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MANUAL DE SINALIZAÇÃO DE TRILHAS 2018

Introdução

 Até o século 19, as trilhas eram o componente principal da infraestrutura de transporte terrestre dos povos do planeta. Complementarmente, rios e outros corpos d’água navegáveis possibilitavam o estabelecimento de um sistema natural de trilhas aquáticas. Pelas trilhas se deslocavam pessoas, cargas e animais domésticos. Para os usuários desses extensos sistemas de trilhas, era essencial saber quando se estava no caminho correto, qual distância faltava para um local de pouso, que perigos havia à frente. Portanto, estratégias de sinalização eram uma peça fundamental do projeto dessas vias. Os romanos, por exemplo, tinham marcas a cada milha de suas vias. O marco zero de todas elas era o centro de Roma, daí o ditado: “todos os caminhos levam a Roma”. No Brasil, os caminhos bandeirantes eram marcados com cortes de facão em árvores ou, em regiões onde não havia florestas, marcos de pedra esculpida. Seja como for, desde tempos imemoriais, sempre que houvesse possibilidade de dúvida quanto a direção a ser seguida, adotou-se algum tipo de sinalização. Nos sistemas viários modernos, existe uma profusão de formas de sinalização, mas que partem das mesmas demandas básicas de informação compartilhadas entre motoristas, pedestres, ciclistas, cavaleiros, dentre outros usuários de trilhas. As estradas e ruas de hoje em dia têm sinalização direcional em formato de placas indicando os destinos. Por exemplo: São Paulo, Belo Horizonte, Passa Quatro, Laranjeiras. Também têm sinalização confirmatória, que objetiva tranquilizar o viajante dando alguma informação sobre a duração do caminho (por exemplo: BR 101, quilômetro 832), ou placas de sinalização interpretativa (por exemplo: Ponte sobre o córrego de Lumiar). Por fim, as estradas do século XXI ainda têm sinalização educativa (dirigir sem cinto de segurança mata ou mantenha a distância), indutiva (curva acentuada para a direita), ou regulatória (sob neblina use farol baixo). Nas últimas décadas, a sinalização rodoviária, que serve de inspiração para a sinalização de trilhas, tem sido uniformizada ao redor do mundo com a progressiva adoção de símbolos e cores padronizadas em todos os países. Como na sinalização rodoviária, busca-se também na sinalização moderna de trilhas um consenso e uniformidade dos meios e das mensagens, de forma que possam ser interpretadas da mesma forma em qualquer local do mundo.

Os pontos de entrada em uma trilha, ou seja, as extremidades (início e fim) da trilha e outros pontos da trilha que tenham acesso para veículos e que possam ser utilizados como pontos de entrada alternativos são comumente sinalizados com placas que trazem um conjunto de informações mais denso para o usuário. As placas de entrada de trilha devem ser bilingues (português e inglês) e seu objetivo é informar aos usuários, de forma clara, as características mais importantes da trilha como sua distância, duração, nível de exigência física, atrativos ao longo do percurso e explicações sobre a sinalização adotada, além informações regulatórias e de segurança para os usuários, como uma lista de contatos de emergência (Samu, Bombeiros, Polícia, administração da unidade etc).

Outra função importantíssima das placas de entrada de trilha é ser um meio oficial para advertir os usuários sobre os riscos associados ao percurso da trilha. Na literatura técnica e nos trabalhos práticos são muito comuns outras nomenclaturas para a sinalização de entrada de trilha, como placa mãe, placa base ou placa de cabeça de trilha (do inglês, trailhead information board). A identidade visual das placas de entrada de trilha, quando estiverem em local de fácil acesso na unidade de conservação, deverá seguir o previsto no manual geral de sinalização do icmbio.

Ano de Publicação: 2018

Contribuições do Turismo em Unidades de Conservação para a Economia Brasileira Efeitos dos Gastos dos Visitantes em 2017 2018

Em 2018, o ICMBio completa 11 anos. Muito já foi feito mas há muito a se fazer ainda no objetivo de cumprirmos nossa missão de “proteger o patrimônio natural e promover o desenvolvimento socioambiental”. É um desafio de grandes proporções pois, as 335 Unidades de Conservação (UCs) Federais estão distribuídas em todos os estados brasileiros, totalizando cerca de 9,1% do território terrestre nacional e 24,4% do bioma marinho costeiro. Essas áreas conservam uma rica biodiversidade com patrimônios naturais, históricos e culturais, além de garantirem o meio de vida de muitos brasileiros que moram nas unidades ou no seu entorno. Ainda temos um grande desafio na valoração dos impactos econômicos decorrentes da implementação das unidades de conservação brasileiras. Os números do sistema, apurados em 2017, são superlativos: as UCs federais são o lar de quase 60 mil famílias extrativistas; 5,2 mil voluntários apoiando nas mais diversas frentes de trabalho; estamos atingindo a marca de um milhão de hectares de florestas nacionais em regime de concessão, que produziram aproximadamente 170 mil m3 de madeira; cerca de cinquenta mil pesquisadores têm trabalhado nas UCs, 1250 brigadistas apoiado no combate a incêndios florestais e superamos a marca de 10 milhões de visitantes. Agora, o presente relatório começa a delinear que, além da importância natural e social, nossas UCs também tem estratégica relevância econômica para o Brasil. 

Paulo Henrique Marostegan e Carneiro 

Presidente do ICMBio

2018

Ano de Publicação: 2018

PARQUES DO BRASIL: visitar é proteger! Estratégias de implementação da visitação em unidades de conservação federais: prioridades de execução 2018-2020 Coordenação Geral de Uso Público e Negócios – ICMBio

O PAPP (Parcerias Ambientais Público-Privadas) é um programa conjunto do Ministério do Meio Ambiente e do ICMBio e tem o objetivo de formular e fomentar parcerias ou alianças ambientais público-privadas para o aproveitamento sustentável das potencialidades econômicas das UCs. A ideia é melhorar a gestão e a conservação da biodiversidade e gerar benefícios sociais e econômicos para moradores do entorno das unidades. O programa é gerenciado pelo IBAM (Instituto Brasileiro de Administração Municipal) e conta com apoio financeiro do Fondo Multilateral de Inversiones (Fomin), Banco Interamericano, Fundo Socioambiental (FSA) e Caixa Econômica Federal. No escopo do PAPP, foi também considerada a importância de avaliar diferentes categorias de UCs para verificar a aderência dos instrumentos legais a essa diversidade de enquadramentos. Assim, foram contratados estudos para a Área de Proteção Ambiental da Costa dos Corais, para as Florestas Nacionais de Canela e de São Francisco de Paula, e para a Reserva Extrativista do Rio Unini, considerando a existência de demandas de delegação de serviços de apoio à visitação e a necessidade de identificação de instrumentos jurídicos para parcerias com o setor privado na operação das atividades nessas categorias de manejo. Estão em fase de lançamento os editais dos Parques Nacionais da Chapada dos Veadeiros, do Pau Brasil, do Itatiaia, do Caparaó, dos Lençóis Maranhenses, de Jericoacoara e da Serra da Bodoquena. No próximo lote serão lançados os Parques Nacionais da Chapada dos Guimarães, de Aparados da Serra e da Serra Geral, da Serra da Canastra e a Floresta Nacional de Canela.

Ano de Publicação: 2017/2018

Biodiversa - Revista Eletrônica do ICMBio - Edição 12 , Abril de 2019

ICMBio realiza intercâmbio sobre Manejo Integrado do Fogo.

 Projeto Guardiões-Mirins é destaque no Parque Nacional de São Joaquim.

 CMA participa da soltura de 12 peixes-bois amazônicos

Ano de Publicação: 2019

Revista eletrônica do ICMBio - Edição 11 | Ano 01 | Março de 2019

Evento promove troca de saberes no Acre.

Mais de 500 quelônios são soltos no Parque Nacional do Jaú.

 Parque Nacional de Ubajara recebe primeiro grupo de voluntários

Ano de Publicação: 2019

Population Ecology of the Freshwater Turtle Mesoclemmys vanderhaegei (Testudines: Chelidae)

Abstract.

We sampled Mesoclemmys vanderhaegei in the Upper Paraguay River Basin, in the Cerrado ecosystem of Central Brazil. Populations were sampled between 2010 and 2013, and we used capture-mark-recapture methods to determine the catchability, density, population size structure, and sex ratio of the populations. We sampled two protected areas (Chapada dos Guimarães National Park [CGNP] and Serra das Araras Ecological Station [SAES]) and we captured 300 individuals (77 at CGNP and 223 at SAES) and made 343 recaptures in the two areas. Some individuals were recaptured more than once. We estimated population sizes to be 90 turtles at CGNP and 245 turtles at SAES. Sex ratio was not significantly different from 1:1 at CGNP, whereas at SAES there were more females than males. The population structure varied significantly between the two sampled populations with carapace lengths of turtles at CGNP normally distributed but not at SAES. Although both areas occur within the same ecosystem and are close to each other (180 km straight line distance), the populations possessed distinct demographic characteristics, possibly resulting from local patterns of environmental conditions and biological interactions. Key Words.—catchability; capture-mark-recapture; population structure; sex ratio; size structure; Vanderhaege’s Toadheaded Turtle

Ano de Publicação: 2018

Molecular detection of hemogregarines and haemosporidians in Brazilian free-living testudines

Morphological and molecular techniques were used to investigate the presence of hemogregarines and haemosporidians in biological samples of free-living Geoffroy's side-necked turtles (Phrynops geoffroanus) and Giant Amazon turtles (Podocnemis expansa) from Brazil. No evolutionary form of haemosporidians or  hemogregarines were observed in the blood smears of 83 P. geoffroanus samples, and there were no meronts in the histological sections of 31 necropsied P. geoffroanus samples. All DNA samples extracted from P. geoffroanus tissues and blood aliquots were negative in haemosporidian PCR assays (based on the mitochondrial cytochrome b gene) and hemogregarine PCR assays (based on the 18S rRNA gene). In the analysis of blood smears of all seven Podocnemis expansa evaluated, gametocytes of hemogregarines were observed. The seven P. expansa were negative in the  haemosporidian PCR assays. Moreover, hemogregarine DNA was detected in blood samples from all of the sampled P. expansa. The phylogenetic maximum likelihood inference and probabilistic Bayesian inference revealed five closely related genotypes that formed a monophyletic group. There was also a sister group to the lineage that consisted of Haemogregarina spp. of freshwater turtles from Canada, Italy, Mozambique, Kenya, Gabon, Vietnam, and China. The findings suggest that free-living P. expansa were parasitized by a new genotype or even a possible new species of the genus Haemogregarina. Haemosporidians and hemogregarines are not frequently found in P. geoffroanus in the studied region under the local conditions of that period. 

Ano de Publicação: 2018

Dinâmica e Diversidade do Turismo de Base Comunitária Desafio para a formulação de política pública

Considerações finais

Observamos que algumas iniciativas de TBC, pelo apoio do MTur e por sua própria dinâmica de funcionamento, estão mais consolidadas do ponto de vista de organização, gestão, oferta, em termos de visibilidade e reconhecimento pelo poder público, em particular, e pelos atores do turismo, de uma forma geral. O registro da experiência de três anos de trabalho da Coordenação de Projetos de Estruturação do Turismo em Áreas Priorizadas (CGPE), do Departamento de Qualificação, de Certificação e de Produção Associada ao Turismo (DCPAT), revelou um cenário marcado pela complexidade, diversidade, especificidade, potencialidade e limites para a inserção produtiva relacionada ao turismo. O investimento realizado foi de cerca de R$ 10 milhões dos recursos de programação do MTur para promover o TBC, apoiando 42 projetos com o objetivo de melhorar e promover a qualidade dos produtos e serviços ofertados. Foram beneficiadas aproximadamente 8 mil pessoas, distribuídas em 46 municípios das cinco regiões do País, dos quais 15 estão entre os 65 Destinos Indutores do Desenvolvimento Turístico Regional. Neste trabalho de análise, foi possível a identificação de desafios e potencialidades que consideraram aspectos internos e externos aos projetos, o funcionamento do mercado turístico e suas tendências, as especificidades do seu público-alvo, a diversidade das experiências e as possibilidades de ação em parceria com o setor público. A estruturação, organização e comercialização das experiências de TBC, aliadas à cadeia produtiva do turismo requerem, por um lado, o enfrentamento dos desafios e, por outro, a formulação de ações concretas no campo das possibilidades. Para a formulação de uma política pública, com maior grau de eficácia e efetividade, faz-se premente a distinção entre aspectos internos e externos que têm impacto sobre o formato da oferta dos produtos e serviços de TBC. Entre os aspectos internos devemos considerar o funcionamento do mercado turístico e suas tendências, as especificidades desta oferta e demanda e a diversidade das  experiências. Quanto aos de ordem externa, importa ressaltar a viabilidade de articulação para estabelecer sinergias e prioridades quanto a um conjunto de ações relacionadas à educação, saúde, infraestrutura, preservação ambiental e adequação de marcos legais de diversas ordens. Tudo isso deve ser realizado em cooperação com o poder público, estadual, municipal e federal, não somente para o desenvolvimento das atividades turísticas, mas principalmente, para a criação de condições para um real desenvolvimento econômico e social sustentável. Entre as potencialidades dos projetos de TBC apoiados pelo MTur, foi possível notar que as ações de mobilização, sensibilização e motivação das comunidades para o turismo ocorreram, na maior parte dos projetos, de forma bem-sucedida. Por isso mesmo são importantes instrumentos de coesão social, pré-requisito para uma oferta turística de destinos, produtos ou serviços baseada no associativismo e nos princípios da economia solidária. Percebe-se que houve uma evolução no entendimento da dinâmica da atividade turística e das possibilidades e limites do TBC, e um consequente avanço na organização e gestão das iniciativas deste modelo. Esta evolução se deu tanto nas ações de qualificação realizadas pelos projetos, quanto nas interações entre as iniciativas ou nos intercâmbios e encontros promovidos no âmbito dos projetos. Mesmo estando em níveis distintos de organização da oferta, pode-se afirmar que a ação de fomento ao TBC no País fortaleceu estes destinos, em termos de qualidade de gestão e oferta, promoção nacional e internacional, introdução de novos produtos e serviços. Isso é resultado das diversas ações de qualificação desenvolvidas e do reconhecimento que o Turismo de Base Comunitária obteve por parte dos formadores de opinião, o que pode vir a facilitar a interlocução com o trade turístico e outros atores, particularmente o poder público local. Defendemos a continuidade do investimento público para apoiar as iniciativas de TBC, para a consolidação dos avanços destacados nas potencialidades e oportunidades. Assim, a inclusão deste tema no Documento Referencial Turismo no Brasil 2011-2014, elaborado no âmbito do Conselho Nacional do Turismo, foi um passo importante para a institucionalização do tema nas políticas públicas de turismo no País. Este documento servirá ainda para subsidiar o debate sobre o desenvolvimento da atividade turística no País, para a formulação de políticas públicas, para os investimentos privados e para a ação empresarial. Quanto às fragilidades, nos é possível observar, principalmente na perspectiva interna, a organização e estruturação da oferta com qualidade, segurança e viabilidade econômica. A definição dos conteúdos de qualificação dos serviços, produtos e pessoas, conforme as exigências do mercado, deve adotar como princípio a aplicação, com as adaptações necessárias, das normas técnicas de certificação do turismo desenvolvidas pelo MTur e publicadas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), de modo a estabelecer um padrão mínimo de qualidade da oferta. Quanto ao processo de promoção e comercialização da atividade, observamos algumas inconsistências relativas à baixa qualidade de comunicação dos materiais promocionais desenvolvidos no âmbito dos projetos, com falta de foco no cliente. O estabelecimento de uma estratégia de divulgação para o mercado, com maior grau de profissionalização, associando a promoção dos destinos onde os projetos se encontram à promoção do País, de uma forma geral, nos parece uma alternativa viável para promoção dos projetos. A linguagem utilizada nos materiais elaborados, de uma forma geral, é pouco centrada em atrair o turista. Detecta-se certa ambiguidade entre a comunicação institucional do projeto e da experiência e a de promoção dos destinos, produtos e serviços, ofertados aos visitantes. Apesar das iniciativas de TBC não se resumirem aos aspectos estritamente econômicos, não há como prescindir deles, e para a atração do visitante é necessário certo nível de qualidade da oferta turística, sem que isso altere de forma significativa o modo de vida local. Este fato cria dificuldades no processo de promoção e comercialização da atividade. Tal interpretação nos conduz ao entendimento de que o Turismo de Base Comunitária deve estar na pauta de formulação de políticas públicas, não apenas em âmbito federal. Para tanto, a aproximação das iniciativas das políticas dos Estados e municípios é uma variável importante. A definição de uma política pública para o TBC não deve perder de vista os aspectos apontados anteriormente. Mais, pela própria natureza da atividade, é condição sine qua non contemplar diferentes estratégias de atuação e apoio, de modo a compatibilizar a singularidade, a autenticidade e a originalidade deste produto com a viabilização econômica da atividade. Enfim, inúmeros são os desafios a serem enfrentados pelo poder público, comunidades anfitriãs, mercado e instituições não governamentais, para concretizar as atividades de Turismo de Base Comunitária, como opção econômica com geração de trabalho e estratégia de diversificação da oferta turística do País. Ou, como afirma a professora Marta Irving: “Precisamos de muita vontade, de cabeças abertas para mudanças, de diferentes agentes sociais, integrados, trabalhando em parceria para resolver e partilhar o turismo sustentável.”


1. Turismo comunitário. 2. Projetos de turismo de base comunitária.

3. Experiências – ações de promoção ao turismo comunitário.

Ano de Publicação: 2010

TURISMO DE BASE Comunitária em Unidades de Conservação Federais 2018 Princípios e Diretrizes

As comunidades tradicionais residentes nas Unidades de Conservação estão encontrando no Turismo de Base Comunitária (TBC) uma alternativa de renda, uma oportunidade de valorizar a própria cultura e uma forma de integrar os jovens ao modo de vida local.

Percebemos que não existe uma receita pronta. Estão surgindo, desde formas mais tradicionais onde o visitante vivencia o modo de vida local, até outras onde operadores de turismo promovem experiências de sol e praia. Reservas Extrativistas como Marinha do Soure, Prainha do Canto Verde, Unini e Chico Mendes, Florestas Nacionais como Tapajós e Purus, e até mesmo em Parques Nacionais como Jaú e Chapada Diamantina tem desenvolvido formas de TBC.

O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) junto às comunidades vem, desde 2011, ampliando seu entendimento sobre o assunto. Esta é a primeira iniciativa para sistematizar esse trabalho. Este trabalho foi coordenado em conjunto pela Diretoria de Criação e Manejo de Unidades de Conservação (DIMAN), Diretoria de Ações Socioambientais e Consolidação Territorial em Unidades de Conservação (DISAT) e DIBIO por meio da Coordenação Geral de Uso Público (CGEUP), da Coordenação Geral de Populações Tradicionais (CGPT) e do Centro Nacional de Pesquisa e Conservação da Sócio-biodiversidade Associada a Povos e Comunidades Tradicionais (CNPT). Esperamos que se possa fomentar o diálogo e promover um amadurecimento do tema para que o TBC gere os benefícios tão esperados por todos os envolvidos.

Thiago Beraldo

Coordenador do Grupo de Trabalho de TBC

Ano de Publicação: 2018

New records of Mesoclemmys raniceps (Testudines, Chelidae) for the states of Amazonas, Pará and Rondônia, North Brazil, including the Tocantins basin

Of the 58 species of living Chelidae (Rhodin et al., 2017), 20 are known from Brazil (Costa and Bérnils, 2018). Of these, nine occur in the Amazon basin, including species of the genera Chelus, Mesoclemmys, Platemys, Phrynops and Rhinemys (Ferrara et al., 2017). The genus Mesoclemmys is the most diverse in Brazil, and five of the eight species of Mesoclemmys in Brazil occur within the Amazon basin (Souza, 2005; Ferrara et al., 2017). Species of genus Mesoclemmys are rare and inconspicuous when compared to other freshwater turtles, and live in hard-to-reach places, to extent that populations are rarely studied. This genus represents the least studied among Amazonian turtles (Vogt, 2008; Ferrara et al., 2017).

Ano de Publicação: 2019