃO DE GAVIÃO-REAL (Harpia harpyja) NA FLORESTA NACIONAL DO TAPAJÓS - PA. .............................................................................. 89

MANEJO IMPACTO DA EXPLORAÇÃO FLORESTAL NA ESTRUTURA E DINÂMICA DE UMA ÁREA SUBMETIDA A MANEJO FLORESTAL NA FLORESTA NACIONAL DO TAPAJÓS, PARÁ  ...................................... 97

ANÁLISE DAS PROPRIEDADES FÍSICO-MECÂNICAS DA MADEIRA DA ESPÉCIE Nectandra dioica Mez. (LOURO PRETO) COM POTENCIAL MADEIREIRO, OCORRENTE NA REGIÃO DE SANTARÉM, PA. ............................................... 104 

CRESCIMENTO, INGRESSO E MORTALIDADE DO ESTRATO ARBÓREO EM UMA ÁREA DE MANEJO FLORESTAL NA FLONA TAPAJÓS. .................................................................. 110 

DINÂMICA DA COMPOSIÇÃO FLORÍSTICA E DA ESTRUTURA DE UMA FLORESTA MANEJADA, QUE SOFREU INCÊNDIO ACIDENTAL, NA FLORESTA NACIONAL DO TAPAJÓS ...................................

.................... 118 

CARACTERÍSTICAS ECOLÓGICAS E TECNOLÓGICAS DA ESPÉCIE CUIARANA (Terminalia glabrescens C. Mart.), COM POTENCIAL MADEIREIRO, NA REGIÃO DE SANTARÉM, PA ............................................ 126 

CONTRIBUIÇÃO E AJUSTES METODOLÓGICOS DE BANDAS DENDROMÉTRICAS EM INVENTÁRIO FLORESTAL NA FLONA TAPAJÓS ................................................................. 134 

ESTRATÉGIAS DE CAÇA DE SUBSISTÊNCIA ENTRE COMUNIDADES RIBEIRINHAS NA FLORESTA NACIONAL DO TAPAJÓS, PARÁ, BRASIL ......................................................... 140


Ecologia

AVALIAÇÃO ISOTÓPICA DA JARARACA (Bothrops atrox) NO OESTE DO PARÁ MELISSA GASTE MARTINEZ, ANA MARIA MOURA DA SILVA, HIPÓCRATES CHALKIDIS, PLÍNIO BARBOSA DE CAMARGO RESUMO O envenenamento por serpentes é considerado um problema de saúde pública, especialmente em populações de áreas rurais de países tropicais e subtropicais. No Brasil, dos 26.000 acidentes ofídicos, 90% são do gênero Bothrops sendo a espécie Bothrops atrox a predominante na região amazônica, incluindo toda a Amazônia brasileira. Essa ampla distribuição deve-se ao fato da espécie possuir grande adaptação e dieta generalista, sendo que na região de Santarém, ela está relacionada com 92% dos acidentes ofídicos, dos quais 20 % foram considerados graves. Através dos isótopos estáveis do carbono-13 e do nitrogênio-15, pretende-se caracterizar as variações dos hábitos alimentares e eventual correlação com a variabilidade de seus venenos. Os animais foram coletados inicialmente na floresta nativa (FLONA), na região de Santarém – PA, Amazônia e comparados com o veneno das serpentes do biotério do Instituto Butantan. Isto pôde ser claramente visualizado, quando comparamos as análises isotópicas do veneno das serpentes do Instituto Butantan alimentadas com roedores do biotério, contra as serpentes coletadas na (FLONA), que são alimentadas com animais da própria floresta, sendo que as diferentes fontes alimentares refletiram isotopicamente no turnover do material absorvido. PALAVRAS-CHAVE: Amazônia, Carbono-13, Nitrogênio-15 1. INTRODUÇÃO A alta incidência dos acidentes ofídicos em Santarém pode ser relacionada à diversidade de cenários florísticos na região, que possibilitam a existência de todos os gêneros de serpentes venenosas ocorrentes no Brasil. (CARVALHO et al., 2001). Embora nenhum estudo tenha sido feito até o momento, as áreas agrícolas deverão se constituir em novos ambientes para a fixação das serpentes, podendo levar à ocorrência de acidentes aos trabalhadores agrícolas. Pesquisas demonstram que através dos isótopos estáveis, podemos verificar as composições isotópicas dos tecidos dos animais que dependem principalmente da alimentação, da água ingerida e dos gases inalados. Associados a esse fato, os efeitos dos isótopos estáveis estão ligados aos processos metabólicos (KENNED E KROUSE H.R;1990). Dentre os isótopos mais utilizados destacam-se o Carbono (12C, 13C) e o Nitrogênio (14N, 15N) (Ducatti, 1977). Composições isotópicas dos tecidos animais dependem da alimentação (sólida e líquida) e conseqüentemente do ambiente em que vivem. Embora esses estudos sejam relevantes para a compreensão da ecologia animal, em revisão de 102 estudos da variabilidade natural de carbono-13 (13C) e nitrogênio-15 (15N) na ecologia trófica de animais (KELLY, 2000) não existe menção a um único estudo com serpentes.

I

Ano de Publicação: 2011