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MAPEAMENTO DE PROCESSOS DO SETOR DE CONTRATOS DA UAAF 9ª REGIÃO, COM UTILIZAÇÃO DO SISTEMA SEI. - TCC PGR4

RESUMO

O presente Trabalho de Aplicação Final foi desenvolvido com o objetivo de ser um dos instrumentos a ser utilizado para a padronização dos processos de negócio desenvolvidos pelas UAAFs – Unidade Avançada de Administração e Finanças, que foram consideradas o maior problema na estrutura do ICMBio, tendo sido quase extintas.

Como objetivo específico, este trabalho analisou três dos quatro Fluxos Validados pela Diretoria para Licitação e Contratos, desenvolvendo a partir deles, utilizando a metodologia de BPMN – Business Process Model Notation – e uma abordagem de baixo para cima (bottom-up ou “Efeito Bidê”), a sua modelagem AS-IS. Também foi identificado um dos processos críticos que não haviam sido validados, que é o processo ponta a ponta de Pagamento, tendo sido identificado através de observação direta e entrevistas com os membros da equipe do Setor de Contratos.

Foram utilizados para o desenvolvimento deste trabalho as Metodologias de BPM (Business Process Management) e os processos foram modelados através do software Bizagi Modeler, que utiliza as notações do BPMN.

Como Referenciais Teóricos foram utilizados o BPM CBOK versão 3 e o Livro Mapeamento e Gestão por Processos – BPM. Gestão Orientada à Entrega por meio de Objetos – Metodologia Gauss Consulting.

Como conclusões deste trabalho foram apresentadas as modelagens dos quatro processos analisados (Contrato, Renovação Contratual, Reequilíbrio Contratual e Pagamento), apresentando suas diferenciações do diagrama de fluxo validado pela diretoria.

Palavras-Chaves: Gestão por Processos; Modelagem de Processos; Atividade; Tarefa; Fluxos Validados; BPM (Business Process Management); BPMN (Business Process Model Notation); Abordagem Bottom-Up; Efeito Bidê; Padronização; AS-IS; TO-BE; TO-DO.

Ano de Publicação: 2016

Modelo de negócios do Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Primatas Brasileiros (CPB) - TCC PGR4

RESUMO

Este trabalho teve como objetivo l elaborar de forma participativa o modelo de negócios do Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Primatas Brasileiros buscando introduzir novas ferramentas para o aperfeiçoamento de seu mapeamento estratégico. Para tanto, foi realizada a revisão do da iniciativa implantação de gestão por resultados no CPB (Mapa Estratégico) e, em seguida, introduzida a ferramenta do Canvas (Business mol generation) para construir o modelo. Oram realizadas análise de contraste e uma iniciativa que incluiu o desenvolvimento de pessoas. A construção deste modelo foi promovida uma oficina, com duração de dois dias, na qual buscou-se descrever e analisar coletivamente o modelo de gestão do CPB por meio do Canvas, foram definidos: i. segmentos de clientes; ii. proposta de valor; iii. canais; iv. tipos de relacionamento; v. fontes de receita; vi. recursos chave; vii. atividades chave; viII. parecerias principais, e xix. estrutura de custo. A oficina contou com a presença de 10 servidores do CPB e um facilitador externo A partir desta experiência, foi verificada a que o aperfeiçoamento do modelo de negócios deve ser promovido, para que haja significância institucional e funcione de acordo com a realidade operacional do CPB. A oficina também indicou a necessidade de um programa desenvolvimento de pessoas dentro do planejamento estratégico. Além disso, foi possível verificar a coerência entre o planejamento estratégico e o modelo de negócios elaborado neste momento

Palavras-chave: Modelo de Negócio, Canvas, CPB, desenvolvimento de pessoas

Ano de Publicação: 2016

Modelagem de processos de Criação de Conselhos das Unidades de Conservação de Rondônia. - TCC PGR4

RESUMO

Este trabalho apresenta os resultados de uma atuação prática de facilitação interna para o desenvolvimento de registro de etapas na identificação à criação de conselhos consultivos e ou deliberativos nas unidades de conservação do estado de Rondônia, realizada na Secretaria de Desenvolvimento Ambiental, contribuindo com a formação de modelagem de processos. Com a realização deste trabalho com os mapeamentos AS-IS e TO-BE realizados revelaram que a criação de conselho gestor de uma uc, possui uma estrutura funcional de organização que pode ser evoluída para um modelo organizacional orientado por processo.

Palavras chaves: unidades de conservação, conselho de unidade de conservação.

Ano de Publicação: 2016

Identificação e Mapeamento de Processo Crítico como Ferramenta de Desenvolvimento de Equipe - TCC PGR4

RESUMO

Este trabalho apresenta os resultados de uma atuação prática de facilitação interna para o desenvolvimento da identificação e mapeamento de processo crítico, e verificar o quanto o mesmo contribui para a integração das equipes de trabalho, realizada na Área de Proteção Ambiental Costa das Algas e do Refúgio de Vida Silvestre de Santa Cruz, contribuindo com a proposição de melhorias para a gestão das unidades de conservação e uma melhora nos relacionamentos interpessoais. O trabalho foi realizado em duas etapas, sendo que a primeira consistiu na realização de reuniões onde foram aplicadas estratégias para integração de equipe e preparação da mesma para projetos de mudança de modelo de gestão. Na segunda etapa, foi identificado o processo prioritário para mapeamento da APA Costa das Algas e do RVS de Santa Cruz, sendo que foram elaborados, em conjunto com a equipe destas UCs, o mapeamento AS-IS, análise de melhorias e o desenho TO-BE do processo de Fiscalização. Ao final, verificou-se que a estratégia foi adequada para iniciar o mapeamento dos processos das referidas unidades de conservação, estimulando a participação de todos os servidores.

Palavras chaves: Comportamento humano; Trabalho em equipe; Gestão por Processos; Mapeamento e análise de Processos.

Ano de Publicação: 2016

MODELAGEM DO PROCESSO DE ELABORAÇÃO DE PLANO DE MANEJO UTILIZANDO COMO ESTUDO DE CASO A RESERVA BIOLÓGICA ESTADUAL DE DUAS BOCAS/ES - PGR4

RESUMO

Este trabalho apresenta os resultados de uma atuação prática de facilitação interna para o desenvolvimento de análise e melhoria do processo de elaboração do Plano de Manejo, aplicado na Reserva Biológica Estadual de Duas Bocas, administrada pelo Instituto Estadual de Meio Ambiente do Espírito Santo – IEMA, contribuindo para a melhoria da metodologia para a elaboração dos Planos de Manejo das Unidades de Conservação Estaduais. Foi realizada a análise do processo empregado pelo IEMA, através de pesquisa no processo físico de contratação de consultoria para a elaboração do Plano de Manejo já existente, entrevistas e pesquisas em todos os setores envolvidos no processo e proposto um novo desenho para o processo de elaboração de Plano de Manejo. Os resultados e análises dos mapeamentos AS-IS e TO-BE realizados revelaram que a instituição possui uma estrutura funcional de organização que pode ser evoluída para um modelo organizacional orientado por processo. As atividades realizadas durante o mapeamento culminaram com o desenvolvimento de uma proposta de procedimento para a elaboração dos Planos de Manejo das Unidades de Conservação Estaduais.

Palavras chaves: Gestão por Processo, Modelagem de Processos, Plano de Manejo.

Ano de Publicação: 2016

MAPEAMENTO DE PROCESSOS DE APOIO À GESTÃO DE RPPN FEDERAIS - TCC - PGR4

RESUMO

Este trabalho apresenta os resultados de uma atuação prática de facilitação interna para o desenvolvimento de atividade de mapeamento de processos realizada na Coordenação Regional da 10ª Região – Cuiabá/MT, contribuindo com a elucidação dos trâmites, dos servidores envolvidos para o aprimoramento dos processos de apoio à gestão de RPPN na coordenação. Foram realizadas reuniões de equipe da coordenação regional e entrevista com servidor da Coordenação de Criação de Unidades de Conservação. O resultado foi a confecção dos mapas de processos de fiscalização em RPPN (modelos AS IS e TO BE) e orientação técnica junto a estas unidades. A partir dos mapeamentos, foram propostos aprimoramentos de ações da autarquia, envolvendo as coordenações regionais como instância chave na operacionalização de processos organizacionais junto às RPPN federais. Evidenciou-se a necessidade de se estabelecer planejamentos operacionais envolvendo as áreas privadas, bem como a necessidade de se estruturar e atualizar o Sistema de Monitoria de RPPN (SIMRPPN) com informações de qualidade e que auxiliem a gestão do Instituto Chico Mendes para a tomada de decisão e apoio aos gestores privados.

Palavras chaves: coordenações regionais do ICMBio, mapeamento de processos,

apoio às RPPN

Ano de Publicação: 2016

BIOBRASIL Revista Científica - Biodiversidade Brasileira, Ano 1, nº 2, 2011

SUMÁRIO

Editorial - Número temático Manejo do fogo em áreas protegidasPDF
Katia Torres Ribeiro, Helena França, Heloísa Sinátora Miranda, Christian Niel Berlinck1-3

SEÇÃO TEMÁTICA

Heterogeneidade de ecossistemas, modelos de desequilíbrio e distúrbiosPDF
Marcelo Brilhante de Medeiros, Nilton Cesar Fiedler4-11
Deve-se usar o fogo como instrumento de manejo no Cerrado e Campos Sulinos?PDF
Alessandra Fidelis, Vânia Regina Pivello12-25
Os efeitos dos regimes de fogo sobre a vegetação de Cerrado no Parque Nacional das Emas, GO: considerações para a conservação da diversidadePDF
Danilo Muniz Silva, Priscilla de Paula Loiola, Natalia Bianca Rosatti, Igor Aurélio Silva, Marcus Vinicius Cianciaruso, Marcos Antônio Batalha26-39
Por que é importante entender as inter-relações entre pessoas, fogo e áreas protegidas? Why it is important to understand the relationship between people, fire and protected areasPDF PORT PDF INGL
Jayalaxshmi Mistry, Marcelo Bizerril40-49
Revisão sobre os efeitos do fogo em Eriocaulaceae como subsídio para a sua conservaçãoPDF
Ana Carolina de Oliveira Neves, Lúcio Cadaval Bedê, Rogério Parentoni Martins50-66
Fogo e artesanato de capim-dourado no Jalapão – usos tradicionais e consequências ecológicasPDF
Isabel Belloni Schmidt, Maurício Bonesso Sampaio, Isabel Benedetti Figueiredo, Tamara Ticktin67-85
Resgate do manejo tradicional do Cerrado com fogo para proteção das Terras Indígenas do oeste do Mato Grosso: um estudo de casoPDF
Rodrigo de Moraes Falleiro86-96
Regime de queima das caçadas com uso do fogo realizadas pelos Xavante no CerradoPDF
Mônica Martins Melo, Carlos Hiroo Saito97-109
Aves associadas ao manejo com fogo em áreas de campo na porção sul do Bioma Mata AtlânticaPDF
Maria Virginia Petry, Roberta da Cruz Piuco, Jaqueline Brummelhaus110-119
O fogo é sempre um vilão nos campos rupestres?PDF
Ruy José Válka Alves, Nílber Gonçalves Silva120-127
Fogo em veredas: avaliação de impactos sobre comunidades de Odonata (Insecta)PDF
Lara Gomes Côrtes, Mirian Cristina de Almeida, Nelson Silva Pinto, Paulo De Marco-Júnior128-145
Biomassa combustível em campo sujo no entorno do Parque Nacional da Chapada Diamantina, Bahia, BrasilPDF
Abel Augusto Conceição, Vânia Regina Pivello146-160
Recorrência dos incêndios e fitossociologia da vegetação em áreas com diferentes regimes de queima no Parque Nacional da Chapada DiamantinaPDF
Cezar Neubert Gonçalves, Felipe Weber Mesquita, Norton Rodrigo Gomes Lima, Luis Antonio Coslope, Bruno Soares Lintomen161-179
O que perdemos com a passagem do fogo pelos campos de altitude do estado do Rio de Janeiro?PDF
Izar Aximoff180-200
Avaliação da detecção de focos de calor por sensoriamento remoto para o Parque Nacional do ItatiaiaPDF
Gustavo Wanderley Tomzhinski Tomzhinski, Pedro Henrique Ferreira Coura, Manoel do Couto Fernandes201-2011
Uma abordagem histórica do fogo no Parque Nacional da Serra do Cipó, Minas Gerais – BrasilPDF
Marilene Cardoso Ribeiro, José Eugênio Cortes Figueira212-227
Histórico dos incêndios na vegetação do Parque Nacional da Chapada Diamantina, entre 1973 e abril de 2010, com base em imagens LandsatPDF
Felipe Weber Mesquita, Norton Rodrigo Gomes Lima Lima, Cezar Neubert Gonçalves, Christian Niel Berlinck, Bruno Soares Lintomen228-246
Registro de Ocorrência de Incêndio (ROI): evolução, desafios e recomendaçõesPDF
Gínia César Bontempo, Gumercindo Souza Lima, Guido Assunção Ribeiro, Sheila Maria Doula, Laércio Antônio Gonçalves Jacovine247-263
Corpo Editorial 2011PDF
Biodiversidade Brasileira BioBrasil

Ano de Publicação: 2011

BIOBRASIL Revista Científica - Biodiversidade Brasileira, Ano 1, nº 1, 2011

AVALIAÇÃO DO ESTADO DE CONSERVAÇÃO DAS ESPÉCIES

ApresentaçãoPDF PDF
Monica Brick Peres, Rafael de Almeida Magris, Katia Torres Ribeiro
Avaliação do estado de conservação da tartaruga marinha Caretta caretta Linnaeus, 1758 no BrasilPDF
Alexsandro Santana dos Santos, Luciano Soares e Soares, Maria Ângela Marcovaldi, Danielli da Silveira Monteiro, Bruno Giffoni, Antônio de Pádua Almeida
Avaliação do estado de conservação da tartaruga marinha Chelonia mydas (Linnaeus, 1758) no Brasil.SEM TÍTULO () PDF
Antônio de Pádua Almeida, Armando José Barsante Santos, João Carlos Alciatti Thomé, Claudio Belini, Cecília Baptistotte, Maria Ângela Marcovaldi, Alexsandro Santana dos Santos, Milagro Lopez
Avaliação do estado de conservação da tartaruga marinha Eretmochelys imbricata (Linnaeus, 1766) no BrasilPDF
Maria Ângela Marcovaldi, Gustave G. Lopez, Luciano Soares e Soares, Claudio Belini, Alexsandro Santana dos Santos, Milagros Lopez
Avaliação do estado de conservação da tartaruga marinha Lepidochelys olivacea (Eschscholtz, 1829) no Brasil.PDF
Jaqueline Comin de Castilhos, César Augusto Coelho, Jamyle Freitas Argolo, Erik Allan Pinheiro dos Santos, Maria Ângela Marcovaldi, Alexsandro Santana dos Santos, Milagros Lopez
Avaliação do estado de conservação da tartaruga marinha Dermochelys coriacea (Vandelli, 1761) no Brasil.PDF PDF
Antônio de Pádua Almeida, José Carlos Alciati Thomé, Cecília Baptistotte, Maria Ângela Marcovaldi, Alexsandro Santana dos Santos, Milagros Lopez

Avaliação do Estado de Conservação da Fauna Brasileira e a Lista de Espécies Ameaçadas: o que significa, qual sua importância, como fazer?PDF
Monica Brick Peres, Ugo Eichler Vercillo, Braulio Ferreira de Souza Dias

Ano de Publicação: 2011

Guia de Aves Refúgio de Vida Silvestre e Área de Proteção Ambiental da Ararinha Azul Bird's Guide

Ano de Publicação: 2018

Tornar-se visível: estratégia para promover articulações e captar recursos

Introdução ao tema 

Do isolamento à sinergia com as forças sociais do território Uma década e meia após a instituição do Sistema Nacional de Unidades de Conservação é grande a expectativa de que a sua implementação consiga atender às metas da Convenção de Diversidade Biológica para a conservação de pelo menos 10% de todos os biomas brasileiros. Verifica-se, no entanto, uma defasagem entre essas expectativas e a realidade do Snuc, que embora tenha conseguido duplicar o número de áreas protegidas entre 2003 e 2010 não tem recebido os recursos correspondentes para consolidar o conjunto de áreas protegidas. Tal realidade tem colocado em risco esse patrimônio ambiental brasileiro conquistado a duras penas e chamado atenção de órgãos como o Tribunal de Contas da União. Reconhecendo a importância desse patrimônio, inclusive em termos econômicos, e no intuito de proteger as conquistas dos últimos anos, este órgão estudou a efetividade da gestão das UCs amazônicas em termos de articulação, comunicação e cooperação2. Suas recomendações à luz do estudo realizado apontam para um amplo esforço dos órgãos públicos em tornar a conservação da biodiversidade assunto de todos – inclusive na alocação de recursos. Enquanto essa aspiração não se concretiza, as unidades de conservação buscam articular-se no território em torno de parcerias que lhes permitam visibilidade, reconhecimento e conquista de recursos para tornar viáveis seus projetos. As experiências registradas neste caderno revelam que as mais bem sucedidas neste intento são aquelas que conseguem tecer uma ampla rede de relações no território, especialmente quando articuladas em mosaicos e corredores ecológicos, envolvendo nesses esforços a população residente e do entorno, entidades da sociedade civil de diferentes portes, ONGs e organismos internacionais, além de empresas e órgãos públicos das três instâncias federativas. Diversas das ações empreendidas por essas UCs referem-se justamente à comunicação e à educação ambiental. Torna-se cada vez mais evidente para as equipes gestoras das UCs que os investimentos em comunicação e educação ambiental, especialmente quando realizados em parceria com as 2. O relatório de auditoria operacional: governança das unidades de conservação do bioma Amazônia está disponível em: Acesso em maio de 2015. 9 populações locais, por meio de ações de educomunicação – trazem como resultados a adesão da sociedade às causas ambientais, sobretudo quando estão relacionadas à melhoria da qualidade de vida e a ganhos socioeconômicos para essas populações.

Ano de Publicação: 2015